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Álcool e direção. Até quando?

 

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Você sabia que o álcool reduz o tempo de reação das pessoas entre 15 e 25%? Os números são de uma pesquisa realizada pelo Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (Cpes), da Fundação Escola Nacional de Seguros (Funenseg). Essa mesma instituição realizou um estudo que aponta que, se a Lei Seca não existisse, a violência no trânsito teria abatido no asfalto cerca de 6 mil brasileiros em 2016. Parece assustador, né?

Dados do Boletim Estatístico de agosto da Seguradora Líder mostram que, só nesse mês, foram pagas 37.934 indenizações para casos de morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares decorrentes de acidentes de trânsito no Brasil. Esse número é 8% maior do que o registrado no mesmo mês de 2016.

Tem muita gente morrendo por causas diversas, como imprudência, uso do celular, má conservação dos veículos e ainda pela mistura do álcool com a direção. A frase “Se dirigir, não beba” soa como mantra por aí, mas ainda é pouco utilizada na prática. Que tal mudarmos esse cenário?

Veja outras tristes curiosidades citadas na pesquisa:

  • –    Nos países em desenvolvimento, 10% das mortes por acidentes de trânsito ocorrem na faixa etária dos 5 a 44 anos e são concentradas nas classes mais educadas de renda média e alta;

 

  • –    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país com mais mortes decorrentes de acidentes de trânsito, ficando atrás apenas da China, Índia e Nigéria. Vocês já viram o trânsito da Índia? Pois é. Dói estarmos tão próximos deles nesse quesito;

 

  • –    89 países têm leis abrangentes para o fator associação de bebida alcoólica e direção. No Brasil, a concentração de álcool no sangue precisa ser inferior a 0,05 g/dl.

 

  • –    Em 16 anos de duração, a Guerra do Vietnã teve um número menor de mortos americanos do que os acidentados fatais decorrentes do trânsito em um ano no Brasil. Muito triste, né?

 

São tantas opções de transporte para usar depois da saideira: metrô, trem, ônibus, Uber, táxi, BRT, bicicleta, barco… e até voltar para casa a pé! Pense que uma caminhadinha longa pode ser mais vantajosa que uma voltinha de carro depois de beber.

 

Fonte: Viver Seguro no Trânsito

O artigo: Álcool e direção. Até quando?, também pode ser encontrado no portal: IN Trânsito.

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Estreia do app da CNH digital é adiada para a 1ª quinzena de outubro

 

Lançamento estava previsto para este sábado (30), com início em Goiás.

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O aplicativo da Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e) não estará disponível a partir deste sábado (30) como anunciado. Segundo o Serpro, que desenvolve o sistema, o lançamento foi adiado para a primeira quinzena de outubro.

A iniciativa, que começará a ser implantada pelo Detran de Goiás, foi atrasada por causa de um pedido do Ministério das Cidades e do Denatran, que alegaram uma necessidade de ajuste de agenda, informou o Serpro. A nova data ainda não foi divulgada.

O documento virtual será implantado aos poucos pelos Detrans nos próximos meses, e obrigatoriamente em todos os estados até 1º de fevereiro próximo.

Uma versão de demonstração do app foi retirada do ar porque o download exigia que os usuários habilitassem uma opção que abrem as portas do sistema operacional para arquivos maliciosos. A versão final não terá este problema.

VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CNH DIGITAL

Quando começa a valer?

Até 1º de fevereiro de 2018 todos os Detrans devem estar aptos a emitir a versão digital.

Segundo o governo, a CNH virtual terá a mesma validade daquela em papel, que continuará sendo emitida.

O que é preciso para tirar?

A CNH digital deverá ser obtida por meio de um aplicativo, que estará nas lojas oficiais da Apple e do Google (para aparelhos Android) a partir de fevereiro próximo.

Após baixar o aplicativo, o motorista terá que optar entre usar um certificado digital (pago), para fazer todo o processo pela internet, ou ir até um posto do Detran para se cadastrar.

É preciso fazer cadastro no Portal de Serviços do Denatran. Depois disso, o usuário fará o “login” no aparelho que utilizará a CNH digital. Neste primeiro acesso, será gerado um PIN (código) de segurança, criado para poder visualizar os documentos.

A CNH-e só poderá ser emitida para quem tem a nova CNH, com QR Code, um código específico para ser lido por aparelhos eletrônicos que existe nas carteiras de habilitação emitidas desde maio último.

