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Trânsito Brasília - Arquivo CNT

Indenizações por morte no trânsito sobem 42% no Brasil

 

Foram 4.595 indenizações pagas para herdeiros de pessoas que morreram em ocorrências de trânsito em apenas um mês.

 

Trânsito Brasília - Arquivo CNT

Apenas no mês de agosto, foram pagas 37.934 indenizações para casos de morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares decorrentes de acidentes de trânsito no Brasil. O número é 8% superior do que o registrado no mesmo mês de 2016. Os dados são do Boletim Estatístico da Seguradora Líder, responsável pela administração do Seguro DPVAT no Brasil.  A pesquisa ainda mostra um aumento de 42% de indenizações por morte ante ao mesmo período de 2016. Foram 4.595 indenizações pagas para herdeiros de vítimas fatais em apenas um mês.

Para o diretor-presidente da Seguradora Líder, Ismar Tôrres, os números mostram que é preciso haver uma consciência maior por parte dos motoristas para que os números possam diminuir. “As imprudências no trânsito, de forma geral, contribuem para o número expressivo de acidentes com vítimas no país. E as análises contínuas de nossos indicadores podem contribuir para o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes mais efetivas em todo o país”.

Os motociclistas ainda são as principais vítimas de acidentes. Avaliando somente o mês de agosto, dos 16.977 motoristas que receberam indenização por invalidez permanente, 15.270 eram motociclistas. Em números percentuais, eles representaram quase 90% dos condutores indenizados neste tipo de cobertura durante o mês de agosto. “No caso dos motociclistas, a falta do uso do capacete, o desrespeito às leis de trânsito (muitos guiam o veículo de duas rodas sem habilitação) e o mau estado de conservação de muitas motocicletas podem potencializar os acidentes graves”, analisa Tôrres.

As estatísticas do boletim são baseadas nas quantidades de pagamentos das indenizações do Seguro DPVAT e referem-se às ocorrências de acidentes no período e em anos anteriores, observado o prazo prescricional de três anos da data do acidente, período em que a vítima ou herdeiro pode solicitar a indenização.

Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o quarto colocado em número de mortes nas Américas, atrás apenas de República Dominicana, Belize e Venezuela.

O Brasil registra cerca de 47 mil mortes no trânsito por ano — 400 mil pessoas ficam com algum tipo de sequela. O custo dessa epidemia ao país é de R$ 56 bilhões, segundo levantamento do Observatório Nacional de Segurança Viária. Com esse dinheiro, seria possível construir 28 mil escolas ou 1.800 hospitais.

Fonte: CNT

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73% do preço da gasolina é imposto e margem de lucro

 

Petrobras afirma ser responsável por 27% do preço final da gasolina e por 48% do preço final do diesel

 

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O preço do combustível é uma preocupação recorrente dos brasileiros. Mas uma audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados nesta semana revelou que a variação nas alíquotas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é a responsável pela diferença de preço nas bombas  de gasolina, álcool e diesel, segundo representantes do setor.

Foi debatido os critérios para os reajustes das tarifas e as disparidades de preços entre os diversos Estados do país. Em sua defesa, a Petrobras – que importa e refina o petróleo para obter combustível – afirma ser responsável por 27% do preço final da gasolina e por 48% do preço final do diesel. “O restante corresponde a custos, impostos e margens de lucro”, disse o gerente geral de Marketing e Comercialização da Petrobras, Flávio Araújo.

Enquanto isso, os postos reclamam das distribuidoras, que não esclarecem quais são as suas margens de revenda. Vale destacar ainda que, há 15 anos, os preços são definidos livremente, sem intervenção do governo, variando de acordo com os preços do petróleo no mercado internacional e com a flutuação do câmbio.

Segundo informações divulgadas pela Agência Câmara Notícias, o vice-presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes, José Camargo Hernandes, acredita que o ICMS é um fator relevante na análise das diferenças de preços dos combustíveis.

