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Venda de veículos novos cresce no semestre pela 1ª vez desde 2013

 

No acumulado de janeiro a junho, os emplacamentos subiram 3,65% na comparação com o primeiro semestre de 2016.

A venda veículos novos no Brasil cresceu 3,65% no primeiro semestre do ano, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pela associação dos revendedores (Fenabrave) nesta terça-feira (4). É o primeiro resultado positivo para o semestre desde de 2013.

Entre janeiro e junho, 1.019.400 unidades novas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus foram emplacadas no país. No mesmo período de 2016, foram 983.495 unidades.

O avanço foi puxado pelos carros de passeio e comerciais leves, que tiveram uma alta de 4,25% no primeiro semestre.

Já o setor de veículos pesados (ônibus e caminhões) ainda registra um declínio de 13,8%, embora tenha mostrado melhora no final do semestre.

 (Foto: Arte/G1) (Foto: Arte/G1)

(Foto: Arte/G1)

Em junho, o resultado foi praticamente o mesmo de maio, com 194,9 mil unidades, o que representa uma alta de 13,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Para Alarico Assumpção, presidente da Fenabrave, a retomada ainda é tímida, mas a procura dos consumidores está crescendo, o que impactou positivamente as vendas.

“Precisamos ressaltar que no final do ano passado o setor tinha queda de 26%”, afirmou o presidente da Fenabrave.

Novas expectativas

Com o resultado dos primeiros 6 meses do ano, a Fenabrave elevou a projeção de alta nas vendas de carros de passeio e comerciais leves em 2017, de 2% para 4,3%.

“Reavaliamos as projeções de automóveis e comerciais leves em função das melhoras nos índices econômicos”, explicou Assumpção, citando ainda uma alta taxa de 70% de rejeição nos pedidos de financiamento.

No entanto, o segmento de veículos pesados teve as expectativas pioradas, de crescimento de 3,15% para baixa de 10,2%.

Os revendedores esperam um total de 2.129.165 unidades novas emplacadas em 2017, o que significaria uma alta de 3,8% – a primeira depois de 4 anos seguidos de encolhimento do setor automotivo.

Venda de veículos novos no Brasil cresce no 1º semestre de 2017 (Foto: REUTERS/Stringer)Venda de veículos novos no Brasil cresce no 1º semestre de 2017 (Foto: REUTERS/Stringer)

Venda de veículos novos no Brasil cresce no 1º semestre de 2017 (Foto: REUTERS/Stringer)

Emprego estável

Depois 1.308 concessionárias de fechadas nos últimos 2 anos e 170 mil empregos a menos, a Fenabrave aponta que o cenário de emprego está estável no momento. “Está estancado. São 7.250 concessionárias e 310 mil empregos na rede”, apontou Assumpção.

Motos seguem em baixa

Contabilizado a parte, o segmento de motos foi o que apresentou o pior desempenho no 1º semestre de 2017, com queda de 21,9%. Foram 427.283 unidades emplacadas de janeiro a junho deste ano, enquanto em 2016, no mesmo período, o setor vendeu 547.108 motos.

Em junho, com 71.783 motos, a queda foi de 11,34%, em comparação ao mesmo mês de 2016. Em relação a maio, houve baixa de 9,77%.

 

Fonte: G1

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Quando trocar a cadeirinha pelo assento de elevação?

 

Descubra a hora certa de substituir a cadeirinha para garantir a segurança das crianças no trânsito.

 

quando-trocar-a-cadeirinha-pelo-assento-de-elevacaoNo Brasil, o trânsito é a principal causa de morte acidental de crianças de cinco a 14 anos e, quando o assunto é segurança de meninos e meninas dentro de carros, não há dúvidas: equipamentos como bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação são essenciais para proteger os pequenos. Estudos americanos demonstram que, quando instalados e usados corretamente, esses dispositivos diminuem o risco de óbito em até 71% em caso de acidentes.

O Código Brasileiro de Trânsito determina que, até os sete anos e meio, todas as crianças devem obrigatoriamente ser transportadas usando um desses equipamentos.