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Quais outras funções tem o aplicativo?

O aplicativo que abrigará a CNH digital prevê que o motorista terá algumas funções extras, como “exportar” e compartilhar o arquivo da carteira (por e-mail e até whatsapp) para usar em situações que exigem um documento autenticado.

No futuro, o motorista também poderá conferir no aplicativo a pontuação de infrações cometidas e ser avisado quando a CNH estiver perto de vencer, informou o Ministério das Cidades.

Quanto custará? Quem tem a CNH impressa terá de pagar para ter a digital?

O Denatran diz que a cobrança de possíveis taxas para emissão da CNH digital ficará a cargo dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). São eles que determinam atualmente os valores das taxas da CNH impressa, que variam de estado para estado.

O Detran-SP afirmou que ainda não tem nenhuma definição sobre cobrança do documento digital.

E se eu quiser a CNH impressa?

A CNH-e será opcional, para quem tiver interesse em ter o documento no smartphone. A carteira impressa continuará a ser emitida normalmente nos padrões atuais.

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É preciso ter certificado digital?

Não é obrigatório, diz o Denatran. O certificado digital, que é uma assinatura eletrônica com a mesma validade da assinatura física, e possibilita realizar operações pela internet, vai permitir que todo o processo de obtenção da CNH digital seja feito onde o motorista estiver.

Caso contrário, ele terá de ir até o Detran.

O certificado digital é pago e oferecido por entidades credenciadas, como os Correios e a Serasa. Em ambos, o pacote de 1 ano do certificado digital custa R$ 164. Os Correios também oferecem o serviço por 36 meses por R$ 267.

O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), empresa pública que desenvolve o sistema da CNH digital, também oferece certificados digitais. Com válidade de 1 ano, o preço é de R$ 145, enquanto para 36 meses é de R$ 220.

“Para a maioria das pessoas, eu duvido que vai valer a pena comprar um certificado digital por R$ 200 ou mais (incluindo custo do cartão e leitor) só para fazer o pedido dessa CNH. Talvez a melhor maneira de tratar desse assunto é: quem já precisa de e-CPF para suas atividades (como alguns empresários, advogados, contadores) vai ter a opção de emitir e bloquear a CNH digital sem ir ao Detran”, aponta Altieres Rohr.

É segura? E se roubarem meu celular?

O Ministério das Cidades afirma que há um conjunto de padrões técnicos para suportar um sistema criptográfico que assegura a validade do documento.

A autenticidade da CNH digital poderá ser comprovada pela assinatura com certificado digital do emissor (Detrans) ou com a leitura de um QRCode, mas isso não quer dizer que será preciso ter sinal de internet para acessar o documento.

Mas sempre será necessária uma senha de 4 dígitos para abrir CNH digital, diz o Serpro.

Caso o smartphone com a CNH digital seja roubado, o usuário deverá bloquear o documento. Se tiver o certificado digital, ele poderá entrar no Portal de Serviços do Denatran e solicitar o bloqueio remoto. Caso contrário, terá que ir até algum posto do Detran.

“É positivo. Se eles baixam demais a segurança no bloqueio, por exemplo, alguém que rouba sua senha poderia invalidar sua CNH digital enquanto você está numa viagem e te causar uma série de problemas. Então, faz sentido que esse tipo de solicitação exija uma segurança adicional”, diz Altieres, especialista em defesas contra ataques cibernéticos.

E se não tiver sinal de internet ou wi-fi onde o guarda pedir minha CNH?

Não há problema. De acordo com o Denatran, será necessária conexão com a internet somente no primeiro acesso, depois, a CNH estará disponível off-line. O acesso é feito com uma senha de 4 dígitos, afirma o Serpro.

Qual a multa para quem esquece a CNH?

Quem tem habilitação, mas não está com o documento ao dirigir, comete infração leve, com multa no valor de R$ 88,38, mais 3 pontos na carteira. O veículo fica retido até a apresentação do documento.

Multa para quem esquecer a CNH vai acabar?

Existe um projeto que extingue a multa para quem esquecer a CNH, mas ele ainda está tramitando no Congresso.

Ele foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e da Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados no mês passado, em caráter conclusivo, e deveria seguir para o Senado. Mas foi apresentado um recurso, pedindo que a proposta seja analisada no plenário. Até a última quinta-feira (27), esse recurso ainda estava na Mesa Diretora da Câmara, para ser apreciado.

