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Detran do DF autoriza uso de véu e turbante em foto de CNH

 

Instrução foi publicada no Diário Oficial na quinta-feira. Duas pessoas que moram em Brasília já conseguiram na Justiça direito de usar vestimenta.

 

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) permitirá o uso de véu e de turbante nas fotos da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A instrução que autoriza o emprego do lenço foi publicada no Diário Oficial do DF na quinta-feira (12).

Até hoje, segundo o órgão, duas pessoas que moram na capital federal obtiveram judicialmente o direito de usar o adereço religioso na foto da CNH. A decisão do Detran foi tomada com base no artigo 5, inciso 8, da Constituição Federal, que diz que “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa”.

Ao G1, o diretor-geral do Detran, Silvain Fonseca, disse que órgão também adotou a medida com o objetivo de desburocratizar o processo de emissão da CNH. “O DF já tem biometria. Além da visualização da CNH, teremos outros dispositivos para identificar as pessoas. Queremos tornar as coisas mais objetivas para facilitar a vida do cidadão.”

Em nota, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) informaram que não têm posição sobre tema, porque aguardam uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a repercussão geral do recurso extraordinário da União contra uma decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que liberou uma freira a sair na foto da CNH com o “traje beato”.

Os órgãos disseram desconhecer se outra unidade federativa do país está adotando a mesma postura que o DF.

Batalha judicial

Em agosto do ano passado, a Justiça do DF concedeu a uma mulçumana o direito de usar o hijab – véu islâmico – na carteira de motorista. A decisão ocorreu após Rihab Awad Odeh Sad ter apresentado uma ação contra o Detran-DF. Ela tinha sido impedida de renovar a CNH usando uma foto em que aparece com o lenço tradicional da religião.

A reportagem conversou com Rihab Sad nesta sexta-feira (13), depois que a instrução do Detran-DF foi publicada. Ela mora há 20 anos em Sobradinho, região administrativa do Distrito Federal.

“Um conhecido me contou da mudança e fiquei muito feliz. Eu corri atrás na Justiça, porque era algo importante para mim. Acho que, agora, muita gente vai procurar trocar a foto”, disse Rihab Sad.

Na época que a mulçumana foi proibida de usar o véu na foto do documento, o Detran se fez valer da Resolução n° 196 de 2006 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). De acordo com a norma, o “candidato ou condutor não poderá estar utilizando óculos, bonés, gorros, chapéus ou qualquer outro item de vestuário/acessório que cubra parte do rosto ou da cabeça”.

Na primeira versão do documento, ela, então, aceitou ficar sem o lenço porque a foto foi tirada por uma mulher. “Eu me sentia muito constrangida quando era parada em blitz e um homem pedia para ver minha foto. Eu me sentia muito mal, sem o véu a gente está em pecado.”

“Eu só mostrava porque era uma autoridade, mas até o agente de trânsito ficava desconfortável e ainda não me reconhecia sem o véu”, conta a muçulmana.

Depois de uma série de constrangimentos, ela procurou a Defensoria Pública e entrou com a ação contra o Detran. A juíza responsável pelo caso decidiu que a vedação afronta o direito à crença religiosa.

“Não é um hobby. Faz parte da minha vestimenta, de quem eu sou”, disse Rihab Awad, em entrevista ao G1 em 2017.

Além disso, a magistrada defendeu que a muçulmana já tinha carteira de identidade, carteira de trabalho e passaporte e, em todos esses documentos, a foto de identificação foi feita com o hijab. Esses documentos, de acordo com a magistrada, “mostram que não há dificuldade para identificar a mulher nas fotografias”.

“Essa questão deve ficar restrita à sua liberdade religiosa e ao seu conceito de dignidade pessoal, desde que, claro, não afronte a ordem pública”, sentenciou a juíza.

Fonte: G1

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Foi aprovada lei que proíbe rebocar veículos em blitz? Não é verdade!

 

Mensagem no WhatsApp cita legislação inexistente; Denatran e Detran dizem que informação é falsa.

 

Circula em grupos de WhatsApp uma mensagem que diz que uma nova legislação proíbe rebocar veículos a partir de agora. Não é verdade. A mensagem é acompanhada por um áudio de entrevista em que um homem defende esse ponto de vista.

 

O Ministério das Cidades, a quem o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) é subordinado, informou por meio de sua assessoria que a informação é falsa e a legislação citada na legenda que acompanha o áudio não existe.

O Detran do Rio de Janeiro, onde a mensagem começou a se disseminar, também disse que a informação é falsa e que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é claríssimo em todos os casos previstos para apreensão e remoção de veículos.

