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    Solicitação de conversão de multa em advertência pode ser feita pela internet em SP

     

    Só quem foi autuado pelo próprio Detran.SP pode acionar o órgão; Quando concedida, advertência livra o motorista de pagar multa e de pontos na CNH.

     

    Você sabe como converter uma multa em advertência por escrito? Para agilizar o processo e facilitar a vida do cidadão, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) permite que esse tipo de requerimento seja feito de forma 100% online pelo portal www.detran.sp.gov.br.

    Pode fazer o pedido ao Detran.SP quem receber notificação de autuação do próprio departamento por cometer infração de trânsito de natureza leve ou média, desde que não seja reincidente na mesma infração nos últimos 12 meses. O prazo para a solicitação é de 30 dias corridos após o recebimento da notificação.

    “A advertência por escrito é uma medida educativa que pode ser aplicada ao condutor que tem bom histórico. A concessão é facultativa, não é obrigatória. Isso significa que o pedido pode ser negado caso o cidadão tenha cometido infrações que coloquem em risco a segurança no trânsito, como usar o celular ao volante, por exemplo, ainda que atenda aos requisitos para o pedido”, explica Maxwell Vieira, diretor-presidente do Detran.SP.

    Quem consegue o benefício da advertência não recebe multa e também não tem os pontos referentes à infração registrados na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

    Como fazer o pedido ao Detran.SP

    Basta clicar em “Serviços Online” no portal www.detran.sp.gov.br e depois selecionar a opção ”Solicitar e acompanhar recurso de penalidade”, na área de “Infrações”. Por questões de segurança, é preciso fazer um rápido cadastro para obtenção de login e senha de acesso pessoal. Quem tem contas no Gmail ou Facebook também pode acessar por meio delas.

    Depois, é preciso preencher, imprimir e assinar o formulário disponível na própria página. Na sequência, o condutor terá de digitalizar o formulário (por meio de scanner ou foto) e fazer o uploadanexando outros documentos necessários, listados na página, para possibilitar a análise. O acompanhamento do processo pode ser feito também pelo portal.

    Infrações registradas por outros órgãos

    Somente o órgão que registrou a infração poderá aplicar a advertência no lugar da multa. O motorista sempre deve enviar o requerimento ao órgão autuador, que consta na notificação de autuação.

    Para fazer o pedido aos demais órgãos de trânsito (como prefeituras e órgãos rodoviários), o motorista deverá apresentar o histórico do seu prontuário, que permitirá a análise. O cidadão pode imprimir esse histórico no portal do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), em “Serviços Online”,>”CNH-Habilitação”>”Certidão e consulta de pontos na CNH”.

     

    Fonte: Portal do Trânsito

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    Saiba como ser ressarcido por danos no veículo após cair em buraco

     

    Má condição no asfalto pode gerar prejuízos ao motorista, mas a conta nem sempre deve ser do dono do veículo. Se você caiu em um buraco ao dirigir pelas ruas da cidade e teve prejuízos por conta desse acontecimento, saiba que pode recorrer com uma ação na justiça para receber indenização.

    Basta provar que os prejuízos foram causados pelas más condições do asfalto para ser reembolsado pelo poder público. Esse é um direito que os cidadãos possuem, já que é obrigação do poder público manter as ruas asfaltadas.

    Como solicitar reembolso para os prejuízos no meu carro após cair em um buraco

    Buracos nas vias públicas estão cada vez mais frequentes e essa é uma queixa comum em diversos municípios brasileiros. Porém, os motoristas não precisam arcar com o prejuízo, já que manter as vias com a manutenção em dia é um dever do órgão público.

    Se o problema ocorre em rodovias privatizadas, ou seja, aquelas pedagiadas, os motoristas recebem reembolso de forma mais ágil, além de encarar um processo menos complicado. Mas isso não significa que se o problema ocorrer dentro da cidade, se deva desistir de um direito de ser ressarcido.

