NOTÍCIAS

Pesquisa constata atitudes de motoristas brasileiros em rodovia

 

A Arteris, uma das maiores companhias do setor de concessões de rodovias do Brasil, realizou pesquisa inédita de observação sobre o comportamento de condutores em rodovias no Brasil. O método também foi aplicado, neste ano, em rodovias da França, Espanha, Argentina, Chile e Porto Rico. Os dados da França e da Espanha já foram divulgados, o que permite comparação, reservadas as distintas realidades.

A pesquisa apresentada durante o 4º Fórum Arteris de Segurança tem por objetivo para aprofundar o conhecimento sobre os comportamentos de usuários e identificar alternativas para a mitigação de riscos e para a intensificação de campanhas. O levantamento também fornece informações estratégicas para fiscalização rodoviária com foco em segurança no trânsito.

“Conhecer a fundo o costume dos usuários tem se revelado cada vez mais importante para desenhar e executar ações mais estratégicas para sensibilizar e provocar mudanças de comportamento no trânsito, reduzindo assim fatalidades”, afirmou o coordenador da pesquisa e gerente de operações da Arteris, Elvis Granzotti.

Durante os sete dias de observação, passaram pelo trecho escolhido, na Autopista Régis Bittencourt, 82 mil veículos, cujo comportamento de condutores foi registrado por sensores fixos em pontos estratégicos da rodovia, além de monitorado por pesquisadores, que acompanharam, em tempo real, o trajeto de motoristas no trecho avaliado.

O levantamento inédito no País, confirma a tese de que uma parcela dos motoristas desrespeita a legislação na rodovia, contribuindo para o aumento das situações de risco que podem ter impacto direto no número de acidentes e de mortes.

Sobre o uso de celular ao volante

Alguns segundos de distração ao manusear o celular podem levar a um desvio de atenção grave, inclusive possibilitando que motoristas percorram vários metros “às cegas”.

O uso do celular é uma infração gravíssima e a multa no Brasil é de R$ 293,47, além de render sete pontos na carteira de habilitação. Contudo, o manuseio do aparelho é uma realidade, sobretudo, nas grandes cidades. Nas rodovias, ainda que de forma mais tímida, o celular continua sendo usado, mesmo gerando um risco de alta periculosidade. No período pesquisado, 1,19% dos motoristas foi visto com celular em mãos no Brasil. Na França, 4,1% dos usuários dirigiam manuseando o celular, e na Espanha, 4,6%.

Excesso de velocidade e ausência de distância mínima de segurança podem provocar acidentes mais graves

O desrespeito à distância mínima de segurança de dois segundos, associado ao excesso de velocidade, potencializa exponencialmente o risco e a gravidade de acidentes. Na distância e velocidade adequadas, os condutores e demais usuários da rodovia ampliam a capacidade de reação, têm melhor visibilidade da via e da sinalização, e, portanto, contam com maiores chances de adotar atitudes defensivas corretamente.

Os dados coletados indicam que 15,9% dos usuários parecem ignorar a recomendação expressa no Código de Trânsito Brasileiro de manter a distância mínima de segurança entre veículos. O resultado brasileiro é bastante similar ao espanhol, que foi de 16,5%. A França, por sua vez, apresentou o percentual mais alto de desrespeito à distância mínima de segurança, 25%.

O desrespeito aos limites de velocidade é alto para os três países. Na França, 41% dos veículos observados excedem o limite, 38,3% na Espanha e 29,6%, no Brasil. A infração é classificada entre média e grave no Brasil, pode gerar multa de até R$ 293,47 reais, e levar à suspensão da licença para dirigir.

Mais da metade dos motoristas no Brasil não sinaliza ao mudar de faixa

A pesquisa relevou também que a comunicação no trânsito pode estar bastante prejudicada. No Brasil, 57,5% dos condutores observados foram flagrados mudando de faixa sem sinalizar. O dado registrado é superior ao verificado na França (26%) e na Espanha (39,6%). A manobra inesperada sem a utilização da seta é uma infração grave e impede que os demais motoristas possam tomar medidas preventivas para evitar, por exemplo, colisões laterais e traseiras.

Elvis Granzotti, gerente de operações da Arteris, destacou, durante a apresentação da pesquisa, que atitudes imprudentes podem colocar em risco a vida do próprio usuário e de outros condutores, pedestres e ciclistas, e que por isso exigem cada vez mais ações preventivas diferenciadas por parte das concessionárias, do poder concedente, dos órgãos de controle e fiscalização.

Ainda é possível flagrar motoristas e passageiros sem cinto de segurança

O especialista também se mostrou bastante surpreso com os resultados relativos ao uso do cinto de segurança. Para ele, o comportamento dos responsáveis pela condução dos veículos possivelmente está muito mais vinculado à fiscalização do que propriamente a uma consciência e preocupação com a preservação da vida. Além disso, indicou que o percentual maior de não utilização do cinto de segurança no banco traseiro pode estar vinculado a uma falsa sensação de maior proteção, o que é sem dúvida uma interpretação equivocada.

“O passageiro no banco de trás, sem cinto de segurança, amplia a possibilidade de sofrer e ser agente de lesões, ao ser projetado para frente no caso de acidentes “.