“Na gasolina, nós temos, no Norte, uma média de 26% de alíquota de ICMS; no Nordeste, 29%; no Centro-Oeste, 27%; no Sudeste, 29%; e no Sul, 28%. Lembrando que cada Estado decide qual é a alíquota de ICMS que irá aplicar em cada derivado de petróleo”, disse.

 

Fonte: ICarros

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Regulamentação de aplicativos para transporte de passageiros deve avançar na próxima semana

 

regulamentacao-de-aplicativos-para-transporte-de-passageiros-deve-avancar-na-proxima-semanaApesar das divergências em relação a alguns pontos, a regulamentação de serviços de transporte remunerado individual por meio de aplicativos como Uber, 99 e Cabify tem grandes chances de avançar na próxima semana. Todos os senadores que participaram de audiência pública sobre o tema nesta quarta-feira (20) defenderam a votação com urgência da proposta, o PLC 28/2017.

O debate foi promovido pelas comissões de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT); Assuntos Sociais (CAS); Assuntos Econômicos (CAE); e Serviços de Infraestrutura (CI). O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 28/2017 em questão tramita em conjunto com outras duas propostas: o PLS 726/2015 e PLS 530/2015.

Aprovado em abril pela Câmara dos Deputados, o projeto determina uma série de exigências para que esse tipo de serviço possa funcionar, incluindo uma autorização prévia das prefeituras. O senadores pedirão ao presidente Eunício Oliveira que paute a votação do PLC em Plenário já na próxima semana. O relator do projeto, senador Pedro Chaves (PSC-MS), disse que vai apresentar o parecer a tempo para a votação:

— Nosso interesse é pacificar isso de forma definitiva. Não há interesse em proteger A ou B. Nós queremos que haja um ponto de equilíbrio – disse Chaves.

Durante o debate, aqueles que defendem os aplicativos afirmaram que a concorrência é benéfica para o consumidor por oferecer preços mais baixos, a diminuição de trânsito e o aumento de empregos e se posicionaram contra o projeto da forma como veio da Câmara. Mas os taxistas argumentaram que a regulamentação do transporte por aplicativo torna o mercado mais justo para ambos profissionais e garantirá maior segurança para motoristas e consumidores.

Atividade privada

Daniel Mangabeira, diretor de Políticas Públicas do Uber no Brasil, criticou emenda aprovada na Câmara que retirou do projeto o trecho que estabelece que transporte individual de passageiros é uma atividade de natureza privada, o que levaria os motoristas do Uber e de similares a precisarem de autorização específica do poder público municipal. Segundo ele, a medida pode inviabilizar a prestação do serviço. A emenda aprovada também levará à exigência de placas vermelhas para os automóveis que prestarem o serviço, a mesma utilizada hoje nos táxis.

— O projeto tenta caracterizar um sistema privado como público. Isso prejudica a prestação de serviços para os usuários e prejudica pessoas que possam ter nessa plataforma uma geração de renda – lamentou.

Guilherme Mendes Resende, do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), afirmou que o Uber criou uma nova demanda quando iniciou as atividades no Brasil em 2014. Segundo ele, pessoas que não utilizavam taxis passaram a usar o transporte via aplicativo em razão dos preços mais baixos.

Edmilson Sarlo, presidente da Associação Brasileira das Associações Civis e Cooperativas de Motoristas de Taxi relatou casos de violência, assédios, sequestros estupro praticados por motoristas do Uber.

— O Uber não quer ter regras. Regras protegem o cidadão contra isso. Tem que ter autorização das prefeituras. Tem que ser fiscalizado. Tem que ter placa vermelha – defendeu.

André Oliveira, da Associação de Assistência aos Motoristas de Táxi do Brasil, também defendeu a criação de regras para o serviço. Segundo ele, motoristas de Uber e outros aplicativos estão sendo explorados pelas empresas:

—  Quem está ganhando com isso é apenas a empresa. Tem um monte de trabalhadores, taxistas e desses aplicativos, passando fome. Motoristas reclamam dos valores pagos por quilômetro rodado – disse.