A ONG Criança Segura dá dicas sobre como saber que é o momento certo de substituir a cadeirinha pelo assento de elevação (também conhecido como booster).

A cadeirinha

De acordo com a legislação brasileira, a criança deve usar esse equipamento de um a quatro anos de idade.

Nesse dispositivo, a criança fica sentada de frente para o movimento, na mesma posição que os demais ocupantes do veículo.

As tiras da cadeirinha devem sair da fenda na altura do ombro da criança, ou acima, e serem ajustadas ao corpo com um dedo de folga entre o peito e as tiras.

Quando trocar a cadeirinha pelo assento de elevação (ou booster)?

Familiares e responsáveis devem ficar atentos ao manual do equipamento e verificar qual o limite máximo de peso suportado (geralmente de 9 kg a 18 kg). Quando a criança ultrapassar esse peso, já é hora de trocar pelo assento de elevação.

Além disso, se a linha dos olhos da criança ultrapassar o topo da cadeirinha, também é preciso trocar o equipamento, pois dessa forma ele já não protege completamente a criança em caso de colisão.

No mercado, há diversos modelos desses equipamentos, que vão dos mais simples (apenas um assento para a criança sentar em cima) aos mais completos (com encosto, apoio para braços, passador para o cinto de segurança do carro e proteção lateral).

É muito importante que os pais façam a escolha do assento de elevação ou booster de acordo com o tamanho da criança. É comum vermos crianças que já ultrapassaram o limite de peso e altura da cadeirinha comum, mas que ainda parecem pequenas e frágeis demais para o assento de elevação. Nesse caso, os pais podem priorizar um assento de elevação mais completo e com estrutura mais robusta.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Contran atesta CNH como documento de identificação mesmo vencida

 

contran-atesta-cnh-como-documento-de-identificacao-mesmo-vencidaQue a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é válida como documento de identidade em todo território nacional, todos já sabiam. Agora, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) emitiu um Ofício que atesta que os motoristas podem utilizar o documento, para fins de identificação, mesmo estando a CNH vencida.

Segundo o Contran, é possível continuar usando o documento como identidade, pois a data de validade refere-se apenas ao prazo de vigência do exame de aptidão física e mental. Por esse motivo, órgãos, estabelecimentos comerciais e pessoas jurídicas não podem recusar a CNH vencida como documento de identificação.

A decisão aconteceu durante Reunião Ordinária que ocorreu no último dia 21 de junho e o documento foi assinado pelo presidente do Contran, Elmer Coleho Vicenzi.

Para o Dr. Marcelo Araújo, advogado especialista em trânsito, a interpretação do Contran é correta. “A parte do meu entendimento que o CONTRAN não teria a competência para tal manifestação, por não se tratar de matéria de trânsito, entendo que a interpretação é correta, e até meio óbvia, conforme abordei em artigo publicado em 2013. Vou além: entendo que a Permissão de quem já obteve a CNH continua se prestando a identificação pessoal, bem como a primeira via quando outra ou outras são emitidas, inclusive por mudança de categoria”, explica.

 

Fonte: Portal do Trânsito

 

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Cresce número de pessoas que utiliza bicicleta para deslocamentos diários

 

Economia e qualidade de vida estão entre os anseios de quem opta pelo veículo.

 

cresce-numero-de-pessoas-que-utiliza-bicicleta-para-deslocamentos-diariosA via calma é compartilhada por carros, motos e bicicletas, sendo caracterizada, em sua maioria, por dar prioridade aos pedestres e estabelecer limites de velocidade de 40 km/h aos veículos. Ela conta com uma faixa preferencial para ciclistas, que é demarcada com uma pintura no chão, e pode ser dividida com outros veículos no momento em que esses precisam fazer uma conversão, o que exige respeito e bom senso de todos os usuários.