Usar o cinto de segurança pode reduzir pela metade as chances de ferimentos fatais para condutores e passageiros que trafegam no banco da frente, e em 3/4 para aqueles que viajam no banco de trás. Mas, ainda assim, no Brasil, por exemplo, o dispositivo é ignorado por 1% dos condutores e por 48% dos passageiros no banco traseiro. Na Espanha, o uso do cinto é praticamente universal no banco da frente, mas ainda deixa de ser usado por 21,3% dos passageiros no banco de trás.

As informações são da Assessoria de Imprensa

 

Fonte: Portal do Trânsito

VEJA MAIS →

O que é e como funciona o freio ABS?

 

Obrigatório no Brasil desde 2014, os freios com sistema antitravamento salvam vidas.

 

 

Obrigatórios no Brasil desde o dia primeiro de janeiro de 2014, os freios ABS nem sempre foram bons conhecidos dos brasileiros. O sistema antitravamento é um item de segurança importante que salva vidas diariamente. E você pode nem notar que ele está atuando. O ABS equipou um carro no Brasil pela primeira vez em 1991 com o Volkswagen Santana, chegando depois ao Chevrolet Ômega. Veja a seguir como funciona o sistema.

O que é ABS?
É um sistema de freios complementar ao sistema convencional que evita o travamento das rodas em uma frenagem brusca de emergência. Seu nome vem da sigla em inglês para Antilock Braking System. No painel do veículo, o ABS é identificado por um luz amarela que traz exatamente a sua sigla, mostrando que tudo está em perfeito funcionamento se ela se apagar ou revelando um problema se permanecer acesa.

Como funciona o ABS?
Usando sensores, o sistema monitora a velocidade nas rodas e, ao identificar que a frenagem causará o travamento de uma ou mais rodas, ele consegue atuar de forma independente em cada um para evitar que isso ocorra. O freio aplica pressão e solta continuamente durante alguns segundos, pinçando o disco ou o tambor, dependendo do sistema. Mas ele só entra em ação ao pisar no pedal do freio com força.

Quais são suas características?
Ao entrar em ação, a principal característica do ABS é uma trepidação no pedal do freio. Se isso não ocorrer, significa que o ABS não agiu, mas de qualquer forma ele segue monitorando a velocidade nas rodas.

Quais são as vantagens do ABS?
Além de evitar que as rodas travem, o sistema permite que o condutor mantenha o controle da direção para fazer manobras. Ou seja, é possível girar o volante e desviar de obstáculos enquanto o sistema atua para parar o carro, freando sem perder a dirigibilidade. Outra vantagem é o menor tempo e a menor distância de frenagem – já que as rodas não travam, o carro não desliza ou derrapa por perder contato/atrito com o solo. E sua eficiência ocorre mesmo em pisos com baixa aderência com areia, grama ou asfalto molhado.

 

Fonte: ICarros

VEJA MAIS →

12 lugares que quem gosta de carros precisa conhecer

 

De restaurantes a encontro de carros clássicos, existem muitas opções para você se divertir com os amigos e a família.

 

 

Se você gosta de carros, provavelmente já ouviu falar de lugares que foram feitos para você. E como apaixonado por carro gosta de passar essa tradição de família para os filhos, o iCarros lista diversos lugares em que você pode curtir essa paixão com todo mundo. Tem opções para levar os filhos e se divertir com os amigos e com outros fanáticos por automóveis como você.

Veja os lugares que quem gosta de carros precisa conhecer:

Speedland 
Inaugurado em 2015 em São Paulo, o Speedland é um espaço com 26 mil metros quadrados que inclui uma pista de kart com áreas indoor e outdoor – são 1.200 metros de extensão. É a maior pista de kart para amadores, conforme ressalta a organização do local. Os destaques ficam por conta da reta com mais de 300 metros, do túnel de 80 metros e da iluminação de LED que contorna a pista interna. Mas há também outras atrações no local como simuladores, fliperamas e pista de autorama. A decoração fica completa com um carro de F1 de verdade e macacões usados por pilotos profissionais.

Autódromo Virtual de São Paulo 
Gosta de carros e de videogame? O espaço em São Paulo reúne simuladores bastante realistas. É o paraíso dos simuladores. E os clientes encontram aquilo que esperam: bancos concha, volantes, pedais, alavanca de câmbio… E cada estação conta com três monitores e fone de ouvido para você ingressar 100% na corrida. O horário de funcionamento é das 14h às 22h, de terça a domingo. Cada hora custa a partir de R$ 45, podendo chegar a R$ 60 nos equipamentos mais profissionais. E cada hora adicional tem desconto. Mas como são apenas seis estações, é importante ligar antes e reservar o horário.

Box 54
O espaço localizado no interior de São Paulo abriga uma exposição permanente de carros clássicos, com 54 carros e seis motos desde a década de 1910 até 1970, além de um showroom com carros clássicos à venda. É possível visitar o complexo pagando uma entrada de R$ 20,00 por pessoa, mas crianças de até 10 anos não pagam. O estacionamento é grátis. E quem gosta de off-road encontra uma trilha em condomínio fechado para curtir o 4×4 com segurança. Prefere o asfalto? Então você pode assumir o volante de esportivos como Porsche 911 Carrera, Ferrari F360 Modena e Dodge Charge R/T, além de clássicos como Chevrolet Impala 1973, Ford Mustang 1968, Rolls-Royce Corniche 1978. A tabela de preços pode ser consultada no site.

Zé do Hamburguer/Garage Burguer/Cadillac Burguer/Cia 66 
Há diversas opções de hamburguerias em São Paulo para quem gosta de carros. Todas elas têm em comum uma decoração temática, com direito a motos e carros dentro do salão. É para deixar adultos e crianças encantados. E você ainda pode comer admirando os clássicos.