Concorrência

O subsecretário de Análise Econômica e Advocacia da Concorrência do Ministério da Fazenda também defendeu a regulamentação, mas com regras que não inibam o funcionamento dos aplicativos. Mesma opinião manifestou secretário Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Arthur Rollo. Segundo ele, a concorrência é benéfica para o consumidor, mas regras são necessárias:

— Quanto mais concorrência melhor, mas é preciso regulamentar, ter fiscalização nas ruas. Uma vez eu pedi um Uber e veio uma pessoa diferente da que estava cadastrada no aplicativo – relatou.

Controvérsias

Para o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), a principal preocupação do Senado deve ser garantir direitos trabalhistas para os motoristas do Uber e assegurar condições justas de concorrência no mercado para os taxistas.

— Eu não sei se tenho mais pena dos taxistas ou dos trabalhadores do Uber. O modelo do Uber é de semiescravidão. Tem que ter regulamentação, tem que pagar imposto – disse.

O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) disse discordar de alguns pontos do projeto, mas afirmou que o Senado precisa decidir o quanto antes:

— A regulamentação não pode ser uma estatização. Temos que considerar o interesse dos trabalhadores, mas também dos usuários – salientou.

As informações são da Agência Câmara de Notícias

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Bom comportamento ao volante é valorizado na SNT 2017

 

bom-comportamento-ao-volante-e-valorizado-na-snt-2017Este ano o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definiu como tema a ser trabalhado durante a Semana Nacional de Trânsito (18 a 25 de setembro): “Minha escolha faz a diferença no trânsito”. A principal finalidade, segundo o Contran, é conscientizar o cidadão de sua responsabilidade no trânsito, valorizando ações do cotidiano e visando a participação de todos para o alcance da segurança viária.

O primeiro passo, para ser um bom motorista e um bom cidadão, é fazer uma autocrítica honesta do próprio comportamento ao volante, do grau de agressividade e dos maus hábitos. Depois disso, é possível adotar um padrão de comportamento civilizado e aceitar as deficiências das outras pessoas.

Algumas características podem ser desenvolvidas ou aprimoradas, para que haja uma verdadeira transformação no papel que o indivíduo exerce no trânsito. O Portal lista abaixo algumas delas.

Respeita as normas de trânsito

É dever de todo cidadão respeitar as leis. Um bom motorista pode questioná-las, mas não desobedecê-las. Geralmente, graves acidentes são precedidos de infrações de trânsito.

Age com bom senso

Atitudes refletidas e bem pensadas podem fazer a diferença em momentos de tensão ou em situações críticas. O motorista consciente é aquele que, em uma situação delicada, pensa antes de agir, procura analisar os dois lados e ser justo em palavras e decisões sem ficar nervoso, principalmente se o errado for ele mesmo.

Respeita o direito das outras pessoas

A prática de boas atitudes entre os usuários do trânsito tem o poder de promover o respeito mútuo e a cidadania. A melhor forma de aprender a respeitar os demais é colocar-se no lugar do outro. Dessa forma, o motorista saberá como agir com motociclistas, pedestres, ciclistas e demais atores do trânsito.

Preserva o meio ambiente

O motorista precisa entender que faz parte do meio ambiente e que algumas atitudes acabam afetando a todos negativamente. Algumas pessoas já se conscientizaram da importância de preservar, de viver sem agredir a natureza. A responsabilidade de preservar o meio ambiente é de todos. Já não é mais admissível que uma pessoa, por irresponsabilidade ou ignorância, agrida o meio ambiente.

É compreensivo com os erros dos outros, pois também erra

Errar é humano. Em algum momento, todos acabam cometendo erros. Um bom motorista é compreensivo, mantém a calma e não se deixa afetar pelo erro dos outros.