Segundo o Detran, qualquer veículo pode ser apreendido se não estiver com o licenciamento anual em dia; se o condutor estiver sem CNH, não for habilitado para dirigir ou se for flagrado embriagado ou sob efeito de drogas e não houver outra pessoa habilitada para levar o automóvel; se estiver sem condições de rodagem (sem equipamentos de segurança, como faróis ou parabrisas danificados, por exemplo); se estiver estacionado em local proibido ou em situação irregular.

O homem do áudio disse ao G1, por meio de sua assessoria, que naquele momento estava se referindo à Lei 13.281. Ele não se responsabiliza pela legenda colada ao áudio que cita o inexistente artigo 274.2022″.

Segundo o Denatran, “a lei 13.281” mencionada pelo entrevistado “apenas revogou o art. 256, IV e o art. 262 do CTB que tratavam da aplicação da penalidade administrativa de apreensão do veículo”, medidas que já não possuíam aplicação legal, porque, por serem penalidades, só poderiam ser aplicadas “após o devido processo legal e e ampla defesa e do contraditório ao condutor/proprietário do veículo. “

O Denatran ressaltou que permanecem em vigor, entretanto, as medidas administrativas de retenção e remoção do veículo, medidas essas que podem ser aplicadas no momento da constatação da infração de trânsito, diferentemente de penalidades.

O homem do áudio também diz que segundo a lei 13.281 não se pode apreender veículo por falta de pagamento de IPVA . “Recolhe-se, neste caso, o documento em atraso, contra-recibo. Esta interpretação é compartilhada por juristas em todo o Brasil”, disse.

O Denatran discorda. Diz que o condutor que não tiver realizado o pagamento do IPVA será autuado pelo art. 230, inciso V, do CTB, por conduzir veículo que não esteja registrado e devidamente licenciado. Esse dispositivo possui, como sanção, a aplicação de medida administrativa de remoção do veículo.

O homem do áudio também diz que não se pode apreender veiculo por flagrante alcoólico do condutor. “Neste caso o condutor ou proprietário do veículo pode indicar outro condutor habilitado e apto para conduzir o veículo adiante.”

O Denatran diz que a infração de trânsito por dirigir sob a influência de álcool está tipificada no art. 165 do CTB, que possui a previsão de aplicação da medida administrativa de retenção do veículo e voltou a lembrar que medidas administrativas podem ser aplicadas imediatamente. “

Veja o que diz a mensagem:

“Artigo. 274.2022 lei Federal Passou agora acabou a mafia do reboque ta proibido reboca agora”

 É ou não é?’, seção de fact-checking (checagem de fatos) do G1, tem como objetivo conferir os discursos de políticos e outras personalidades públicas e atestar a veracidade de notícias e informações espalhadas pelas redes sociais e pela web. Sugestões podem ser enviadas pelo VC no G1, pelo Fale Conosco ou pelo Whatsapp/Viber, no telefone (11) 94200-4444, com a hashtag #eounaoe.
Fonte: G1

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Carros elétricos terão postos de recarga ligando São Paulo e Rio a partir da próxima semana

 

Com 6 estações abrangendo área de 430 km na Rodovia Presidente Dutra, corredor é considerado o maior do tipo na América Latina. Frota no Brasil ainda é pequena.

 

Um corredor com postos de recarga elétrica vai ser inaugurado na próxima segunda-feira (23), na Rodovia Presidente Dutra, ligando São Paulo ao Rio de Janeiro. O objetivo é fornecer energia para que veículos elétricos e híbridos (com um motor elétrico e outro a combustão) plug-in possam fazer o deslocamento entre as duas cidades.

Os equipamentos de carregamento rápido estão instalados em 6 postos ao longo de 430 quilômetros, com uma distância máxima de 122 km entre cada um, ligando as duas capitais.

O projeto foi desenvolvido por meio de uma parceria entre a BMW do Brasil e a EDP, empresa que atua no segmento elétrico, e as estações estão em postos da rede Ipiranga.

De acordo com as empresas, foram investidos R$ 1 milhão no empreendimento e este é o maior corredor elétrico da América Latina, superando um de cerca de 300 km existente no Uruguai.

Frota pequena

O Brasil ainda tem poucos veículos elétricos e híbridos. Considerando apenas carros e comerciais leves, são 8,6 mil no total até o final de junho, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o que, de acordo com o Departamento Nacional de Trânsito, corresponderia a cerca de 0,005% dos 92 milhões de veículos que circulavam no país.