Para o especialista em mobilidade sustentável e diretor da Green Mobility, Lincoln Paiva, o aumento do número de ciclistas nas cidades está diretamente relacionado à infraestrutura oferecida, o que inclui a implantação de vias compartilhadas e a promoção da segurança viária de maneira geral. “Primeiro é preciso fazer ciclovias; quando as pessoas se sentem mais seguras, elas começam a pedalar”, afirma. Com o intuito de mapear a estrutura cicloviária do país, o Mobilize Brasil concluiu que São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília são, hoje, as capitais com maior extensão de vias adequadas ao trânsito de bicicletas.

Motivado pelo desejo de emagrecer e incentivado pelas melhorias promovidas para os ciclistas em Curitiba (que ocupa a quinta colocação no ranking apresentado pelo Mobilize), Waldeir Santos decidiu, há cinco anos, desentocar a velha bicicleta. Desde então, é ela que substitui o carro nos deslocamentos diários e protagoniza, até mesmo, pequenas viagens. “Imediatamente veio a sensação de liberdade. Comecei a interagir com o meio onde vivia, cumprimentar as pessoas, ouvir os pássaros e conhecer os tipos de árvores”, comenta.

Com um trajeto diário de 8km de casa até o trabalho, ele descobriu uma rotina cercada de benefícios. “Vi que levava apenas alguns minutos a mais do que de carro e com muitas vantagens, sendo as principais economia e diminuição do estresse do trânsito. Além disso, a bicicleta me ajudou a emagrecer 40 quilos”, destaca Santos.

Habituado a pedalar também em outras cidades, estados e países, ele visualiza a infraestrutura para bicicletas da capital paranaense como algo possível de ser aprimorado. “Se comparada a algumas cidades europeias onde já pedalei, como Madri e Barcelona, ela tem muito a melhorar. Mas sinto que a principal diferença dessas cidades ainda é o respeito com os ciclistas”, pondera. Em meio a essa disparidade, o ciclista não deixa de valorizar iniciativas como a da via calma. “Pena que muitos ciclistas deixam de usá-las para pedalar nas canaletas dos ônibus”, opina Santos.

Além do hábito de pedalar nas canaletas (vias exclusivas para ônibus), outras condutas inapropriadas acabam por colocar a vida dos ciclistas em risco nas cidades. Conforme o Atlas da Acidentalidade com Bicicletas no Trânsito Urbano de Curitiba em 2014, organizado por iniciativa do blog Ir e Vir de Bike, foram registrados 782 acidentes com ciclistas somente atendidos pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiro do Paraná. Dessa análise e de boletins de ocorrência, surgiu um banco de dados com o perfil completo dos acidentados, mas o levantamento é apenas um recorte de um cenário preocupante.

Assim como nas cidades, ciclistas também engrossam as estatísticas de acidentes nas rodovias

Os casos de ciclistas acidentados se estendem às rodovias. Conforme dados disponibilizado pela Polícia Rodoviária Federal, em todo o país, durante 2016, houve registro de 1.999 ocorrências com ciclistas – como condutores e passageiros -, declínio de apenas 1% se comparado a 2015, quando o número atingiu 2.029.

Apenas no Paraná, de janeiro a novembro de 2016, foram registrados 210 acidentes com ciclistas, com 185 pessoas feridas e 23 óbitos. De acordo com a PRF-PR, a principal causa desses acidentes é a irresponsabilidade dos motoristas, embora o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabeleça ser dever desses cuidarem dos ciclistas. O artigo 29 diz que respeitadas as normas de circulação e conduta, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, todos devem zelar pela segurança dos pedestres.

Paiva também associa a morte de ciclistas em rodovias à inadequação dessas vias. “Na Europa e em Portland, nos EUA, existem ciclorodovias, rodovias destinadas a ciclistas que querem pedalar grandes distâncias, treinar ou fazer viagens. No Brasil, esportistas, ciclistas amadores e aqueles que simplesmente dependem da bicicleta para se deslocarem em rodovias, se misturam e correm riscos. Nas cidades não encontram infraestrutura e, nas rodovias, velocidades incompatíveis com o ciclismo”, analisa.

O especialista acrescenta ainda que não se pode colocar a culpa no ciclista, que é o elo mais frágil nessa cadeia, e que é preciso encarar acidentes e mortes no trânsito de maneira intransigente.