Evita confrontos e comportamentos agressivos

O bate-boca não resolve, porque ninguém mais está escutando. O ideal é não participar de desentendimentos no trânsito. O bom motorista procura acalmar os ânimos para voltar ao diálogo.

Sabe distinguir o momento oportuno

Congestionamentos, incidentes e situações tensas geram irritação e desconforto. Nestas circunstâncias, é preciso manter a cabeça fria e escolher o momento ideal para agir, pois qualquer gesto ou atitude imprópria pode gerar confusão e até acidentes.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Código de Trânsito faz 20 anos, mas acidentes fatais ainda geram preocupação

 

codigo-de-transito-faz-20-anos-mas-acidentes-fatais-ainda-geram-preocupacaoO Código de Trânsito Brasileiro (CTB) completou 20 anos no dia 23 de setembro. Criado pela lei 9.503, o CTB tem 341 artigos e 688 resoluções inseridas ao longo do tempo, na tentativa de se buscar uma perfeição de normas.

Mesmo considerada boa por especialista, a legislação ainda não tem sido suficiente para tirar o Brasil de uma posição nada invejável no ranking mundial de mortes no trânsito: o quarto lugar, depois da China, Índia e Nigéria.

Os dados oficiais mais recentes do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, são de 2015, quando 38.651 morreram vítimas de acidentes de trânsito. Esse número foi 11% inferior a 2014, mas ainda elevado e em ritmo lento diante do propósito de um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), que é reduzir as ocorrências à metade no fechamento da década, em 2020.

Os casos envolvendo automóveis caíram 23,9% e os óbitos por atropelamentos, 21,5%. Já os registros referentes a motociclistas diminuíram com intensidade menor (4,8%).

De acordo com esse relatório, o estado de São Paulo foi o que mais conseguiu reduzir o número de vítimas fatais ao passar de 7.303 (em 2014) para 6.134 (em 2015), uma baixa em termos absolutos de 1.169 óbitos.

Em seguida aparece o Rio de Janeiro (de 2.902 para 2.193), o que significa 709 mortes a menos, e Bahia, onde 2.265 pessoas perderam a vida em 2015, ante 2.737, em 2014, uma diferença de 472.

Lei Seca

Para o Ministério da Saúde, essa redução “pode estar relacionada à efetividade das ações de fiscalização após a Lei seca”, implantada há 9 anos. Em suas considerações, a pasta destaca que, “além de mudar os hábitos dos brasileiros, a lei trouxe um maior rigor na punição e no bolso de quem a desobedece”.

O condutor flagrado dirigindo sob efeito de qualquer quantidade de bebida alcoólica está sujeito a multa de R$ 2.934,70, além da suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Na reincidência, o valor é dobrado.

Uma outra explicação é o desaquecimento no mercado interno de veículos e também a integração dos municípios ao Sistema Nacional de Trânsito (SNT). De acordo com o ministério, nas localidades onde foram criados os órgãos executivos de trânsito foi constatado um recuo de 12,8% no registro de mortes provocados por acidentes, enquanto nos demais ocorreu queda de 8,9%.

Internações

Os dados indicam também uma redução de 1.018 casos de feridos internados, mas que, igualmente, revela um saldo expressivo. Tiveram de ser hospitalizados 158,7 mil vítimas. Apesar dessa queda, quando são analisadas isoladamente, as ocorrências mostram crescimento em relação aos acidentados com motocicletas, que tiveram um aumento de 4.061 no total de casos, e com bicicletas, 1.669.

Sem contar os transtornos aos pacientes e familiares e as despesas previdenciárias, essas internações geraram um custo de R$ 242 milhões para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Por meio de nota, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, informou que a questão “ é um problema que precisa ser enfrentado com muita clareza e determinação de toda a sociedade, pois causa danos às famílias que acabam perdendo seus entes queridos”.