    Especialistas informam que o processo pode levar até cinco anos para se resolver, porém, os motoristas não precisam arcar com despesas, já que podem entrar com um processo no Juizado Especial Cível, este não possui custas processuais.

    Para entrar com a ação na Justiça é preciso que o dono do veículo prove que o problema no veículo foi causado pelas más condições do asfalto. O valor de reembolso é em relação ao que foi gasto para o conserto total do veículo.

    Porém, é preciso apresentar alguns itens, como o boletim de ocorrência, imagens, testemunha e o orçamento da oficina.

    Problemas nos veículos não são causados apenas quando caem nos buracos

    Quem trafega pelas ruas das grandes cidades reclamam dos prejuízos financeiros que são causados por conta das más condições dos asfaltos. Isso gera custos para os donos de veículos, já que precisam ajeitar a suspensão dos carros com certa frequência.

    Em diversos pontos das cidades, interior e capital, trafegar pelas ruas é praticamente participar de um rally. A diferença é que os veículos não são para essa finalidade e nem tampouco os motoristas estão ali por diversão.

    Esses problemas nas vias causam mais estresse nos motoristas e, juntando com problemas comuns do dia a dia como trabalho, por exemplo, aumenta o risco de acidentes.

    Para complicar um pouco mais, esses buracos não estão em um trecho ou outro, mais sim na maioria deles. Desviar de um buraco é praticamente impossível em algumas vias e a opção do motorista é “escolher” por qual passar.

    Como funciona a indenização pelo órgão público para reparar o veículo para quem tem seguro auto?

    Quem conta com um seguro auto pode acionar o seguro para cobrir essas despesas, mas como esse é um problema que deve ser ressarcido pelo órgão responsável pela manutenção das vias, não é indicado acioná-lo.

    Quando se contrata essa proteção, o motorista fica tranquilo se algo ocorrer com o veículo, pois sabe que a seguradora vai cobrir os danos ao veículo. Porém, nem sempre vai compensar acionar essa proteção, devido ao valor da franquia.

    Sempre que o segurado precisa reparar algum dano ao veículo, terá que pagar a franquia e muitas vezes o valor cobrado é alto e acaba não compensando. Por isso é indicado efetuar os reparos e entrar com ação contra o órgão público.

    As informações são do site SeguroAuto.org.

     

    Fonte: Portal do Trânsito

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    Road Rage: saiba mais sobre a fúria no trânsito

     

     

    Uma pessoa gritando com outras pessoas no trânsito. Uma briga entre motorista e um pedestre que atravessou fora da faixa. Uma discussão entre o motociclista que passou no corredor e um motorista de ônibus. Você já presenciou alguma dessas situações? Se a resposta for sim, saiba que existe uma explicação para esses comportamentos aparentemente fora de contexto: é o chamado “road rage“, em tradução livre “fúria no trânsito”, em que o condutor expressa comportamentos agressivos direcionados a outro motorista ou pedestre em um esforço para intimidar ou liberar sua frustração.

    E a “fúria no trânsito” tem uma explicação biológica: o aumento do potencial elétrico, ocasionado por altos níveis de poluição na atmosfera, pode ocasionar perturbações nas funções dos neurotransmissores, o que leva a uma perda no controle dos comportamentos explosivos. O resultado? Uma explosão leva à agressividade e violência verbal, galera.

    Problema mais frequente em homens

    De acordo com a Associação dos Portadores de Transtorno de Ansiedade (APORTA), os homens são os que mais sofrem desse transtorno. A explicação é muitas vezes cultural, já que a virilidade, para muitos deles, está ligada ao carro e ao modo como eles conduzem. Uma coisa é fato: esse tipo de comportamento pode gerar mais acidentes. Sabe o que ajuda a comprovar isso? As indenizações pagas pelo Seguro DPVAT, pessoal. Historicamente, sua maior incidência vai para as vítimas do sexo masculino. Somente no primeiro trimestre de 2018, foram 75% das indenizações.