“Qualquer morte no trânsito é inadmissível. As cidades precisam trabalhar com Vision Zero, nenhuma morte humana pode ser justificada”, complementa.

 

Cuidados necessários para garantir a segurança nos percursos de bicicleta
Comece devagar e aos poucos: Não adianta querer cruzar a cidade nos primeiros dias em que sair de bicicleta. Com mais experiência, é possível partir para trajetos maiores.
Planeje: Provavelmente, os lugares para os quais você irá serão sempre os mesmos. Portanto, vale pesquisar qual a melhor opção para uma bicicleta. Opte por caminhos mais tranquilos ou que tenham poucas subidas.
Fique sempre visível: Roupas claras sempre ajudam e, à noite, atenção redobrada. Use luzes e refletores para que você seja visto pelos outros.
Encontre a bicicleta certa: Há uma série de opções no mercado; vale fazer uma boa pesquisa e conversar com ciclistas mais experientes antes de fazer a aquisição.
Paralamas são importantes para dias chuvosos: O acessório evita que a água rebata em você. Leve também uma muda de roupas secas na mochila.
Seja gentil no trânsito; violência não ajuda em nada: É importante sair do ciclo vicioso de reagir com violência às outras pessoas. É fundamental manter sempre o respeito mútuo.
Respeite as leis de trânsito: A calçada é para uso exclusivo dos pedestres. Portanto, só a utilize desmontado da bicicleta, situação que o torna pedestre aos olhos da lei. Quando não houver ciclovia, ciclofaixa ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, pedale nos bordos da pista, sempre no mesmo sentido de circulação da via.

As informações são da Assessoria de Imprensa 

 

Fonte: Portal do Trânsito

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O Seguro DPVAT em números

 

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Você já parou pra pensar na quantidade de veículos que circulam nas ruas? Já teve curiosidade de saber qual Estado tem o maior índice de acidentes com veículos no Brasil? Ou, ainda, na idade da maioria das vítimas? Para deixar você por dentro dessas e de outras informações, preparamos uma série de posts sobre os números do trânsito a partir de dados levantados pela Seguradora Líder-DPVAT, que faz a gestão do Seguro DPVAT. Vamos dar um panorama bem bacana com informações atualizadas sobre esse tema. Confira, neste primeiro post, os números gerais!

Em 2016, a Seguradora Líder-DPVAT pagou mais de 434 mil indenizações de acidentes de trânsito. Desse número, 80% dos casos foram por invalidez permanente, envolvendo mais de 346 mil pessoas. Para se ter uma ideia, com essa quantidade de gente daria para encher mais de cinco estádios do Maracanã, como pode ser visto na imagem abaixo.

Já quando levamos em consideração as vítimas desses acidentes – motoristas, pedestres e passageiros –, os condutores representam a maioria. No ano passado, cerca de 246 mil indenizações foram destinadas para quem fica na direção de um veículo. Da mesma forma, eles foram os que mais receberam o reembolso em acidentes com sequelas permanentes e fatais, e 91% eram motociclistas.

Por falar em motos, os dados mostram que a maior parte das vítimas de acidentes com motocicletas tem idade entre 18 a 34 anos, ou seja, jovens com idade economicamente ativa. No infográfico abaixo, você confere essas informações de forma mais detalhada.

Esses são números que nos deixam preocupados, mas se unirmos informação com boas atitudes, podemos mudar essa realidade.

 

Fonte: Viver Seguro no Trânsito

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DPVAT registra queda de 33% no número de indenizações pagas em 2016

 

dpvat-registra-queda-de-33-no-numero-de-indenizacoes-pagas-em-2016Em 2016, foram pagas 434.246 mil indenizações pela Seguradora Líder-DPVAT por acidentes de trânsito em todo o Brasil. O número, referente a reembolso de despesas hospitalares, invalidez permanente e morte, é 33% inferior ao mesmo período de 2015. A maior queda registrada no período foi na cobertura de reembolso de despesas hospitalares (42%), seguida de invalidez permanente (33%) e morte (21%). No total, foram pagos R$ 1,7 bilhão em indenizações durante o ano passado.