Além de passar na Câmara e no Senado, o projeto precisará também da sanção do presidente Michel Temer para valer.

Fonte: G1

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Porte de arma agentes de trânsito

Agentes de trânsito poderão portar arma de fogo

 

Projeto aprovado pelo Senado segue para sanção presidencial; agentes terão que passar por treinamentos e serão submetidos a testes psicológicos e técnicos.

 

Porte de arma agentes de trânsito

Porte de arma agentes de trânsito

O Senado aprovou, nessa quarta-feira (27/9), o Projeto de Lei nº 152/2015, que permite o porte de arma de fogo em serviço por agentes da autoridade de trânsito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios que não sejam policiais. Guardas municipais nessa função também terão o mesmo direito. O projeto segue para sanção presidencial.

Para o diretor do Sindiser (Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito Federal), Alberto Lima, a aprovação do projeto garante uma maior segurança para os agentes. “É importante para garantir que o agente da autoridade de trânsito que está fardado, representando o Estado ou o município no desempenho das suas atividades, possa proteger a si e, consequentemente, a sociedade”.

Lima ainda cita que o projeto pode diminuir o risco de morte que os agentes corriam durante o trabalho. “Os agentes de trânsito em todo o Brasil vinham sofrendo diversos tipos de agressões e, até mesmo, estavam sendo mortos no desempenho do trabalho. Hoje, vemos com bons olhos o projeto aprovado no Senado, que busca garantir maior segurança nas diversas abordagens aos veículos que são feitas diariamente”, finaliza.

Segundo o CTB (Código de Trânsito Brasileiro), agente da autoridade de trânsito é toda pessoa, civil ou policial militar, credenciada pela autoridade de trânsito para o exercício das atividades de fiscalização, operação, policiamento ostensivo de trânsito ou patrulhamento.

O projeto aprovado estabelece algumas exigências para a concessão de porte de arma de fogo aos agentes de trânsito. Uma delas é a comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica para o uso da arma. Outra é condicionar a autorização para o porte não só ao interesse do ente federativo ao qual o agente está vinculado, mas também à exigência de sua formação prévia em centros de treinamento policial.

Com informações da Agência Senado
Fonte: CNT

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Fim do ‘Super IPI’ não deixaria carros mais baratos, diz Anfavea

 

Na prática, nenhuma fabricante ou importadora traz carros de outros países além da cota do Inovar-Auto.

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Se o governo acabar com o chamado “Super IPI” para os carros importados, eles não vão ficar mais baratos. É o que diz a associação de fabricantes de veículos (Anfavea), em um comunicado sobre o fim do programa Inovar-Auto, que acontecerá no fim do ano.

Criado em 2012, o programa prevê cobrança de 30 pontos percentuais a mais de Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para carros vindos de fora do México e do Mercosul.

Mas permite que as montadoras e importadoras tragam veículos de outros países sem essa cobrança extra, desde que cumpram determinadas regras, como investimento na indústria nacional, e respeitem um limite determinado pelo governo, as cotas.

Esta norma termina no dia 31 de dezembro, junto com as demais do Inovar. O plano que o sucederá, chamado Rota 2030, ainda está em discussão.

Enquanto isso, a Anfavea diz que “surgiu uma informação completamente equivocada de que haveria quase que uma redução automática dos preços dos veículos a partir de janeiro de 2018”.

Como é na prática?

Segundo a entidade, as fabricantes e as importadoras que fazem parte do Inovar não estão trazendo carros fora das cotas determinadas. Ou seja, ninguém está pagando o IPI aumentado, mas as alíquotas como eram em 2011, antes do Inovar.

“Em outras palavras, os importados dentro da cota não tiveram o imposto elevado e também não há razões para acreditar em redução de preços”, completou Megale.

As cotas previstas para quem aderiu ao regime automotivo são de 4.800 unidades, no máximo, ao mês. Elas variam conforme a média de importações de cada marca nos últimos anos.

 

Alíquotas de IPI em 2011

Motor IPI
Até 1.0 7%
1.0 a 2.0 flex 11%
1.0 a 2.0 gas 13%
Acima de 2.0 flex 18%
Acima de 2.0 gas 25%
Fonte: Anfavea

Medida condenada

Em 2012, quando o mercado estava em alta e o dólar baixo, ainda compensava trazer veículos acima dessas cotas, repassando o acréscimo de tributos ao consumidor.

No entanto, nos anos seguintes, praticamente nenhuma empresa trouxe carros fora da cota determinada.