Auto Show Collection
O tradicional encontro de carros antigos acontece há anos em São Paulo, toda terça-feira à noite do Sambódromo do Anhembi. Cada semana recebe carros de um tema diferente, com exposição de clássicos, área de carros customizados, mercado de peças, área de compra e venda de veículos antigos, praça de alimentação e o Espaço Motociclismo com capacidade para cerca de 600 motos. A entrada custa R$ 40 para carros visitantes, R$ 30 para carros antigos com placa preta, R$ 15 para motocicletas com ou sem garupa, R$ 25 para pedestres e R$ 10 por passageiro no carro além do motorista. Há meia-entrada para crianças de 7 a 12 anos, pessoas com necessidades especiais de locomoção e idosos.

Salão do Automóvel de São Paulo 
Quem gosta de carros ao menos uma vez já deve ter visitado o templo dos automóveis: o Salão de São Paulo. O evento reúne sempre os principais lançamentos do mercado brasileiro, além de muitas estreias. E 2018 é ano de Salão, que acontece a cada dois anos na capital paulista. O Salão está de casa nova, agora realizado no Expo São Paulo. Fique ligado que o iCarros trará todas as informações mais próximo da sua realização, em novembro.

Mercadocar (ou qualquer loja de autopeças) 
Quem mora em São Paulo talvez já tenho ouvido falar de uma das maiores lojas de autopeças da cidade. E quem já passou por lá de madrugada sabe que o “point” ferve em qualquer horário. Há produtos variados para o seu carro e você ainda pode fazer a instalação lá mesmo. E mesmo que você vá focado, é difícil não se perder entre tantas opções e acabar comprando mais do que havia planejado. A Mercadocar é para quem gosta de carros como uma loja de doces para uma criança.

Autódromo de Interlagos
Templo dos amantes de carros e velocidade, o Autódromo José Carlos Pace – mais conhecido como Autódromo de Interlagos – existe em São Paulo há mais de 70 anos. Famoso por receber provas da Fórmula 1, além de muitas outras categorias do automobilismo nacional e internacional, o espaço abriga também o Kartódromo Ayrton Senna, onde você pode correr e se divertir com toda a família pelos 1.150 metros de extensão da pista. A tabela de preços do kartódromo está disponível no site.

Circuito dos Cristais 
Chamado de “autódromo mais inovador do Brasil”, o Circuito dos Cristais fica localizado em Curvelo, em Minas Gerais, em uma área de 4 milhões de metros quadrados. Nos anos anteriores, o espaço já recebeu provas de motociclismo, da Stock Car, track days e até um encontro de carros clássicos. Para 2018, a agenda inclui por enquanto uma etapa da Copa Truck. O destaque é que  complexo, além do autódromo, possui um condomínio residencial e um clube.

MIAU – Museu da Imprensa Automotiva
Se você gosta de raridades, vale a pena passar e conhecer o MIAU. O museu localizado em São Paulo abriga um grande acervo de revistas, manuais de proprietários, catálogos, fotos, livros, anuários e materiais originais distribuidos pelas montadoras para os jornalistas especializados – material este que nunca havia sido disponibilizado para o público em geral – de todas as épocas. É tanta coisa que você passaria dias lendo só o arquivo de revistas Quatro Rodas. Mas além da exposição permanente, há outra temática que atualmente celebra os 50 anos do Chevrolet Opala, com direito a assistir a um vídeo do carro dentro de um Comodoro 1988 que serve como sala de cinema. Vale a visita. O Miau retoma as atividades em 2018 a partir do dia 6 de janeiro. O horário de funcionamento é de quarta a sábado das 11h às 19h (entrada até 18h) e domingo das 11h às 17h (entrada até 16h). O ingresso promocional custa R$ 15. (veja fotos e leia a reportagem sobre o museu aqui)

Cine Autorama
O projeto retoma o cinema dos anos 40 e 50 dos famosos Drive-Ins, onde você assiste à exibição do filme de dentro do seu carro. Realizado ao ar livre, é só comprar o ingresso, ir ao local e estacionar. Ah, e o áudio do filme é transmitido via FM, então basta sintonizar o rádio do seu próprio carro. Segundo os organizadores, o projeto estreou em 2015 com 16 sessões de cinema para um público de 3.000 pessoas. Em 2017, ele passou por 20 cidades. Fique de olho no site para acompanhar a programação de 2018.

Super Carros: Beto Carrero World 
Integrante da programação do parque Beto Carrero World, em Santa Catarina, o Super Carros permite alugar carrões para dar uma volta na Rodovia Beto Carrero em um trajeto de 8 km dirigindo ou de 5,5 km indo de carona. Os carros ficam expostos no Castelo das Nações.  Mas para dirigir, obviamente, é preciso possui CNH categoria B. A atração funciona das 8h30 às 18h.

 

Fonte: ICarros

 

 

VEJA MAIS →

Condutor de baixa renda pode ter subsídio para obter habilitação

 

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou por unanimidade, proposta que direciona recursos do Fundo Nacional de Segurança de Trânsito (Funset) para financiar a obtenção de carteira nacional de habilitação (CNH) de pessoas com renda familiar mensal inferior a três salários mínimos.