Francisco Garonce, coordenador de Educação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), considera significativo o resultado obtido no combate à violência no trânsito, mas vê como “uma meta ambiciosa” a tentativa de reduzir à metade os casos de acidente com morte nesses próximos três anos.

Segundo ele, uma das medidas em curso é a reestruturação do processo de formação dos condutores pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em que deverão ser adotadas regras mais claras em torno das provas teóricas e práticas para a expedição da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

”Com mais clareza em torno de todas as habilidades que o condutor deve ter, diminui aquele nervosismo por imaginar se o examinador é bonzinho ou ruim”, disse Garonce.

Preparação pedagógica

O coordenador informou também que um estudo do Observatório Nacional de Segurança Viária, aprovado pelo Contran, foi entregue esta semana ao Ministério de Educação (MEC). Trata-se de uma proposta para adoção de um método pedagógico no ensino fundamental visando à formação dos alunos das nove séries em educação do trânsito.

Resultado de quatro anos de trabalho, esse estudo estabelece estratégias para todos os níveis do ensino fundamental, explicou o gerente técnico dessa organização não governamental (ONG), Renato Campestrini.

Foram elaborados 20 livros didáticos com temas vinculados à questão do trânsito e que serão inseridos em disciplinas da grade escolar, entre elas o ensino da física ou da matemática. A ideia é preparar esses estudantes contra os riscos de se envolverem em acidentes, o que será útil ainda para torná-los mais aptos no futuro, quando tiverem a intenção de obter a CNH, esclareceu Campestrini.

Os especialistas ouvidos pela Agência Brasil avaliam que, para combater a violência no trânsito, não se pode escapar do tripé: educação, engenharia (infraestrutura das vias e do transporte) e fiscalização. Para o professor do Instituto de Segurança no Trânsito e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB), David Duarte Lima, existem defeitos no Código.

“Em vez de mais programa de segurança no trânsito, o que temos é uma mina de ouro por meio das cobranças de multas, que acabam sendo um tapa-buraco nos caixas dos governos.”.

Conforme o professor, há um desequilíbrio na classificação do teor das infrações com os conceitos de gravíssimas, graves e leves. “Na prática, algumas tipificadas de muito graves não o são’”,afirma Duarte Lima, citando como exemplo a punição em torno de mudanças de faixas com multa e perda de quatro pontos na CNH.”Mas são problemas que não se resolve do dia para a noite”, disse.

Em sua análise, uma das soluções para amenizar o fluxo e evitar acidentes é o aumento dos investimentos em transportes, incluindo o sistema sobre trilhos como é feito na Europa.

Mais educação

Já o engenheiro Luiz Célio Bottura, do Instituto de Engenharia, avalia que o país tem “um bom código”. Segundo ele, a falha “é a falta de educação no trânsito”, combinada com o fato de se investir pouco em fiscalização e de se menosprezar os meios de proteção ao pedestre.

“O cidadão sabe que não deve usar o celular ao volante, mas usa. Ele sabe que não deve ultrapassar o limite de velocidade, mas, se não tem radar, ele excede na aceleração”. Bottura lembra que, em rodovias onde não há sinalização, o limite máximo de velocidade é de 110 km/h, mas deveria baixar para 60 km/h.

Ele também defende ainda maior engajamento dos fabricantes de veículos com a adoção de critérios contra defeitos de produção que implicam em riscos potenciais de acidentes.

Reconhece como evolução positiva os itens de segurança agregados em modelos nacionais, como o air-bag e o cinto de segurança. No entanto, adverte que isso nada vale se forem comercializadas unidades que, eventualmente, venham apresentar panes nesses equipamentos.

As informações são da Agência Brasil

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Novos motores diesel são tão poluentes quanto a gasolina, diz relatório

 

Ministério dos Transportes da Alemanha alega que motores a diesel não ajudam o meio ambiente.