    Relação do aumento da frota e aumento do estresse

    Em menos de 10 anos, o número de automóveis no país saltou de 53 milhões para 94 milhões. Isso significa que, hoje, quase metade da população brasileira tem carro. Muita coisa, não é mesmo? O aumento na frota brasileira ajuda a explicar o elevado número de congestionamentos, um dos principais motivadores para a “fúria no trânsito”. Afinal, as emoções despertadas naqueles que enfrentam longos engarrafamentos, como o estresse, podem desencadear atos agressivos na direção.

    Como combater

    Por aqui só rola dica boa e, pensando nisso, separamos algumas que podem colaborar para diminuir a sensação de raiva constante ao volante. Confira!

    Jamais responda a agressões no trânsito! Se sentiu ameaçado? Ligue para a Polícia Militar, através do número 190. Outra dica bem bacana é, ao menor sinal de desentendimento, aumente a distância em relação ao outro carro.

    Evite conduzir quando estiver sob uma situação de estresse ou após uma discussão.Foque apenas na direção e resolva os outros problemas depois.

    Que tal tornar o congestionamento menos maçante? Músicas e audiobooks ajudam a distrair um pouquinho.

    Tentou as dicas acima e não deu certo? Talvez seja a hora de procurar ajuda profissional, como um terapeuta, por exemplo. Além de se estressar menos, é uma ótima oportunidade de resolver várias outras questões.

    Como você viu, o “road rage” é um fenômeno bastante complexo e envolve uma porção de coisas. Por isso, se você se identificou com qualquer um desses sintomas, o importante é buscar ajuda. Afinal de contas, o trânsito não deve ser sempre sinônimo de estresse, não é mesmo?

     

    Fonte: Viver Seguro no Trânsito

     

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    Conheça a importância do capacete para o motociclista

     

     

    Somente no primeiro trimestre de 2018, 4.578 motociclistas morreram no trânsito brasileiro. Outros 50.469 adquiriram sequelas permanentes. Os dados são da edição de março do Boletim Estatístico da Seguradora Líder, importante instrumento que ajuda a dimensionar a extensão dos danos causados pela violência no trânsito em todo o país. Mas o que podemos fazer para alterar essa realidade, pessoal? É bem simples: adotar, de forma urgente, medidas de segurança, como o uso do capacete. E é justamente para bater aquele papo sobre a importância desse equipamento que escrevemos esse post.

    Obrigatoriedade do uso: uma linha do tempo

    A obrigação do uso do capacete surgiu juntinho com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em 1997, galera. Desde então, para circular nas vias públicas, seu uso é obrigatório tanto para condutor quanto para passageiro da motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizados, devidamente afixado na cabeça pela cinta jugular e engate por debaixo do maxilar inferior. Em 2013, o uso do capacete ganhou novas vertentes: a Resolução nº 453/2013 veio para disciplinar o seu uso, estabelecendo quais modelos são permitidos e quais são proibidos. Um exemplo bem bacana que veio depois dessa Resolução são os capacetes do tipo “coquinho”, proibidos pela legislação, que não atendem os requisitos mínimos de segurança.

    Eficácia comprovada através dos números

    É isso aí! Estudos que avaliaram a eficácia dos capacetes demonstraram que seu uso previne cerca de 69% dos traumatismos crânio-encefálicos e 65% dos traumatismos da face. Isso acontece porque o capacete minimiza os efeitos causados por impacto contra a cabeça do usuário no momento do acidente. Mas é importante lembrar: a eficácia do capacete está ligada diretamente à sua utilização correta, ou seja, afivelado e com todos os seus acessórios e complementos. Vale ficar de olho! =)

    Escolhendo o capacete ideal

    Para garantir a eficácia do capacete, o ideal é escolher o melhor modelo para você. Por isso, separamos algumas dicas bem bacanas para adquirir o capacete ideal:

    – O primeiro passo é comprar um capacete que tenha o selo do Inmetro, pois essa é a garantia de que ele foi testado de acordo com as normas estabelecidas por um órgão de certificação competente;

    – Busque comprar capacetes com cores claras para facilitar a visibilidade;

    – Na hora de experimentar o capacete, veja se ele se encaixa simetricamente na sua cabeça, não inclinando para trás;

    – Jamais compre capacetes usados: ele pode ter sofrido pancadas ou acidentes e você não conseguirá perceber o dano.