De acordo com a Seguradora Líder, considerando o tipo de vítima, entre motoristas, pedestres e passageiros, os acidentes com motocicletas lideram uma triste estatística: indenizações por morte somaram 16.009 (65%); e invalidez atingiram 275.345 (91%). “O que nos deixa mais consternados é ver que são todos muito jovens”, diz Ismar Torres, diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT, à frente da empresa desde dezembro de 2016. Historicamente, a maioria dos acidentes de trânsito com vítimas ocorre com pessoas que têm entre 18 e 44 anos, a maioria homens (75% dos sinistros).

A falta do uso do capacete, o desrespeito às leis de trânsito (muitos guiam o veículo de duas rodas sem habilitação) e o mau estado de conservação de muitas motocicletas potencializam os acidentes graves. “Acidentes envolvendo motocicletas corresponderam a 76% do total, um número alarmante, levando-se em conta que elas respondem por 27% da frota de veículos automotores em circulação”, reforça Torres.

Queda acentuada

Para a Seguradora Líder, a queda significativa de 33% em relação a 2015 é fruto de um intenso trabalho de combate a fraudes por parte da empresa e ações de prevenção de acidentes e de fiscalização do trânsito, como a Lei Seca, radares, uso do cinto de segurança e elevação do valor das multas.

“O aprimoramento de controles e a adoção de critérios mais rigorosos na regulação de sinistros evitaram perdas da ordem de R$ 120,2 milhões com 9.493 tentativas de fraudes”, informa Ismar Torres.

Segundo ele, os critérios e auditorias da Seguradora Líder-DPVAT miram sempre “pagar certo a quem é de direito”.

Celso Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal, diz que toda diminuição nos números relacionados à violência no trânsito são sempre bem recebidos e causam entusiasmo, mas há de se cuidar com comemorações antecipadas.

“Pode não ser de fato, ainda, uma inversão da tendência verificada até então, que era de aumento da violência. Torço para que tenha mesmo ocorrido essa quebra e que estejamos vendo números que confirmem um futuro mais humanizado do nosso trânsito. À propósito, os últimos números divulgados pelo DATASUS, também apontam para uma melhora”, afirma.

Recursos para a União

Responsável pelo desenvolvimento de campanhas voltadas para Educação no Trânsito, o Denatran – Departamento Nacional de Trânsito – recebe 5% de todos os recursos arrecadados pelo Seguro DPVAT, o que correspondeu a repasses de R$ 434,7 bilhões, em 2016. Outros 45% são destinados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) e repassados ao Sistema Único de Saúde (SUS), a fim de custear as despesas com atendimentos realizados em unidades da rede pública, que atingiram R$ 3,9 bilhões no ano.

Os 50% restantes é que são efetivamente utilizados para custeio da operação, formação de reservas técnicas e pagamentos de indenização, que somaram R$ 4,3 bilhões no período.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Petrobras poderá reajustar preços de combustível todo dia para recuperar mercado

 

Em anúncio, estatal disse que nova política de preços possibilitará competição de maneira “mais ágil” com o mercado internacional.

A Petrobras revisou nesta sexta-feira (30) a política de preços do diesel e da gasolina, dando certa liberdade para que a área de marketing e comercialização da empresa reajuste as cotações na refinaria de forma mais frequente, inclusive diariamente, em busca de maior competitividade e com o objetivo principal de recuperar receita e participação de mercado.

As premissas da política de preços que tem menos de um ano, entretanto, estão mantidas, garantindo que a empresa mantenha sempre os preços dos dois combustíveis acima da paridade de importação. Ao agir dentro da lógica do mercado, a Petrobras também abre espaço para concorrentes importarem os derivados de petróleo.

A partir da nova orientação, que começa a valer em 3 de julho, a área técnica de marketing e comercialização da Petrobras poderá realizar ajustes sempre que achar necessário, dentro de uma faixa determinada, de redução de 7% a alta de 7% — a orientação anterior era de reajuste ao menos uma vez por mês.