O tratamento dado aos importados foi condenado pela Organização Mundial do Comércio (OMC), após reclamações da União Europeia e do Japão. No fim de agosto último, a OMC exigiu que o Brasil mudasse essa regra dentro de 3 meses, mas o governo vai recorrer da decisão.

Novo fôlego

As importadoras, que tiveram as vendas bastante afetadas com o “Super IPI”, já contam com o fim da sobretaxa e das cotas no Rota 2030 e esperam, pelo menos, dobrar as vendas em 2018. Além disso, marcas que deixaram o mercado já preparam a volta, como a sul-coreana Ssangyong.

O Rota 2030 ainda está em discussão. Para valer logo após o fim do Inovar, uma nova regra relacionada ao IPI precisaria ser publicada até o próximo dia 3. Isto é porque esse tipo de mudança tributária só pode vigorar depois de 3 meses do anúncio.

Na questão do IPI, uma das intenções do governo é passar vincular as alíquotas do imposto aos níveis de eficiência energética dos veículos e à emissão de poluentes, e não apenas ao tamanho do motor, como é atualmente.

Fonte: G1

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Veja se você joga dinheiro fora pelo escapamento do carro

 

Basta pegar uma estrada ou uma via expressa para perceber quantos motoristas desperdiçam combustível. E, assim, jogam dinheiro pelo escapamento. Isso tem muito a ver com o pé “pesado” de muitos condutores. Hoje eu convido você a fazer uma experiência e ver se é um deles.

 

Boa parte dos carros tem uma função chamada consumo instantâneo, no computador de bordo que fica no painel de instrumentos. Poucos prestam atenção, mas ela mostra exatamente quais são os picos de alto consumo.

 

É muito fácil acompanhar essa informação. É tão interessante que algumas pessoas ficam se desafiando a obter cada vez melhores resultados em relação à economia de combustível. Para isso, fique atento aos momentos em que o carro mais consome – e o seu dinheiro vai embora.

 

Eu já vou adiantar para você os principais. Essas dicas valem também para quem não tem computador de bordo no carro. E, se é o seu caso, ao final da coluna eu mostro como você pode acompanhar de outras formas o pico de consumo.

 

O que faz o carro consumir mais

 

1) Acelerar demais na partida

 

Não aceleração demais ao sair. No momento da primeira marcha, o consumo é crítico. Procure apenas colocar o carro em movimento: não precisa manter a aceleração tão alta por tanto tempo. E, conforme o consumo aumenta, perceba o momento certo de trocar de marcha (vou falar mais disso à frente).

 

2)  Acelerar na descida

 

Quando anda de bicicleta, você pedala na descida? Não, né? Mas acelerar o carro na descida é um vício que boa parte dos motoristas tem. Acontece que a injeção eletrônica possui uma característica muito interessante: a partir de 40 km/h, se você tirar o pé do acelerador, não entrará uma gota de combustível no motor. Pode olhar lá na medição de consumo instantâneo: ela vai caindo até zerar.

 

A proposta não é que você seja um motorista inconveniente na estrada, mas, assim como você precisa pisar um pouco a mais nas subidas, tente tirar algum proveito dos longos trechos de descidas. Nada de “banguela”: se o carro tiver câmbio manual, coloque a quinta marcha. Se for automático, basta tirar o pé do acelerador (nunca coloque o câmbio no neutro). No automático, o resultado será ainda melhor, pois o câmbio mecânico segura um pouco mais o carro.
3) Anda e para no trânsito

O caminho mais curto nem sempre é o mais econômico. Chegou a hora de você tirar a dúvida sobre qual trajeto consome menos combustível. Congestionamento, semáforos, lombadas e subidas só fazem o carro “beber” mais. Se houver um caminho mais longo, mas onde você pode manter uma velocidade constante, prefira.

O que é mais econômico: percorrer 20 km de estrada com um consumo médio de 14 km/litro ou cortar o caminho por dentro da cidade ou bairro, percorrendo apenas 15 km, com média de consumo de 8 km/litro? No caminho mais longo, o consumo será de 1,42 litro. No mais curto, 1,87 l, 31% a mais. Multiplique essa economia por 24 dias e verá quanto você deixará de gastar todo mês.

 

4) Errar na troca de marcha

Coloque a marcha errada (na hora errada) e perceba o estrago no consumo. Quando isso acontece, o motor não consegue entregar para as rodas a melhor relação torque/potência. De novo, uso o exemplo da bicicleta: não tem desconforto maior para as pernas do que engatar a marcha errada, seja uma acima ou abaixo.