De autoria da senadora Ângela Portela (PDT-RR), o Projeto de Lei do Senado (PLS) 50/2015 dá prioridade, na destinação dos recursos, às regiões e municípios com altos níveis de tráfego e de acidentes de trânsito. A proposta é terminativa na CCJ. Se não houver recurso, segue para a Câmara dos Deputados.

Na justificação, a autora cita dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), segundo os quais dezenas de milhares de postos de trabalho para condutores têm-se mantido ociosos no setor em decorrência da escassez de motoristas devidamente habilitados. Segundo ela, os custos de obtenção da CNH são o principal fator que impede a qualificação para essas vagas por parte de pessoas de baixa renda.

Além disso, a senadora considera o processo de habilitação para conduzir veículos o mais importante meio de promoção da educação de trânsito.

“Ao se habilitar, a pessoa tem efetivo contato com os fundamentos teóricos e práticos para o trânsito seguro”, destacou no texto.

A relatora na CCJ, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), apresentou apenas emenda de redação para ajustes à ementa do projeto.

As informações são da Agência Senado

 

Fonte: Portal do Trânsito

VEJA MAIS →

Projeto quer multiplicar multa por desrespeitar pedestre

 

Se aprovada, a nova lei elevaria o valor da multa para quase R$ 1.500 para quem não der preferência aos pedestres. 

 

 

Já está no Código de Trânsito Brasileiro que os pedestres têm prioridade na passagem ao atravessar vias sobre as faixas delimitadas. Hoje, quem desrespeita essa lei comete uma infração gravíssima. Porém, um projeto em análise na Câmara dos Deputados propõe aumentar a punição para os motoristas que deixarem de dar preferência de passagem a pedestre e veículos não motorizados, como cadeiras de rodas. A proposta é elevar o valor da multa, que passaria a ser multiplicado por cinco.

Projeto de Lei 7556/17, de autoria do deputado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB), prevê que essa alteração seja feita no artigo 214 (veja mais abaixo) do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), equiparando a punição para essa infração de trânsito àquela imposta ao avançar o sinal vermelho. A multa hoje é de R$ 293,47, mas se o projeto for aprovado passaria a R$ 1.467,35

A proposta agora será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O que diz a lei

Vale lembrar que, pelo Código de Trânsito Brasileiro, o pedestre deverá utilizar “sempre as faixas ou passagens a ele destinadas sempre que estas existirem numa distância de até cinqüenta metros dele”. A prioridade de passagem aos pedestres se aplica àqueles que estiverem atravessando a via sobre as faixas delimitadas, “exceto nos locais com sinalização semafórica”.

Ou seja, pedestre tem prioridade sobre a faixa, mas deve sempre respeitar os semáforos. Se estiver verde para a passagem de carros e vermelho para os pedestres, eles devem aguardar até que o fluxo de veículos seja interrompido e eles possam atravessar em segurança.

Contudo, se um pedestre já tiver iniciado a travessia na faixa e o semáforo ficar verde para os veículos, estes devem aguardar o final da travessia para arrancarem. E lembre-se sempre de que os pedestres também têm suas responsabilidades.

Está descrito no Código que, “uma vez iniciada a travessia de uma pista, os pedestres não deverão aumentar o seu percurso, demorar-se ou parar sobre ela sem necessidade”. Então também não vale atravessar bem devagar sem necessidade só para prejudicar os veículos.

Veja os tipos de infração relacionadas aos pedestres:      

Art. 170. Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou os demais veículos:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa e suspensão do direito de dirigir;
Medida administrativa – retenção do veículo e recolhimento do documento de habilitação.

Art. 171. Usar o veículo para arremessar, sobre os pedestres ou veículos, água ou detritos:
Infração – média;
Penalidade – multa.

Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado:
I – que se encontre na faixa a ele destinada;
II – que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo;
III – portadores de deficiência física, crianças, idosos e gestantes:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa.

IV – quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada;
V – que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo:
Infração – grave;
Penalidade – multa.

Art. 254. É proibido ao pedestre:
I – permanecer ou andar nas pistas de rolamento, exceto para cruzá-las onde for permitido;
II – cruzar pistas de rolamento nos viadutos, pontes, ou túneis, salvo onde exista permissão;
III – atravessar a via dentro das áreas de cruzamento, salvo quando houver sinalização para esse fim;
IV – utilizar-se da via em agrupamentos capazes de perturbar o trânsito, ou para a prática de qualquer folguedo, esporte, desfiles e similares, salvo em casos especiais e com a devida licença da autoridade competente;
V – andar fora da faixa própria, passarela, passagem aérea ou subterrânea;
VI – desobedecer à sinalização de trânsito específica;
Infração – leve;
Penalidade – multa, em 50% (cinqüenta por cento) do valor da infração de natureza leve.

 

Fonte: ICarros

VEJA MAIS →

Detran/SP alerta sobre mitos e verdades envolvendo a carteira de motorista

 

Motorista precisa estar bem informado para dirigir de forma correta e não cometer infrações de trânsito.

 

Estar bem informado é importante para dirigir de forma correta, sem infringir a legislação federal de trânsito. Em meio a tanto conteúdo propagado pela internet, aplicativos e anúncios pelas ruas da cidade, é preciso saber identificar qual é verdadeiro ou não. Por isso, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) esclarece sobre mitos e verdades que envolvem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

O documento permite conduzir veículo em todo o território nacional e em alguns países que mantêm acordo com o Brasil. Só no Estado de São Paulo existem mais de 23,4 milhões de CNHs registradas, sendo que 6,4 milhões são da capital.