     

    Fonte: Viver Seguro no Trânsito

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    NÚMEROS DA VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO APONTADOS PELO OBSERVATÓRIO SÃO TEMA DE REPORTAGEM VEICULADA PELA RÁDIO NACIONAL DE BRASÍLIA

     

     

    A pesquisa sobre violência no trânsito comparada com a violência pública, feita pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, disponível para leitura em http://www.onsv.org.br/observatorio-afirma-violencia-no-transito-tambem-e-violencia-publica/, foi tema de matéria veiculada pela Rádio Nacional de Brasília, do Grupo EBC (Empresa Brasil de Comunicação).

    Na entrevista, o assessor técnico do OBSERVATÓRIO, Renato Campestrini, comenta os dados e fala sobre a importância das campanhas de conscientização e sensibilização dos motoristas para a redução desses índices e para uma mudança de atitude por parte deles.

    Os dados apontam que quinze estados estão acima da média de ocorrências.   Na lista dos que mais matam por violência no trânsito estão: Piauí, Tocantins, Mato Grosso, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Goiás, Roraima, Paraná, Espírito Santo e Sergipe.

    Ouça a entrevista completa e análise do técnico, com treze minutos de áudio, em: http://radios.ebc.com.br/tarde-nacional/2018/04/brasil-registrou-210-mil-mortes-no-transito-em-um-intervalo-de-cinco-anos

     

    Fonte: ONSV

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    ABERTURA OFICIAL DO MAIO AMARELO 2018 SERÁ DIA 26 DE ABRIL, EM CAMPINA GRANDE (PB)

     

    Movimento chega à sua 5ª edição e fomenta na sociedade a necessidade urgente da redução do número de mortes e feridos graves no trânsito.

     

     

    A abertura oficial do Maio Amarelo 2018 já tem data marcada! Será no dia 26 de abril, às 15h, no Teatro Facina, em Campina Grande, na Paraíba. O evento reunirá autoridades do setor de Trânsito e Mobilidade Urbana de todo o país e marca o início das ações do Maio Amarelo 2018. A coordenação da abertura deste ano é da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) da Prefeitura de Campina Grande, em conjunto com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária.

    O tema do Movimento Maio Amarelo deste ano é “Nós somos o trânsito”, e tem por objetivo motivar toda a sociedade a adotar atitudes melhores para um trânsito mais seguro. O Movimento chega à sua 5ª edição e fomenta na sociedade a necessidade urgente da redução do número de mortes e feridos graves no trânsito. O tema sugerido pelo OBSERVATÓRIO foi discutido com a Associação Nacional de Detrans (AND) e aprovado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) através da resolução nº 722/2018.

    De acordo com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, os acidentes não acontecem, mas sim são frutos de escolhas inadequadas e arriscadas. A cada hora, cinco pessoas morrem vítimas de acidentes de trânsito no Brasil. Esses números tem de mudar! Para José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO e idealizador do Movimento Maio Amarelo, 90% dos acidentes têm como motivação as falhas humanas como imperícia, imprudência e desatenção. “Somos os responsáveis pelos nossos atos no trânsito e ter consciência clara disso é um dos caminhos para a reversão do triste cenário não só do Brasil, mas de todo o mundo”, ressalta.

    O logo para o Maio Amarelo 2018 está disponível para uso livre dos apoiadores e patrocinadores. Para saber mais envie email para euapoio@maioamarelo.com.