A margem de referência será determinada e também reavaliada sempre que necessário pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp), composto pelo presidente da Petrobras e os diretores executivos de Gás e Refino e de Finanças e Relação com Investidores.

Com a mudança, o diretor de Refino e Gás Natural, Jorge Celestino, disse a jornalistas que a empresa inaugura um novo ciclo, no qual a empresa buscará que as mudanças de preços sejam mais naturais, como ocorre com commodities em todo mundo.

“O que a gente vai ter é reajustes mais frequentes, podendo ser até diariamente, com isso, dando mais competitividade certamente com reflexos positivos para o consumidor, promovendo maior competição no mercado”, afirmou Celestino a jornalistas.

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Toda vez que a Petrobras realizar uma alteração de preços na gasolina ou no diesel vendido nas refinarias, a informação será publicada em uma página na internet.

A mudança foi implementada após o Gemp avaliar que os ajustes que vinham sendo praticados, desde o lançamento da nova política, em outubro de 2016, não estavam sendo suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados.

“A companhia tem que reagir a perda de mercado… queremos recuperar o ‘market share’ que perdemos”, afirmou o diretor financeiro da Petrobras, Ivan Monteiro, também na coletiva de imprensa.

“A importação está crescendo, importação crescendo significa que Petrobras está perdendo ‘market share’”, acrescentou ele, sem detalhar a fatia perdida.

Como exemplo, a Petrobras prevê que as importações de diesel por terceiros alcancem 1,2 milhão de metros cúbicos em junho, ante 959 mil m3 em maio. Já as importações por terceiros de gasolina deverão atingir 290 mil m3 em junho, ante 311 mil m3 em maio.

Um problema adicional da perda de mercado da Petrobras, segundo Monteiro, é a redução da utilização da capacidade do parque de refino, que segundo ele está começando a atingir um nível baixo que não é adequado para o funcionamento do parque.

“O grande beneficiário dessa nova política é o nosso cliente. O que a área comercial pediu foi para que a gente dê ferramentas para que a empresa possa encantar o cliente, reconquistá-lo, porque parte disso foi perdido para o mercado”, afirmou Monteiro.

No último reajuste, em 14 de junho, a Petrobras reduziu o preço médio da gasolina nas refinarias em 2,3% e do diesel em 5,8%, citando posteriormente preocupação devido à concorrência com produtos importados.

Reajustes mais frequentes com nova política podem trazer alguma volatilidade para o item combustível no IPCA, uma vez que os preços irão variar conforme o petróleo e o câmbio. Porém nada que tenha um impacto relevante sobre a inflação, de acordo com analistas.

“Grosso modo, não muda nada, dá na mesma. Continua sendo uma coisa muito mais de acompanhar o petróleo e o câmbio”, destacou o economista-chefe do banco de investimento Haitong Jankiel Santos.

Os preços dos combustíveis vêm ajudando a aliviar os preços dos transportes e favorecendo a forte desaceleração da inflação. O IPCA-15, prévia da inflação oficial, mostrou que em junho o item caiu 0,66%, levando a uma queda de 0,10% nos custos de transportes.

Plano de negócios

Para Monteiro, a nova frequência de ajustes de preços permitirá que a empresa reforce a entrega do Plano de Negócios e Gestão 2017-2021, que segundo ele está sendo cumprido.

O executivo destacou ainda que a empresa não prevê fazer uma revisão profunda do plano de negócios, como foi feito na história recente da empresa, já que as premissas atuais, em sua avaliação, estão claras e serão mantidas.

“Todo ano a Petrobras discutia a relação, discutia todas as suas principais atividades e a gente tem um foco claro na Petrobras que é o aumento da produção de petróleo e gás dado a qualidade do pré-sal. Esse é o nosso foco”, disse Monteiro.

Ajustes pontuais de orçamento, no entanto, poderão acontecer conforme o necessário, mas o executivo não quis dar mais detalhes e nem informar prazos, uma vez que não tem nada definido.