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Após uma reunião com os representantes do governo, em agosto, as maiores montadoras da Alemanha concordaram em reduzir as emissões de NOx de seus veículos a diesel em até 25% com atualizações de software. Mas a indústria automotiva local pode estar enfrentando outro desafio em breve. Segundo relatório do Ministério dos Transportes alemão, os veículos a diesel não produzem menos dióxido de carbono que os a gasolina e não são melhores para o meio ambiente.

De acordo com o grupo de jornais Funke, o órgão afirmou, em resposta a um inquérito da oposição “verde”, que os carros diesel registrados em 2016 emitiram, em média, 128 gramas de CO2 por quilômetro, enquanto os veículos a gás emitiam 129 gr/CO2. A diferença de emissões tem sido semelhante nos últimos dez anos, segundo as informações. “É um mito dizer que o diesel ajuda a proteger o clima”, disse Stephan Kuehn, especialista em transportes dos verdes no Parlamento Alemanha, comentando aos jornais do Funke.

No entanto, o fato de os modelos a diesel no país serem geralmente maiores, mais potentes e mais pesados explicariam os números quase idênticos de dióxido de carbono entre os motores a diesel e a gás. “Os motores a diesel gastam as vantagens teóricas que poderiam trazer para o meio ambiente, sendo muitas vezes incorporadas em carros pesados ​​e de alta potência”, comentou Kuehn.

 

Fonte: Jornal do Carro

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Detran.SP inicia ciclo de palestras para autoescolas

 

Organizado pela Escola Púbica de Trânsito (EPT), o Programa CFCs em Ação! visa a atualização das equipes técnico-pedagógicas das entidades de ensino.

 

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) iniciou nesta segunda-feira (25/9) um ciclo de palestras itinerantes voltadas para as autoescolas — os Centros de Formação de Condutores (CFC). Organizado pela Escola Púbica de Trânsito (EPT), o Programa CFCs em Ação! visa a atualização das equipes técnico-pedagógicas das entidades de ensino.

A primeira conferência, para autoescolas da capital e da região metropolitana, teve como palestrantes o engenheiro e sociólogo Eduardo Vasconcellos, que abordou o cenário da mobilidade no Brasil, e a arquiteta e urbanista Meli Malatesta, que falou sobre a segurança de pedestres e ciclistas.

“Além de reforçar a questão pedagógica para as autoescolas, esse ciclo de palestras é parte dos esforços do Detran.SP em promover a educação para o trânsito, buscando aumentar a segurança viária e reduzir os índices de acidentes e mortes”, diz o diretor-presidente do departamento, Maxwell Vieira.

Outros seis eventos estão previstos até o fim de outubro:

  • 4.out – Região Campinas e Sorocaba
  • 6.out – Região Vale do Paraíba e Baixada Santista
  • 10.out – Região Araçatuba e Presidente Prudente
  • 17.out – Região Marília, Bauru e Botucatu
  • 19.out – São José do Rio Preto
  • 24.out – Franca, Barretos, Araraquara e Ribeirão Preto

O Programa CFCs em Ação! é permanente e integra a plataforma educacional da EPT para fortalecer a formação de condutores no Estado de São Paulo, onde estão aproximadamente 3.500 autoescolas.

Fonte: Detran.SP

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Última semana para licenciar veículos com placa terminada em 7 e caminhões com final 1 ou 2

 

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) alerta que a próxima sexta-feira, 29 de setembro, é o último dia útil para proprietários de veículos com placa terminada em 7 e caminhões com final 1 ou 2 realizar o licenciamento do exercício 2017. Caso contrário, não poderão rodar com o veículo a partir desta data até a regularização do documento.

A falta do licenciamento pode gerar a remoção do veículo ao pátio, além de render multa de R$ 293,47 e sete pontos na habilitação do dono do veículo porque é infração gravíssima, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

No Estado de São Paulo, o calendário obrigatório de licenciamento é de abril a dezembro, de acordo com o final de placa. Mas o motorista não precisa esperar chegar o seu mês para regularizar a situação. O licenciamento pode ser feito de forma antecipada a qualquer momento.