“Muitas vezes, a falta de conhecimento leva o cidadão a cometer infração de trânsito. E em algumas situações ele é confundido por mensagens falsas que circulam na internet. Orientamos que o motorista sempre busque esclarecer suas dúvidas. Os canais oficiais do Detran.SP, como o portal, a central telefônica ou, ainda, as unidades de atendimento, está à disposição de todos os cidadãos”, ressalta Maxwell Vieira, diretor-presidente do Detran.SP.

Confira abaixo o que é mito e o que é verdade quando o assunto é habilitação:

O condutor pode dirigir com a CNH vencida por até 30 dias.
VERDADE. A legislação federal de trânsito permite que o motorista conduza normalmente por até 30 dias corridos após o seu vencimento, sem o risco de ser multado por portar documento fora da validade.

A renovação da Carteira Nacional de Habilitação é obrigatória mesmo que o cidadão não dirija.
MITO. Só quem faz uso da habilitação para conduzir veículo precisa renová-la.

Se a habilitação não for renovada logo após o vencimento o documento será cancelado e o motorista terá de refazer o processo do zero, como aulas e provas, além de receber multa.
MITO. Não existe prazo-limite para renovar a habilitação. Depois de vencida, a carteira de motorista pode ser renovada a qualquer tempo. Mesmo que fique anos sem renová-la, o cidadão não perde o direito a uma nova habilitação. Só é multado quem conduz com o documento vencido há mais de 30 dias. Nesse caso, a multa é de R$ 293,47, pois é infração gravíssima.

A partir dos 65 anos de idade o motorista fica impedido de dirigir. 
MITO. Não há limite máximo de idade para que uma pessoa dirija. O médico especialista em trânsito, devidamente credenciado ao Detran.SP, é quem avalia se o condutor ainda tem condições de continuar dirigindo e por qual período. A diferença é que, a partir dos 65 anos, a validade da CNH passa a ser de três anos e não mais de cinco anos.

A CNH pode ser renovada 30 dias antes de vencer. 
VERDADE. Não precisa esperar vencer para regularizar a situação. É possível antecipar a renovação em até 30 dias. Caso o condutor vá viajar, por exemplo, pode solicitar a antecipação da renovação em mais de um mês. Basta apresentar documentação (passagem, contrato de curso, reserva de hotel, etc) comprovando que estará ausente.

Se o motorista for parado em blitz da Lei Seca e se recusar a fazer o teste do “bafômetro” será liberado sem receber qualquer penalidade. 
MITO. Quem se recusa a fazer o teste é penalizado com multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por um ano. Se forem constatados sinais de embriaguez ou alteração da capacidade psicomotora, o condutor também responderá criminalmente. O argumento de que ninguém é obrigado a produzir provas contra si não se aplica nessa situação porque o Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal nº 9.503/97), no artigo 165-A, prevê essas penalidades pelo simples fato da recusa.

Não é permitido dirigir apenas com o boletim de ocorrência enquanto aguarda a emissão de uma nova CNH, mesmo em casos de furto ou roubo. 
VERDADE. Nenhum documento substitui a habilitação, nem mesmo o protocolo do pedido de 2ª via emitido pelo Detran.SP ou o Boletim de Ocorrência emitido pela Polícia Civil. Conduzir sem portar a CNH é infração leve e o motorista é penalizado com multa de R$ 88,38 e três pontos no prontuário.

É permitido dirigir com a cópia autenticada da habilitação.
MITO. A CNH é documento de porte obrigatório e só a via original tem validade para a condução do veículo, como determina o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Se o adolescente for emancipado poderá tirar a CNH antes dos 18 anos.
MITO. O Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal nº 9.503/97) exige que o cidadão seja penalmente imputável. Isso significa ter maioridade penal, que se atinge apenas aos 18 anos de idade. Tanto a Constituição Federal quanto o Código Penal estabelecem que menores de 18 anos são penalmente inimputáveis.

O motorista que é flagrado dirigindo ou recebe multas e pontos enquanto cumpre suspensão do direito de dirigir é cassado e fica impedido de dirigir por dois anos. 
VERDADE. O condutor que recebe a suspensão como penalidade, seja por exceder 20 pontos dentro de 12 meses ou cometer infração gravíssima que por si só elimina o direito de dirigir por um período, só pode voltar ao volante depois de cumprir a penalidade, fazer o curso de reciclagem e ter a habilitação restituída pelo Detran.SP. Se tiver a CNH cassada, o motorista terá de refazer os exames médico e psicotécnico, teórico e prático, além do curso de reciclagem.

Condutores recém-habilitados, durante o 1º ano do porte da Permissão para Dirigir, não podem dirigir em rodovias.
MITO. Não existe qualquer restrição para condutores com carteira provisória. Os permissionários podem dirigir em qualquer tipo de via pública aberta à circulação, incluindo as rodovias e vias de trânsito rápido, por exemplo.

As informações são do Detran/SP

 

Fonte: Portal do Trânsito

VEJA MAIS →

Seguro DPVAT 2018: indenização, quando e quanto pagar

 

Saiba quanto pagar pelo seguro obrigatório DPVAT, que vence junto com o IPVA, qual a vigência e como pedir indenização.