“A gente não vai no fim do ano discutir se a Petrobras vai ou não produzir petróleo… Agora, os aperfeiçoamentos para a base orçamentária anual, isso sempre ocorre”, afirmou.

Sobre a busca por parceiros na área de refino, os executivos explicaram que o modelo que será seguido ainda está em elaboração dentro da empresa.

A Petrobras não planeja terminar a segunda unidade de refino da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, nem a refinaria do Comperj, no Rio de Janeiro, sem que haja um sócio para suportar novos investimentos.

Fonte: G1

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Câmara analisa projeto que aumenta valor da multa para quem dirigir sem ter habilitação

 

camara-analisa-projeto-que-aumenta-valor-da-multa-para-quem-dirigir-sem-ter-habilitacaoA Câmara dos Deputados analisa projeto de lei que aumenta de três para cinco vezes o valor da multa para quem dirigir sem possuir carteira/permissão ou com a carteira cassada ou suspensa.

A proposta, ainda não numerada, foi elaborada e aprovada pela Comissão de Legislação Participativa a partir de uma sugestão (SUG 119/14) apresentada pela Associação Nacional dos Departamentos de Trânsito.

No atual Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), essas infrações, classificadas como gravíssimas, são penalizadas com multa, cujo valor é multiplicado por três, no primeiro caso, e por cinco, no segundo.

Sem requisitos obrigatórios

A Associação Nacional dos Departamentos de Trânsito entende que “o cometimento dessa infração implica em um cidadão que não passou pelos requisitos obrigatórios para a condução de um veículo automotor, mas empiricamente está na malha viária conduzindo um veículo”, diz a entidade.

O texto foi relatado pelo deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP) que defendeu um maior impacto financeiro sobre os infratores para desestimular mais efetivamente essas práticas indevidas. “A diminuição do fator multiplicador e, consequentemente, da multa a ser aplicada, pode levar os condutores a sentirem-se mais tentados a desrespeitar a norma legal”, afirmou o deputado.

Tramitação

A proposta será numerada e analisada por comissões técnicas da Câmara.

As informações são da Agência Câmara

 

Fonte: Portal do Trânsito

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STJ suspende processos que questionam aulas em simulador de direção

 

stj-suspende-processos-que-questionam-aulas-em-simulador-de-direcaoEnquanto o Superior Tribunal de Justiça ou o Supremo Tribunal Federal não tomarem uma decisão sobre a obrigatoriedade de aulas em simulador de direção para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação, a tramitação de todos os processos relativos ao tema está suspensa. A decisão foi tomada pelo STJ a pedido da Advocacia-Geral da União.

Na solicitação, a AGU sustenta que identificou pelo menos 490 ações na Justiça Federal questionando a legalidade da exigência, prevista na Resolução 543/2015 do Conselho Nacional de Trânsito. Como decisões divergentes vêm sendo proferidas, a AGU alertou para a necessidade de dar segurança jurídica ao tema.

O presidente da Comissão Gestora de Precedentes do STJ, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, acolheu liminarmente o pedido e reconheceu que há “excepcional interesse público” na questão. A decisão, ressaltou o magistrado, proíbe que os processos em andamento sejam sentenciados, mas não impede o ajuizamento de novas ações.

Feito pelo Departamento de Serviço Público da Procuradoria-Geral da União em conjunto com o Núcleo de Atuação Estratégica em Casos Repetitivos (Nucre), o pedido foi possibilitado pela instauração de Incidente de Demandas Repetitivas no Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

Simuladores

Apesar de toda polêmica, o uso do simulador continua obrigatório no processo de formação de condutores no Brasil, de acordo com a Resolução 543/15. Mesmo assim, muitas autoescolas têm entrado na justiça para tentar reverter essa exigência.

Para Celso Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal, o problema não é a tecnologia usada, pois o uso do simulador já é consagrado em outras áreas. “Nenhum piloto de avião tira do chão um Boeing ou Airbus sem ter passado por horas de treinamento num simulador de voo. A causa de tanta polêmica está mais na forma atrapalhada da implementação, que gera muitas resistências”, diz.