    Destaque nas ações

    A cidade de Campina Grande foi escolhida para a abertura oficial do Maio Amarelo de 2018 por ter sido destaque em 2017 pelas diversas atividades desenvolvidas. Para Félix Araújo Neto, superintendente da STTP “o Maio Amarelo consagra importantes ações na desafiadora tarefa de educar para o trânsito. Desde sua criação, Campina Grande desenvolve projetos com muito carinho e atenção sempre buscando a melhor forma de comunicar os riscos e alertas aos cidadãos. Fomos Destaque 2017 e agora, com muito orgulho, aceitamos o convite para sediar a abertura deste grande evento nacional. Além da grande alegria pelo reconhecimento de nossas práticas e do nosso compromisso por um trânsito melhor, mais fluido e seguro, a honradez da escolha e o compromisso e responsabilidade de fazer ainda melhor”, frisa.

    Premiação e encerramento

    O evento de encerramento com a premiação “Destaques Maio Amarelo 2018” acontecerá no dia 28 de junho em Brasília, no Distrito Federal, e será sediado pela ABDER (Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem) e pelo DER/DF (Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal), com apoio do Detran-DF.

    A premiação será dada às empresas, entidades do setor público e sociedade civil organizada que mais disseminarem os conceitos e práticas propostas pelo Maio Amarelo. As ações devem estar direcionadas à conscientização para a segurança no trânsito e o incentivo à mudança de comportamento de todos que transitam.

    Sobre o Maio Amarelo

    O Movimento Maio Amarelo chama a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

    Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e o “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “Maio Amarelo” estimula atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.

    A escolha proposital do laço amarelo tem como intenção primeira colocar a necessidade de a sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos.

    Vale ressaltar que o Maio Amarelo, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha; ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do “Maio Amarelo” em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, quanto, na medida do possível, durante o ano inteiro.

    Presente em 27 países

    Em 2017 mais de quatro mil ações que levaram à população a mensagem do Maio Amarelo foram realizadas e informadas à página do Movimento na internet. Tanto no Brasil quanto no mundo, diversas cidades e capitais aderiram ao Maio Amarelo, propondo atividades que visem a conscientização da sociedade por mais paz no trânsito. O tema foi abordado em 26 países.

    Também na internet, mais de 500 mil pessoas acessaram o site  durante o mês e, no Facebook, a página do Movimento alcançou mais de cinco milhões de pessoas. O vídeo tema da mobilização “Minha Escolha Faz a Diferença”, obteve mais de dois milhões de visualizações.

    O Maio Amarelo 2017 conquistou o apoio de mais de quatro mil empresas públicas e privadas nacionais e internacionais, além de outros organismos que promoveram ações entre funcionários e para o público em geral. Mais de 1.400 notícias sobre o Movimento foram publicadas e veiculadas em jornais e emissoras de rádio e televisão, além de sites e revistas.

    Monumentos e prédios públicos do Brasil e do exterior, como o Cristo Redentor, o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Palácio Legislativo, no Uruguai, entre outros, foram iluminados em amarelo em adesão ao movimento. O laço símbolo do Movimento ganhou destaque também, decorando a fachada do prédio da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), na área central de São Paulo, e ônibus do transporte público em diversas cidades do país.

    “Através do Movimento pretendemos conscientizar a sociedade que parar na faixa de pedestres, respeitar os limites de velocidade, usar cinto de segurança e capacete, não beber quando for dirigir, sejam vistas como um ato de cidadania, como é reciclar o lixo, não fumar em lugar público, recolher a sujeira na praia”, reforça Ramalho.

    Sobre a Década de Ação para a Segurança no Trânsito

    A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

    São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.

    Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

    O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

    Países em desenvolvimento

    O problema é mais grave nos países de média e baixa rendas. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares.

    As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.

    De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.

    A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, o excesso de velocidade, não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.

     

    Fonte: ONSV

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    Em três meses, Seguro DPVAT registra mais de 87 mil indenizações pagas

     

    Segundo o Boletim Estatístico da Seguradora Líder, de janeiro a março de 2018, houve queda de 11% no volume total de indenizações ante mesmo período do ano passado.