 

 

O que é o seguro DPVAT?
O DPVAT é um seguro obrigatório criado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito causados por veículos automotores (ou seja, que têm motor próprio) que circulam por terra ou asfalto. Por essa definição, não se enquadram bicicletas, barcos ou aeronaves. Da sigla para Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, o DPVAT é estabelecido pela Lei 6.194/74, de 1974. Por ter caráter social, não há apuração de quem é o culpado pelo acidente, podendo qualquer uma das vítimas (motorista, passageiro ou pedestre) requerer a indenização.

Quem deve pagar o DPVAT?
O seguro DPVAT deve ser pago todos os anos por todos os proprietários de veículos de via terrestre, sem exceção, como carros, motocicletas, ciclomotores, ônibus, micro-ônibus, vans e caminhões.

Quando devo pagar o DPVAT?
O DPVAT deve ser pago juntamente com o IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores) no início do ano. A data de vencimento varia de acordo com cada Estado, mas, em geral, é entre janeiro e março. É possível consultar a data de pagamento de seu veículo no site do Seguro DPVAT.

Qual é a vigência do DPVAT? 
O seguro tem vigência de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada ano.

Como posso pagar o DPVAT?
Os automóveis, caminhões e motocicletas precisam pagar o DPVAT sempre à vista, o que deve ser feito no vencimento da cota única ou com a primeira parcela do IPVA. Se o veículo for isento de IPVA, o vencimento do DPVAT acontece junto com o emplacamento ou com o licenciamento anual. Apenas ônibus e micro-ônibus com cobrança de frete e com capacidade superior a 10 passageiros podem parcelar o valor em três prestações fixas que devem ser pagas consecutivamente no vencimento das três primeiras prestações do IPVA.

Quanto custa o DPVAT? (Valor base 2018)
O valor do seguro obrigatório DPVAT é o mesmo em todo o Brasil, variando apenas conforme a categoria do veículo. Em 2018, é de:
– Automóveis, camionetas, táxis, carros de aluguel e de aprendizagem: R$ 45,72
– Motocicletas, motonetas e similares: R$ 185,50
– Ciclomotores​: R$ 57,61
– Ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete: R$ 164,82
– Micro-ônibus com cobrança de frete e lotação não superior a 10 passageiros e ônibus, micro-ônibus e lotação sem cobrança de frete: R$ 103,78
– Caminhões e caminhonetas tipo “pick-up” de até 1.500 kg: R$ 47,66
– Reboque e semirreboque: isento (já que o seguro deve ser pago pelo veículo tracionador).

Qual é a cobertura o DPVAT?
O seguro DPVAT garante a indenização de danos pessoais a todas as vítimas envolvidas em um acidente de trânsito, seja motorista, passageiro ou um pedestre. A indenização se aplica em caso de morte ou invalidez permanente total ou parcial e, sob forma de reembolso, de despesas comprovadas com atendimento médico-hospitalar. Não há cobertura para danos materiais, como roubo, colisão ou incêndio do veículo.

Quais os valores de indenização do DPVAT?
A indenização em caso de morte é de até R$ 13.500. Em caso de invalidez permanente, o valor máximo também é de R$ 13.500, com a indenização dependendo da área atingida, do tipo e da gravidade das lesões. Já o reembolso com despesas médico-hospitalares é de até R$ 2.700.

Quem pode requer indenização pelo DPVAT?
Qualquer vítima de acidente envolvendo um veículo automotor em via terrestre em todo o território brasileiro pode requerer a indenização do DPVAT, mesmo que o motorista fuja do local e o veículo não seja identificado. Até mesmo o culpado pelo acidente pode requerer a indenização.

Posso pedir indenização se for atendido no SUS?
Não, o reembolso de despesas não se aplica se a vítima não teve gastos, como no atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS) ou via plano de saúde. Só tem direito ao reembolso quem apresentar comprovante de gastos.

Quem recebe a indenização?
Em caso de invalidez permanente ou de reembolso de despesas médicas, o pagamento é efetuado diretamente à vítima. Já em caso de morte, a indenização é paga aos familiares ou herdeiros legais do acidentado. O valor é depositado em conta corrente ou em uma conta poupança indicada pelo solicitante. Caso ele não possua conta bancária, a seguradora providenciará uma poupança sem custos para que o pagamento seja efetuado.

Em quanto tempo recebo a indenização?
As indenizações são pagas até 30 dias após a entrega de toda a documentação.

Qual é o prazo para pedir a indenização?
O prazo para pedir indenização do seguro DPVAT segundo o Código Civil Brasileiro é de três anos a contar da data em que o acidente ocorreu. No caso de invalidez permanente, o prazo de três anos é contado a partir da data do laudo conclusivo do IML e, em caso de morte, contado a partir da data do óbito.

Onde posso fazer o pedido de indenização?
Existem mais de 8.000 postos de atendimento onde é possível entregar a documentação e entrar com o pedido de indenização. O atendimento é gratuito. Entre os pontos de atendimento há agências dos Correios, escritórios das seguradoras associadas e de corretores parceiros do consórcio que administra o DPVAT. A lista completa de endereços está disponível no site do Seguro DPVAT ou pelo telefone 0800 022 1204.

Quais os documentos necessários para pedir a indenização?
É necessário apresentar um Boletim de Ocorrência (BO) do acidente de trânsito, além de documentos pessoais, como RG, CPF e comprovante de residência. No caso de morte, é necessário apresentar o atestado de óbito e, em caso de invalidez permanente, o laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML) ou de um perito indicado pela seguradora. Nesse laudo irão constar as lesões e sua extensão. Já para receber o reembolso de despesas médico-hospitalares, é preciso entregar um comprovante dos gastos. A lista com todos os documentos necessários para cada caso pode ser consultada no site do DPVAT.