 

No caso do motor, colocar a marcha certa significa encontrar a melhor relação de torque e potência. Aqui está a razão da grande eficiência dos câmbios do tipo CVT: eles sempre disponibilizam a relação de transmissão ideal para cada situação.

 

5) Ultrapassagens desnecessárias

 

Se você observar o consumo instantâneo em retomadas e ultrapassagens sentirá até um desconforto. Ele aumenta muito, principalmente se ocorrerem em subidas. A sugestão é fazer as ultrapassagens em terrenos planos ou descidas.

 

Evite aquelas arrancadas para mostrar que seu carro tem motor. Acompanhe no consumo instantâneo como sai caro essa brincadeira. Lembre-se de que manter a velocidade constante é mais barato do que ficar acelerando e freando.

Experimente ficar 15 dias observando o consumo instantâneo e adaptando o seu jeito de dirigir a ele. O resultado destas dicas aparecerá no consumo médio, mas o gostoso mesmo é perceber que um tanque de combustível começa a render bem mais. Envie este texto para aquele amigo (a) que vive reclamando que tem um carro “beberrão”.
E se não tiver computador de bordo…

Se seu carro não possui a função consumoinstantâneo, sugiro que você acompanhe o conta-giros do painel durante os casos descritos acima. Evite rotações acima de 3.000 rpm. Manter a rotação próxima dos 2.000 rpm é uma boa maneira de evitar desperdício.

 

Até a próxima!

 

Fonte: G1

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No Dia Internacional do Idoso, Detran.SP alerta aos cuidados para a terceira idade no trânsito

 

Uma em cada três vítimas fatais de atropelamentos no Estado de São Paulo tem mais de 60 anos.

 

no-dia-internacional-do-idoso-detran-sp-alerta-aos-cuidados-para-a-terceira-idade-no-transitoEstabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Internacional do Idoso é celebrado em todo o mundo no dia 1º de outubro e o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) aproveita a data para um alerta: a segurança no trânsito para a terceira idade. Quase 15% das vítimas fatais de acidentes de trânsito que aconteceram entre janeiro e agosto deste ano no Estado de São Paulo tinham mais de 60 anos. E um em cada três mortos em atropelamentos no mesmo período era da terceira idade. Os dados são do Infosiga SP, banco de dados do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito.

À medida que o corpo envelhece, sentidos como visão e audição podem diminuir. A mobilidade também. Por isso, é fundamental que os motoristas e motociclistas respeitem o tempo de travessia segura do pedestre, mesmo que o farol tenha já tenha mudado de cor. Na hora de atravessar, todo o cuidado é pouco e o pedestre nunca deve negligenciar a atenção total à travessia e à faixa de pedestre. Se for preciso, sinalize com as mãos para reforçar ao motorista que aguarde o término da travessia.

“O respeito é a chave da segurança no trânsito. E isso compreende o respeito às regras e muito mais que isso, às vidas”, frisa o diretor-presidente do Detran.SP, Maxwell Vieira.

O diretor de inovação da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Doutor Aly Yassine, explica que os idosos são mais prudentes como motoristas: “em geral eles conduzem dentro da velocidade permitida, não são intempestivos nas manobras e não usam o celular enquanto dirigem”.

O médico lista algumas dicas que podem fazer toda a diferença para manter a boa saúde na terceira idade, sejam motoristas ou pedestres:

Estímulos neurológicos – um ponto muito importante mesmo na vida adulta é o estímulo do cérebro por meio da leitura e exercícios como palavras cruzadas e jogos de dominó, por exemplo, já que ativam os lóbulos cognitivos e traz melhora de atenção, consciência, planejamento, atividade motora, atividades automáticas do corpo, etc., além de retardar os efeitos doenças como Alzheimer, por exemplo.

Estímulos físicos – sabe-se que as atividades físicas são recomendadas em qualquer idade, mas pra quem tem mais de 60 anos, mesmo que praticada de forma recreativa, ela é extremamente benéfica para a manutenção da saúde. Uma simples caminhada de 30 minutos duas vezes por semana já traz grandes melhoras para o corpo e a mente, ampliando a resposta motora, percepção do corpo e do ambiente.