Calendário obrigatório – Independentemente do ano de fabricação, todo veículo precisa ser licenciado anualmente para poder circular nas vias públicas, uma exigência da legislação federal de trânsito.

No Estado de São Paulo, o cronograma que deve ser seguido pelos proprietários vai de acordo com o número final da placa, conforme os calendários abaixo:

 

Fonte: Detran.SP

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Enfatizar o papel de cada usuário das vias públicas é o foco da SNT em 2017

 

Até 2030, o número de mortos em acidentes pode chegar a 1,9 milhão de pessoas em todo o mundo, daí a importância de conscientizar a população.

 

enfatizar-o-papel-de-cada-usuario-das-vias-publicas-e-o-foco-da-snt-em-2017No Cartoon Motor Mania, da Disney, o senhor Walker é um homem comum, de hábitos comuns; um cidadão inteligente, gentil, amável e honesto, incapaz de matar uma formiga. Ele se considera um bom motorista, mas, quando pega no volante, sofre uma metamorfose e se transforma num condutor diabólico. A sensação de poder no comando do automóvel muda a sua personalidade e ele vira o Sr. Willer, um sujeito grosseiro, sem paciência, que se comporta como o “dono da rua”, xinga as pessoas ao redor, não respeita às leis de trânsito e se envolve em vários acidentes. Apesar de ficcional, o Sr. Willer parece ter sido inspirado em muitos condutores da vida real, que acabam se envolvendo em sinistros por pura imprudência.

De acordo com o Observatório Nacional de Segurança Viária, 90% dos acidentes ocorrem por falhas humanas – que vão de desatenção dos condutores ao desrespeito à legislação. As mais comuns citadas pela instituição são o excesso de velocidade, manuseio do celular, falta de equipamentos de segurança como o cinto de segurança ou capacete, uso de bebidas alcóolicas antes de dirigir e até mesmo dirigir cansado.

Em 2012, 46.689 pessoas morreram devido a acidentes de trânsito no país, o que significa uma morte a cada 12 minutos. Os números estão no documento Retrato da Segurança Viária no Brasil, uma iniciativa público-privada. Segundo o levantamento, motociclistas lideram o ranking, com 36,2% de óbitos e 55% de feridos – sendo que as motos somam 26,4% da frota de veículos brasileira. Os índices envolvendo pedestres também são alarmantes: totalizam 25,4% das vítimas fatais em acidentes viários, sendo que no Norte o índice chega a 32,3% e a 31,4% no Sudeste.

Ainda conforme o Relatório, o cenário atual sugere que até 2030 o número de mortos em acidentes pode chegar a 1,9 milhão de pessoas em todo o mundo. Daí, a importância de conscientizar todos os usuários das vias públicas a terem mais atenção, respeito e empatia no trânsito, para que esse triste prognóstico não se concretize.  O uso do cinto de segurança, por exemplo, é uma medida simples que reduz o risco de morte em até 50% dos casos entre passageiros nos bancos dianteiros, e em até 75% para os ocupantes do banco traseiro.

Um trânsito mais democrático e cidadão

Atento à realidade acerca do trânsito brasileiro, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) realiza, de 18 a 25 de setembro, a Semana Nacional do Trânsito (SNT). O evento acontece todos os anos e nele são promovidas diversas atividades em todo o país para estimular uma mudança de comportamento no trânsito e transformar as ruas num espaço de cidadania, tornando cada um dos usuários das vias – motoristas, motociclistas, pedestres, ciclistas, passageiros etc – protagonistas dessa nova realidade.

O tema “Minha escolha faz a diferença no trânsito” foi escolhido não apenas para a SNT, mas para todas as campanhas e ações educativas envolvendo o trânsito em 2017. Com isso buscou-se enfatizar a importância e a valorização da responsabilidade de todo cidadão na construção de um trânsito mais seguro e saudável.