O que acontece se eu não pagar o DPVAT?
Se o proprietário do veículo não pagar o seguro DPVAT, ele não terá direito a indenização em caso de acidente – as demais vítimas envolvidas, contudo, têm direito normalmente. Além disso, o dono do veículo poderá ser acionado legalmente para arcar com os custos indenizatórios das outras vítimas.

10 coisas que você precisa saber sobre o DPVAT

1. O DPVAT é um seguro oferecido por um consórcio de 78 seguradoras administradas pela Seguradora Líder, uma empresa privada.

2. Estrangeiros também podem pedir indenização do DPVAT. O único requisito é que o acidente de trânsito tenha ocorrido em território brasileiro.

3. As indenizações são pagas individualmente para cada vítima e não há limite de vítimas a serem indenizadas em um acidente.

4. A indenização é paga independente de quantas vezes a mesma pessoa ou o mesmo veículo se envolveu em um acidente. Ou seja, é possível requerer outra indenização em sequencia se a vítima sofrer outro acidente pouco tempo depois.

5. Ao pagar o seguro DPVAT, 45% do valor é direcionado para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 5% é direcionado para o Denatran, que deve investir esse dinheiro em campanhas de educação e conscientização no trânsito visando prevenir acidentes. Os outros 50% são destinados ao pagamento das indenizações e à administração das operações do DPVAT em todo o território nacional.

6. A categoria de ciclomotores – as populares “cinquentinhas” – passou a ser incluída na tabela do DPVAT em 2016 após entrar em vigor uma resolução do Contran que regulariza esses veículos.

7. Só dá direito à indenização casos de morte e invalidez permanente, ou seja, quando a funcionalidade do órgão ou do membro é afetada integralmente ou em parte. Por esse motivo, não são indenizadas lesões estéticas.

8. Comunicar falso acidente de trânsito para receber indenização do DPVAT é crime passível de prisão, podendo se enquadrar dependendo do caso nos crime de estelionato, falsidade ideológica e até formação de quadrilha.

9. O acidentado ou seu beneficiário pode determinar um procurador para fazer o pedido de indenização em seu nome. Contudo, isso não é necessário, podendo a própria vítima apresentar a documentação em um dos pontos de atendimento. Alguns agentes intermediários, como despachantes e advogados, cobram até 30% do valor recebido pela vítima.

10. Após apresentar toda a documentação, o acidentado recebe um número que identifica o pedido de indenização. Usando esse número, ele pode acompanhar o andamento do pedido pelo site ou pelo 0800 022 1204, recebendo informações sobre as etapas de análise.

 

Fonte: ICarros

VEJA MAIS →

Por que o sistema ISOFIX é o mais seguro para o transporte de crianças?

 

A cadeirinha é um dos acessórios indispensáveis e fundamentais para a segurança das crianças no trânsito.  Porém, é preciso saber que nem todas elas protegem da mesma maneira. Nesse sentido, ter ISOFIX no veículo pode auxiliar em vários aspectos, desde a correta instalação até o melhor posicionamento da cadeirinha.

O que é o sistema ISOFIX?

Conforme definido pelo Royal Automobile Club da Espanha (RACE), o ISOFIX é um sistema de ancoragem que regula a instalação de um banco de segurança infantil (bebê conforto, cadeirinha e assento), e reduz os riscos de erros no uso. Assim, os pontos de fixação do sistema ISOFIX fazem parte da estrutura do veículo.

O sistema nasceu em 1997 e foi regulamentado primeiramente nos Estados Unidos. Lá, já era obrigatório que os novos modelos tivessem ISOFIX em 2001. No Brasil, A Resolução 518 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) determinou que todos os novos projetos de automóveis, caminhonetes e utilitários, produzidos no Brasil ou importados, deverão possuir os sistemas de fixação Isofix a partir de 29 de janeiro de 2018. Depois de dois anos, em 2020, a medida valerá para todos os veículos em produção no país.

A outra opção, para a instalação do sistema de retenção infantil, é usar o cinto de segurança do veículo. “É uma opção que continua sendo usada, pois o nosso cenário é dominado por veículos sem ISOFIX e por cadeirinhas que não permitem a ancoragem no sistema”, explica Celso Alves Mariano, especialista e diretor do Portal do Trânsito.

Vantagens da ISOFIX sobre o cinto

A Fundação MAPFRE possui um guia que demonstra as vantagens do sistema ISOFIX sobre o cinto. De acordo com o documento, o Isofix facilita consideravelmente a tarefa de instalar o bebê conforto, cadeirinha ou assento, aumentando assim a eficiência do sistema.

Vários estudos mostram que até 80% dos pais e as mães cometem erros quando instalam o equipamento no carro. E o pior, 20% desses erros colocam a vida da criança em risco no caso de acidente.

A instalação do sistema de retenção com o cinto de segurança é um pouco mais complexa do que com o ISOFIX, esse é um dos motivos dos erros cometidos pelos pais na instalação. Para instalar a cadeirinha no cinto do carro, muitas vezes é exigida força, cuidado e muita concentração.

Já com ISOFIX é muito simples encaixar as extensões rígidas da cadeira com a âncora. Algumas cadeirinhas informam, inclusive, que o dispositivo está corretamente instalado porque uma linha verde aparece quando o correto acoplamento ocorre.