Idosos e direção

O Estado de São Paulo tem quase dois milhões de idosos com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida (1.968.314, de um total de 21.464.902 condutores). A legislação federal prevê que a renovação da CNH para pessoas com mais de 65 anos deve ser feita a cada três anos ou em período menor, de acordo com a avaliação médica.

Mas você sabe qual momento ou o sinal que indica ser a hora do motorista procurar um médico para avaliar se ainda pode dirigir? Dr. Yassine explica que, no geral, há dificuldade em se fazer o autodiagnóstico sobre a perda de reflexo ou da mobilidade e, quando o idoso percebe isso, ainda pode haver certa resistência para aceitar e buscar a ajuda médica. Ele ressalta que a situação mais comum quando um familiar próximo percebe que o ente está batendo em obstáculos pela casa ou mesmo na rua, o que pode indicar a perda na visão periférica.

O especialista indica que no momento de renovar a habilitação, o motorista deve relatar ao médico de tráfego se mudou o medicamento de uso controlado ou se teve situações clínicas recentes como hipoglicemia (pouco açúcar no sangue) para que receba a orientação adequada de como evitar uma crise enquanto estiver dirigindo, por exemplo.

Em uma década (entre 2006 e 2016), as doenças crônicas avançaram entre a população brasileira, segundo o Ministério da Saúde. No período, houve um aumento de 61,8% de diabetes e aumento de 14,2% de hipertensão entre os brasileiros. Entre as pessoas com mais de 65 anos, 64,2% delas têm hipertensão e 27,2% desenvolveram diabetes.

Projeções da população

Projeções demográficas feitas pela Fundação Seade indicam que a população idosa passará por mudanças importantes no Estado de São Paulo. Segundo a instituição, em 2030, o estado paulista terá 9.316.613 idosos, aumentando dos atuais 14% para 20% do total da população.

As informações são da Assessoria de Imprensa

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Exame toxicológico tem novas regras

 

Contran publicou resolução que altera normas para o teste que detecta o contato do condutor com substâncias psicoativas, através da análise de cabelo, pelo ou unha.

 

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O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) alterou as regras para realização do exame toxicológico. As mudanças estão previstas na resolução nº 691, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28/9). O exame é exigido para motoristas com categorias C, D e E da CNH (Carteira Nacional de Habilitação). O teste utiliza avançada tecnologia capaz de detectar o contato do condutor com substâncias psicoativas, através da análise de cabelo, pelo ou unha.

A partir de agora, o exame toxicológico deixa de ser parte do exame de aptidão física e mental e passa a integrar o próprio processo de habilitação, renovação e mudança para as categorias C, D e E, conforme determina a lei 13.103/2015.Outra mudança visa a garantir que as etapas do exame sejam protegidas por cadeia de custódia com validade forense, ou seja, que tenham validade legal, incluindo desde o procedimento de coleta do material biológico até a inclusão na base de dados do Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach) e a entrega do laudo do exame ao condutor. Todos os procedimentos do exame deverão ter garantia do sigilo e da sua rastreabilidade operacional, contábil e fiscal do processo.

A validade do exame toxicológico aumentou de 60 para 90 dias. Esse prazo será contado a partir da data da coleta da amostra, podendo seu resultado ser utilizado também para fins da legislação trabalhista.

A validade do credenciamento dos laboratórios aumentou de 2 para 4 anos, podendo ser revogado a qualquer tempo, se os credenciados não mantiverem os requisitos exigidos pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

A coleta do material para o exame ocorrerá em PLCs (Postos de Coleta Laboratorial) e a comercialização dos exames só poderá ser feita diretamente pelos laboratórios credenciados pelo Denatran, não sendo permitido que os PCL revendam os exames toxicológicos ou façam qualquer cobrança direta ao condutor.
As novas regras dão garantia de que os laboratórios credenciados terão que entregar o resultado do exame ao condutor no prazo máximo de 15 dias contados a partir da coleta e deverão disponibilizar Médico Revisor – MR com capacidade técnica para interpretar os laudos toxicológicos positivos, relacionando ou não o uso de determinada substância com tratamento médico do motorista.
Para garantir que todas as regras estão sendo cumpridas, o Departamento Nacional de Trânsito, anualmente e a qualquer tempo, fiscalizará in loco os laboratórios credenciados para verificar a manutenção dos requisitos e documentos pertinentes e necessários ao credenciamento.
Uma mudança significativa, em relação às regras anteriores, foi a inclusão da obrigatoriedade de que os laboratórios credenciados pelo Denatran, assim como os laboratórios de apoio, passam a ficar obrigados a realizar auditorias periódicas regulares, com periodicidade de um ano, que deverão incluir três programas, um de Ensaios de Proficiência, um de Amostras Cegas e outro de Controle de Qualidade nas Etapas da Cadeia de Custódia.