     

    A Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT, registrou o pagamento de 87.508 indenizações a vítimas de acidentes de trânsito no primeiro trimestre de 2018. O número mostra uma redução de 11% em relação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março, as indenizações por morte (9.196) e invalidez permanente (62.781) apresentaram queda de 2% e 15%, respectivamente, ante 2017. Já o reembolso de despesas médicas teve crescimento de 6% na mesma comparação.

    Seguindo a tendência dos anos anteriores, a motocicleta permanece sendo responsável pela maior parte das indenizações: 76%, apesar de representar apenas 27% da frota nacional de veículos, de acordo com dados do Denatran. Do total de indenizações pagas no trimestre, 66.201 foram para acidentes envolvendo motocicletas. Destas, 76% foram para invalidez permanente (50.469) e 7% para morte (4.578).

    A região Nordeste também lidera o número de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT, embora sua frota seja a terceira maior do país (17% dos veículos). De janeiro a março, os estados nordestinos registraram 27.345 casos, o que corresponde a 31% do total. A região é impactada, principalmente, pelos acidentes com motocicletas (64% dos casos). Já a região Sudeste teve a maior incidência dos acidentes com vítimas fatais (34% do total de 9.196). A área concentra 49% da frota nacional de veículos do país.

    No primeiro trimestre do ano, a maioria das indenizações pagas foi para vítimas do sexo masculino. A faixa etária mais atingida foi de 18 a 34 anos, representando 48% do total pago. Além disso, 23% dos acidentes indenizados ocorreram no período do anoitecer, entre 17h e 20h.

    A Seguradora Líder divulga, mensalmente, os dados de indenizações pagas para que eles se tornem insumos para a construção de políticas públicas que contribuam para que o trânsito brasileiro se torne menos violento. A companhia tem o compromisso de contribuir na formulação de ações para prevenção de acidentes e educação no trânsito.

     

    Fonte: Portal do Trânsito

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    Catalisador: quatro cuidados para não danificar a peça

     

    Responsável por diminuir os níveis de emissões dos automóveis, catalisador é caro e exige cuidados.

     

     

    Obrigatório no Brasil desde o início da década de 1990, o catalisador é uma das peças mais importantes do automóvel quando o assunto é a diminuição da emissão de poluentes na atmosfera. Composta por materiais nobres, a peça é cara para repor e exige atenção especial. Veja quatro cuidados indicados pelo CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária) para evitar danos ao catalisador.

    1. Atenção ao combustível

    Apesar de proibidos no Brasil há décadas, os combustíveis com chumbo são alguns dos elementos que mais podem estragar o catalisador. Por ser metal pesado contamina os componentes internos da peça deixando-a ineficiente. No passado, o chumbo era utilizado para aumentar a octanagem (propriedade que mede a resistência de detonação sem a faísca da vela) dos combustíveis, especialmente a gasolina. Combustíveis com altos níveis de enxofre também podem causar danos.

    2. Peça de impacto

    Tente não raspar ou passar em obstáculos que impactem o catalisador. A deformação resultante pode estragar a peça. Por dentro, o catalisador tem uma estrutura tipo colmeia que pode se romper com impactos, diminuindo a eficiência.

    3. Amassou? Não demore a arrumar

    Além da perda de potência, andar com um catalisador danificado pode trazer problemas mais sérios para o carro. Após um impacto, partes da estrutura interna da peça se soltam e podem obstruir o fluxo de ar. Isso pode gerar perda de potência e, em casos mais graves, superaquecimento do motor.

    4. Risco de incêndio

    De acordo com o CESVI, fica a dica também de não estacionar o veículo após o uso em locais que concentrem muitas folhas secas, mato ou qualquer tipo de substância que possa sofrer combustão ao ser aquecida. Em uso, o catalizador pode atingir temperaturas de até 400ºC, o que gera um risco de incêndio nessa situação.