Para Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons, que desenvolve e aplica tecnologia para a segurança viária, o trânsito é um ambiente complexo onde o espaço é dividido por diferentes pessoas e veículos, por isso exige condutas adequadas e bom senso por parte de todos.

“Todos têm essencial e igual relevância na construção de um trânsito mais humano e mais seguro. O motorista deve respeitar os limites de velocidades estipulados. O pedestre deve usar a faixa para travessia e fazê-la com atenção máxima. O ciclista não deve pedalar nas calçadas, destinadas exclusivamente aos pedestres. Motociclistas não devem circular pelo corredor. Precisamos pensar o trânsito como um organismo vivo constituído de diversas partes, e o mote das campanhas educativas desse ano deixa isso claro: minha escolha faz a diferença, independe de qual meio de transporte estou utilizando”, aponta.

Ainda segundo Campos, algumas medidas podem ser adotadas para tornar o trânsito mais seguro. “Educação. É preciso pensar e realizar campanhas e ações educativas sistemáticas, como a SNT, que falem aberta e claramente ao público sobre a importância de um trânsito mais democrático, que não seja palco de tantos acidentes e mortes. Também investimentos em infraestrutura e gestão do trânsito, para proporcionar melhor qualidade de vida a todos. Ainda, legislação eficaz e fiscalização. Em 2016, 99,93% dos motoristas que passaram por trechos com equipamentos da Perkons não cometeram as infrações monitoradas. Apenas no período, esses equipamentos monitoraram quase 4,8 bilhões de veículos. Isso reforça a importância da fiscalização para um trânsito menos violento”, analisa o diretor.

 

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Tolerância SEST SENAT campanha

Começa Semana Nacional do Trânsito

 

SEST SENAT promove mobilização nacional com foco na tolerância e desenvolve ações para promover um trânsito mais seguro.

Tolerância SEST SENAT campanha

Tolerância SEST SENAT campanha

O trânsito é um ambiente coletivo. Todos que dele fazem parte são responsáveis pela segurança. É por isso que as decisões e atitudes de cada um não são individuais: elas refletem sobre todos os outros que também circulam pelas rodovias e vias urbanas, sejam motoristas, motociclistas, ciclistas ou pedestres.

Nesta segunda-feira (18/9), teve início  a Semana Nacional de Trânsito. Em todo o Brasil, órgãos públicos, instituições e sociedade civil estão mobilizados por um trânsito mais seguro. O tema, neste ano, é “Minha escolha faz diferença no trânsito”.

O SEST SENAT também está engajado, durante todo o mês, no movimento por um trânsito mais seguro. O foco da campanha da instituição é a tolerância, a fim de chamar a atenção para os pequenos atos que podem mudar o percurso de muitas histórias.

As Unidades Operacionais, localizadas em todas as regiões do Brasil, estão promovendo eventos, blitze educativas, palestras, entre outras iniciativas para sensibilizar a todos, mas, especialmente, aos motoristas profissionais sobre o tema. Por meio dessas ações, o SEST SENAT quer alertar que a boa convivência no trânsito acontece principalmente quando há respeito e compreensão.

Apesar de a mobilização durante a Semana Nacional ser intensificada, o compromisso do SEST SENAT na promoção de um trânsito mais seguro é permanente, por meio da oferta de cursos presenciais e a distância, palestras e de cuidados com a saúde e com a qualidade de vida dos profissionais do transporte. Além disso, a instituição, em parceria com a CNT (Confederação Nacional do Trânsito), promove o Programa de Prevenção de Acidentes.

Todos os cursos e atendimentos são gratuitos para trabalhadores do transporte contribuintes e seus dependentes. Clique aqui para saber mais sobre a gratuidade. Conheça os serviços de saúde prestados pelo SEST SENAT e os cursos oferecidos.

 

 

Fonte: CNT

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