Os assentos com ISOFIX geralmente também têm um terceiro ponto de ancoragem, também conhecido como Top Tether. É um cinto próprio que segura a parte de trás do encosto do assento na parte de trás do encosto do banco ou do porta-malas do carro. Estas duas últimas opções variam dependendo do modelo. O objetivo deste terceiro ponto de ancoragem é evitar a rotação da cadeira em caso de impacto.

O mais importante é que a segurança fornecida pelo sistema não se limita apenas à instalação. Com o Isofix, há maior estabilidade em caso de impacto lateral e a rigidez da conexão entre cadeira e chassis permite que, em caso de frenagem, ambas as partes desacelerem quase ao mesmo tempo.

 

Fonte: Portal do Trânsito

VEJA MAIS →

CNH com EAR: o que é e como obter?

 

Observação de atividade remunerada é exigida para qualquer categoria. Entenda o que é necessário.

 

 

Não importa se é pra Uber ou até mesmo motorista de ambulância.  Quem exerce atividade remunerada com o veículo deve ter em sua habilitação a observação Exerce Atividade Remunerada, ou EAR. Se você vai começar a trabalhar com moto, carro ou veículo comercial terá que pedir a inclusão na CNH. Veja quem precisa e como obter:

De onde vem a exigência da EAR?

O Código Nacional de Trânsito exige que qualquer motorista que exerça atividade remunerada com veículo tenha essa observação na habilitação.

Quem pode pedir CNH com EAR?

Qualquer motorista habilitado, independente de categoria (A, B, C, D ou E), incluindo quem tem apenas a Permissão Para Dirigir (PPD).

Para quem é exigida a EAR na habilitação?

Todos os motoristas que são remunerados por um trabalho realizado por meio de veículo. Seja transporte de cargas ou de pessoas. Algumas atividades, como motofrete, motorista de ambulância, lotação ou escolar exigem ainda um curso específico de treinamento além da EAR.

O que é exigido para se ter a EAR?

Para quem pedir a inclusão da observação Exerce Atividade Remunerada na CNH será pedido um exame de aptidão física e mental, além de um exame psicotécnico que deverá ser feito em clínica médica credenciada pelo Detran de seu estado. Quanto à documentação, é pedido:

– CNH (original e cópia simples)
– Formulário com resultado dos exames médico e psicológico
– Comprovante de pagamento de taxas

Por que aplicativos como Uber e Cabify pedem a EAR para os motoristas?

Aplicativos de transporte de pessoas como os citados acima trabalham com motoristas sendo remunerados por tal serviço. Assim, caem na exigência da inclusão da EAR na habilitação para poderem trabalhar dentro da lei.

Quanto custa para incluir a EAR na CNH? (Valor base 2018)

O valor da inclusão da observação Exerce Atividade Remunerada na habilitação varia de estado para estado e depende também do quanto é cobrado na clínica credenciada pelo exame psicotécnico, valendo a pena consultar o site do Detran referente a sua residência. No Estado de São Paulo, por exemplo, são cobrados:

– Exame médico (aptidão física e mental): R$ 84,81
– Avaliação psicológica: R$ 98,95 (pago diretamente ao médico ou à clínica credenciada)
– Emissão de CNH: R$ 42,41

 

Fonte: ICarros

VEJA MAIS →

Aplicativo Carro 100% recebe apoio do Denatran

 

Ferramenta que orienta o motorista sobre as revisões necessárias de vários itens do veículo de forma gratuita e prática estará em contato com milhares de pessoas que acessam o site do Denatran.

 

O aplicativo do Carro 100% recebe apoio do Denatran – Departamento Nacional de Trânsito e ganha visibilidade com banner na home do site do órgão oficial do governo www.denatran.gov.br.

Iniciativa do GMA – Grupo de Manutenção Automotiva, o aplicativo, disponível gratuitamente para smartphones ou mesmo pelo site www.carro100.com.br, tem caráter institucional e foi criado em 2015, como mais uma iniciativa de promover a conscientização da manutenção preventiva junto aos motoristas.

Segundo Elias Mufarej, coordenador do GMA e conselheiro do Sindipeças para o mercado de reposição, o apoio do Denatran conquistado após inúmeras reuniões com representantes do órgão e análise da área técnica, permitirá a interação com milhares de pessoas que acessam o site em busca de informações e, consequentemente, aumentará o número de usuários.

“Sem dúvida, é um grande avanço para a disseminação do conceito da manutenção preventiva, além da credibilidade alcançada com a chancela de um órgão do governo”, garante.

Mais de 300 mil pessoas já entraram em contato com o aplicativo Carro 100% que faz parte do programa Carro 100% / Caminhão 100% / Moto 100% criado, em 2008, para conscientizar o dono do veículo sobre a importância da manutenção preventiva, como forma de garantir mais segurança e também economia.

O Brasil, que ainda não possui inspeção técnica veicular, conta com frota de 42,9 milhões de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus), com idade média de 9 anos e 4 meses, o maior número desde 2006, segundo dados do estudo anual do Sindipeças “Com a frota mais envelhecida, a manutenção acaba sendo necessária para que os veículos trafeguem em boas condições e com mais segurança e o aplicativo é um canal de informação e prestação de serviço ao dono do carro”, finaliza Mufarej.

As informações são da Assessoria de Imprensa

 

Fonte: Portal do Trânsito

VEJA MAIS →