     

    Fonte: ICarros 

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    Abril terá importante mudança na legislação de trânsito. Veja qual é!

     

    A Lei n° 13.546/2017, que entra em vigor no dia 18 de abril, altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e amplia a pena para motorista que cometer homicídio ou causar lesão grave ou gravíssima ao dirigir alcoolizado ou sob o efeito de qualquer outra substância psicoativa. O condutor terá como pena a reclusão de dois a cinco anos, além de outras possíveis sanções.

    Atualmente, pelo CTB, os motoristas que praticarem lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, estão sujeitos a pena de detenção, de seis meses a dois anos e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir. No caso de ocorrer homicídio culposo, há um aumento de um terço da pena.

    Para Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal, crimes cometidos ao volante por condutores embriagados devem ser punidos com rigidez.

    “Infelizmente vemos que a sensação de impunidade tem resultado um número crescente de tragédias no nosso País. Porém não basta mudar a lei, é preciso aumentar a fiscalização também”.

    O especialista ressalta que a prevenção ainda é o melhor caminho. “A educação de trânsito na escola, através de programas educativos perenes, é capaz de mudar essa triste realidade que enfrentamos hoje”, afirma Mariano.

    De acordo com o Governo Federal, a diferença entre detenção e reclusão é um reforço punitivo contido no projeto sancionado pelo presidente Michel Temer. No caso da detenção, as medidas são, em geral, cumpridas no regime aberto ou semiaberto. Já a reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade, pois é destinada a crimes dolosos – quando há intenção de matar.

     

    Fonte: Portal do Trânsito

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    Estudo avalia substituição do diesel por GNV para reduzir impactos ambientais

     

    Análise aponta que o gás natural pode ser mais viável, no médio prazo, que caminhões e ônibus com propulsão elétrica.

     

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    O GNV (Gás Natural Veicular) pode ser a alternativa mais viável para substituir o diesel e, assim, reduzir, de forma mais imediata, a pressão da atividade transportadora sobre o meio ambiente. É o que propõe um estudo da Iveco, realizado na Europa. Segundo a análise, o combustível pode ser adotado em larga escala com mais facilidade que veículos de propulsão elétrica.

    Para veículos com a tecnologia Euro V, a projeção é que somente as emissões de CO2 sejam até 15% menores com GNV, se comparado com o óleo diesel.

    “O diesel ainda tem um lugar central na matriz energética mundial de transporte. Mas é verdade que o debate sobre os impactos ambientais e a pressão por soluções mais limpas vêm sendo cada vez maiores, por parte de governos, da sociedade e das próprias transportadoras”, afirma o engenheiro da Iveco, Alexandre Capelli. “A eletrificação, com certeza, terá um papel grande e crescente na indústria do transporte. Mas, até se massificar comercialmente, terá espaços intermediários, e entendemos que um desses espaços é o GNV. Ele é um combustível que tem potencial de redução de emissão de poluentes grande se comparado ao diesel”, explica.

    Embora a comercialização de caminhões e ônibus com gás natural veicular ainda não seja expressiva, já existem unidades em circulação no Brasil. Entretanto a massificação do uso desse combustível para veículos de grande porte exige que se enfrentem algumas barreiras. “São barreiras de natureza estrutural e conjuntural, como a oferta. O gás natural não é um componente abundante na matriz energética”, explica Capelli.Mas ele acredita que, com políticas adequadas, será possível superar esses desafios. “Contanto que haja políticas que incentivem a introdução daquela fonte numa matriz energética, você pode chegar à oferta de GNV a um custo competitivo em relação ao diesel. Do ponto de vista puramente técnico, o gás natural tem todo o potencial para ser comercialmente atrativo.”

    O gás natural é extraído do subsolo da terra e é resultado da decomposição de matéria orgânica. Segundo a Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado), o impacto ambiental é inferior se comparado ao óleo diesel, porque os produtos resultantes da combustão do GNV são isentos de óxido de enxofre e de partículas de fuligem.
    Fonte: CNT

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