Os laboratórios já credenciados pelo Denatran têm prazo de 90 dias para adotar as novas medidas.

Segundo o Ministério das Cidades, as alterações na norma vieram com o objetivo de aprimorar os procedimentos, definir todas as etapas e garantir maior segurança dos resultados do exame.
Fonte: CNT

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A evolução do Seguro DPVAT ao longo dos anos

 

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Nem sempre o Seguro DPVAT foi do jeito que o conhecemos hoje. Desde sua criação, em 1974, ele passou por uma série de aperfeiçoamentos para que pudesse ser o que é hoje: um seguro abrangente, social, de ampla cobertura e que contempla o pagamento de indenizações a qualquer pessoa acidentada no trânsito, independente de culpa.

No começo, as condições para que a vítima de trânsito pudesse ter acesso ao benefício eram bem diferentes. Para receber o seguro, o beneficiário, se fosse pedestre, tinha que identificar a seguradora contratada pelo motorista causador do acidente para conseguir a indenização.

Uma outra curiosidade é que, até 1986, era adotado um modelo de livre escolha, com a venda de seguros sendo intermediada por corretoras. Devido ao grande nível de inadimplência, o que comprometia a finalidade social e o caráter universal do Seguro DPVAT, esse modelo não teve muito sucesso. Além disso, como os proprietários tinham a possibilidade de escolher por qual seguradora iriam contratar o seguro, as campanhas de arrecadação simplesmente não existiam. Dessa forma, menos recursos eram destinados para a área de saúde e educação no trânsito, já que 45% do que é pago hoje pelo proprietário de veículo na contratação do Seguro vai direto para o Sistema Único de Saúde, o SUS, e 5% vai para o DENATRAN.

Somente em 2007 o formato de consórcio que existe até os dias de hoje começou a funcionar, com a Seguradora Líder centralizando as operações administrativas e judiciais do Seguro DPVAT. Essa novidade permitiu mais unidade à gestão do Seguro e agilidade no atendimento à população.

Hoje, quando um acidente de trânsito acontece, sabemos exatamente a quem procurar para pedir a indenização. São mais de 8 mil pontos oficiais de atendimento em todos os municípios brasileiros, que incluem corretores parceiros, seguradoras, Correios e PROCONs. Se precisar acionar o Seguro DPVAT, clique aqui para ver a lista de postos e documentos necessários.

Fonte: Viver Seguro no Trânsito

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Mudanças na formação de condutores podem ser implantadas em 2018

 

Câmara Temática do Contran finalizará proposta de resolução com sugestões apresentadas pela sociedade.

 

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O processo de formação de condutores no Brasil será reestruturado, e as mudanças devem ser implementadas no ano que vem. Para isso, uma nova resolução deverá ser aprovada pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), atualizando o texto da que atualmente disciplina o tema, a 168/2004. O objetivo é modernizar e aperfeiçoar os procedimentos a fim de promover um trânsito mais seguro.

“A sociedade brasileira convive, a cada ano, com mais de 40 mil mortos, mais de meio milhão de sequelados. Cada vida que se perde não tem valor, mas os impactos econômicos estão na casa de R$ 50 bilhões. Não dá para resolver esse problema sem tocar na formação do condutor”, diz o Coordenador-Geral de Qualificação do Fator Humano no Trânsito do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), Francisco Garonce.

A Câmara Temática de Educação, Habilitação e Formação de Condutores do Contran, da qual o SEST SENAT faz parte, formulou a minuta de uma nova resolução, que foi submetida a consulta pública. Foram realizadas cinco sessões presenciais em todas as regiões do Brasil, nos meses de agosto e setembro. As sugestões apresentadas pela sociedade civil foram analisadas em reunião realizada nessa segunda e terça-feira (25/9 e 26/9), em Brasília (DF).

A partir disso, será formulada a redação final da proposta de resolução, que será analisada pelos integrantes do Conselho Nacional de Trânsito. Conforme Francisco Garonce, a expectativa é que o Contran delibere sobre o tema até o fim deste ano. Quando o novo texto estiver aprovado, serão necessários 180 dias para que entre em vigor. Dessa forma, as alterações deverão ocorrer em 2018.