De acordo com Mariano, o uso de simuladores na Primeira Habilitação pode sim contribuir, mas não deve ser esperado nenhum milagre. Ele aponta muitas outras melhorias no processo de formação de condutores que deveriam ser feitas antes, e que seriam de implementação bem mais simples e barata. Cita como exemplo a qualificação dos Bancos de Questões dos DETRANs que, com perguntas mais bem elaboradas, poderia influenciar de forma contundente a qualidade do processo.

“Com perguntas inteligentes nas provas, os CFCs teriam necessariamente que melhorar suas aulas, investindo em metodologia de ensino, bons materiais didáticos, e cursos de aprimoramento para seus instrutores”, afirma.

Mariano observa ainda que a fase em que está proposta a utilização do equipamento, no meio do curso, quando o foco do aluno está em aprender a controlar o veículo, é um desperdício. “Um simulador seria muito mais útil no final do processo, quando o aluno já domina o carro, mas não tem nenhuma experiência em dirigir sozinho, enfrentar tráfego pesado ou viagens em estradas e rodovias. Poder viver a experiência de conduzir em condições adversas, ainda que num ambiente virtual, desde que em um bom simulador, seria precioso. Nossa realidade é que o curso atual está otimizado para o aluno passar na prova, não propriamente para formá-lo como condutor. Este aprendizado final, temerosamente, acontece longe das autoescolas, nas ruas. Seria bem melhor para todos que acontecesse em um simulador”, conclui.

Dentro desse assunto, o que é unânime é a necessidade de algo ser feito para diminuir o índice de mortes no trânsito brasileiro.

“A cada 10 minutos uma pessoa morre em nossas ruas, avenidas, estradas e rodovias. E inclusive nas calçadas. E o perfil típico dessas vítimas é de jovens, homens e em idade produtiva. Já pensou se isso continuar assim, como estaremos em 2050, 2080, em relação aos países que já aprenderam que morrer no trânsito não é aceitável? Temos um Código de Trânsito que determina, e isso já fazem 17 anos, que a Educação para o Trânsito é parte indissociável da receita para um trânsito humanizado. Mas nos comportamos como se o trabalho dos CFCs e aplicação de multas fossem resolver nosso atraso”, conclui o especialista.

Fonte: Portal do Trânsito

O artigo: STJ suspende processos que questionam aulas em simulador de direção, também pode ser encontrado no portal: IN Trânsito.

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Álcool e direção? Simulador mostra os efeitos negativos dessa combinação!

 

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Dificuldade de concentração, redução dos reflexos e diminuição da capacidade de entendimento das informações – esses são alguns dos efeitos que comprovam que bebida alcoólica e direção não combinam. Muitas vezes, essa mistura termina com alguém machucado. Para se ter uma ideia, o Brasil ocupa o quinto lugar em países com maior número de óbitos ligados ao consumo de bebidas, segundo estudo mais atualizado da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Com a intenção de reduzir esse dado, autoescolas de todo o país implementaram, no início deste ano, o simulador de direção.

Funcionando de forma bem parecida a uma partida de carrinhos no vídeo game, a ferramenta reproduz cenários e situações nas ruas para que o motorista saiba a forma correta de agir no trânsito. Mas, lembre-se: o simulador não é um brinquedo, e uma de suas vantagens é justamente aplicar lições que não poderiam ser ensinadas, por motivo de segurança, em vias públicas, como os efeitos do álcool quando se está dirigindo.

Durante as aulas de alcoolemia – parte do curso em que é simulado o resultado de álcool e direção –, a percepção do aluno é alterada, o volante responde com atraso e a visão fica embaçada.

Para tornar a experiência ainda mais próxima da realidade, o simulador conta com banco de motorista, volante, marcha e três telas: uma à frente do aluno e duas nas laterais, que reproduzem as imagens refletidas pelos retrovisores. A partir dessa estrutura, os alunos têm a oportunidade de passar pela experiência e saber quais as consequências de dirigir sob a influência do álcool.

 

Fonte: Viver Seguro no Trânsito

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