O que pode mudar

A proposta de resolução contém mais de 300 páginas e prevê modificações, por exemplo, em aspectos da formação, da realização dos exames, da expedição de documentos de habilitação, dos cursos de formação especializados e de reciclagem.

Entre os pontos que podem sofrer mudanças estão: a carga horária; a inclusão de aulas teóricas para formação de motoristas nas categorias C, D e E (que hoje ocorre somente com aulas práticas); a adoção de simulador, aulas e exame em vias públicas para a categoria A; a definição precisa de habilidades a serem desenvolvidas em aulas práticas, com acompanhamento do instrutor e do aluno; o exame prático, entre outros.

Segundo Garonce, quanto à prova prática, o objetivo é deixar claro aos futuros condutores o que será exigido no exame. “Queremos acabar com a ansiedade da avaliação. O candidato saberá exatamente o que será exigido dele, se ele está hábil e se tem o conhecimento necessário para a prova prática. Tudo isso traz clareza ao processo de formação”, esclarece.

Um questionamento comum diz respeito ao custo da formação, que deve subir com as mudanças. Para Francisco Garonce, isso representará investimento em segurança. “Nós estamos, na verdade, tentando reduzir o custo com a acidentalidade. Quem ainda não é habilitado terá que investir mais na habilitação, mas a pessoa está investindo para ser um condutor melhor. A pessoa estará menos propensa a se envolver em acidentes, mais capacitada a sair de situações emergenciais. É investimento na segurança própria e na da sociedade como um todo”, argumenta.

Com a reestruturação na formação de motoristas, o Contran também deverá alterar a Resolução 358/2010, que regulamenta o credenciamento de instituições para o processo de formação, capacitação e atualização de motoristas.

“A Câmara Temática já tem estudo encaminhado das mudanças necessárias para estabelecer critérios e exigências para Centros de Formação de Condutores sobre a forma como os Detrans (Departamentos de Trânsito) farão as exigências, assim como o Sistema S deverá apresentar os cursos para que sejam aceitos no Sistema Nacional de Trânsito. As duas resoluções devem ser aprovadas concomitantemente para que as mudanças possam ocorrer”, afirma Francisco Garonce.

Fonte: CNT

O artigo: Mudanças na formação de condutores podem ser implantadas em 2018, também pode ser encontrado no portal: IN Trânsito.

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Detran.SP alerta sobre o uso correto da seta

 

Indicar com antecedência quando for fazer qualquer movimento com o carro pode evitar acidentes

 

Você já foi surpreendido por algum motorista que não deu seta para indicar uma mudança de faixa ou de direção? Pensando nisso, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) ressalta a importância de sinalizar com luz indicadora antes de trocar de faixa, fazer ultrapassagens, conversões e retornos, evitando acidentes. É uma atitude simples, mas primordial para a prevenção.

Conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o uso da seta é exigido a todos os motoristas. Deixar de dar a seta é considerado infração grave, que acarreta multa de R$ 195,23 e cinco pontos na habilitação.

“Os motoristas precisam ter a consciência de utilizá-la sempre e evitar que outros condutores, pedestres ou ciclistas sejam pegos de surpresa por um movimento inesperado. Mais do que uma obrigação legal, dar seta é um comportamento que pode contribuir para um trânsito cada vez mais seguro”, ressalta Maxwell Vieira, diretor-presidente do Detran.SP.

O motorista deve sempre ter em mente que é fundamental ver e ser visto no trânsito. Por isso, o proprietário do veículo precisa ficar atento às condições do sistema de iluminação, que deve estar sempre devidamente regulado, com lâmpadas em bom estado.

Em 2016, o Detran.SP aplicou no perímetro urbano de todo o Estado de São Paulo um total de 1.678 multas pela falta do uso da seta. Além do Detran.SP, por meio da Polícia Militar, as prefeituras e órgãos de trânsito rodoviários, como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) também fiscalizam o uso das luzes indicadoras.

Por um trânsito mais seguro – Por meio do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, o Governo do Estado de São Paulo tem investido em ações para reduzir o número de acidentes e mortes no trânsito, como campanhas educativas e parcerias com prefeituras.

Só com verbas provenientes de multas aplicadas pelo Detran.SP, serão repassados R$ 100 milhões ao longo de 2017 para 52 municípios para melhorias em engenharia de tráfego, fiscalização, sinalização e educação para o trânsito.

Fonte: Detran.SP

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