A partir de novembro, esses carros pagarão menos Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). E futuros híbridos flex (que aceitem etanol, e não só gasolina) terão desconto extra no tributo.

Grátis por 6 meses

Nos primeiros 6 meses, os postos de recarga fornecerão a energia elétrica de forma gratuita para os usuários. Depois deste prazo, a maneiras de cobrar e o valor a ser pago será definido pelas empresas, mas a referência deve ser o valor adotado pela distribuidora de energia.

Segundo Helder Boavida, presidente da BMW, o custo da viagem é cerca de um quarto do valor com combustível.

O tempo estimado para o abastecimento de um veículo com bateria de 22 kWh é de 25 minutos para 80% da carga, informam as empresas. Em cada uma das estações, dois veículos podem recarregar ao mesmo tempo, e motos também podem usar o dispositivo.

Fonte: G1

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Estudantes criam startups de mobilidade e segurança no trânsito

 

Em busca de conhecimento para desenvolver novos negócios, universitários de vários estados que desenvolvem startups inovadoras em diversas áreas estiveram reunidos no Startup Summit realizado em Florianópolis, nos últimos dias 12 e 13 de julho. Os jovens que tiveram suas ideias de soluções inovadoras na área de mobilidade sustentável e segurança no trânsito selecionados pelo projeto Renault Experience aproveitaram o evento para divulgar seus produtos, fazer contatos com potenciais investidores e promover intercâmbio com outras empresas.

“Ampliamos a visão de onde está inserido realmente. O evento trouxe ao mesmo tempo muito informação, conhecimento e esses contatos, que foi surpresa para gente. Então, foi genial”, comemora Carlos Cunha, de 27 anos, integrante de uma das equipes do projeto Renault Experience, que funciona como um modelador de novos negócios e acelerador de startups idealizadas por estudantes.

As três equipes selecionadas pelo projeto da montadora passam uma semana de imersão em Curitiba, recebendo monitoria especializada e ferramentas para deslanchar os empreendimentos nascentes no mercado. Além do conhecimento, os grupos saem do projeto com aporte inicial de R$ 30 mil para desenvolver a empresa. Em cinco edições, o Startup Summit já alcançou 83 universidades em 14 estados brasileiros, com 35 mil estudantes participantes.

Sensor motorista alcoolizado

Entre as propostas selecionadas este ano pela Renault Experience, está a Senscar, a startup desenvolveu, em Curitiba, um sensor consegue detectar em qualquer veículo se o motorista está alcoolizado. A ideia de criar um sensor para veículos surgiu durante a apresentação na universidade do projeto da Renault, que desafiou os alunos a encontrar um problema e sua solução.

O projeto já está sendo testado por uma empresa de transporte que leva turistas, principalmente crianças, para atrações do Paraná, mas os meninos já vislumbram o mercado nacional que tem mais de 11 milhões de veículos só para transporte de passageiros.

Redução de mortes

Também pensando na segurança do trânsito, Gustavo de Lima Lourenço e Silva, 20 anos, estudante de engenharia civil da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, desenvolveu junto com quatro amigos, um aplicativo que pode reduzir acidentes. Chamado Arquimedes, o projeto pensado pelos jovens é baseado na gamificação, um método novo no mercado que usa dinâmica de jogos para promover interação e busca de soluções para um problema, no caso, incentivar boas condutas no trânsito.

“A gente sentou e pensou como é o trânsito hoje. A gente começou a destrinchar e descobriu que 90% dos acidentes que acontecem, desde colisões rotineiras até acidentes fatais, são causados por distração. E um terço das distrações são causadas pelo uso do celular”, explicou Gustavo.

O grupo, então, desenvolveu uma ferramenta que bloqueia notificações que podem distrair os motoristas. O aplicativo colhe informações sobre o condutor que poderão ser utilizadas por seguradoras para conceder descontos para bons motoristas, por exemplo.

Visão de negócio

Miguel Macedo de Carvalho Filho, estudante da engenharia civil da Universidade Federal do Espírito Santo, integra outra equipe selecionada pelo projeto Renault Experience. A ideia do grupo é desenvolver um sistema unificado de delivery para que atenda todos os estabelecimentos da cidade. A partir da plataforma chamada “Ideliver”, os comerciantes não precisariam contratar entregadores, bastando apenas acionar o sistema conforme a demanda.

Miguel disse que a ideia surgiu ao perceber que, em sua cidade, os entregadores ficavam muito tempo parado na porta das lojas, com prejuízos para cada um deles. “A gente pensou, por que esses comerciantes não se juntam para fazer uma rede de entrega compartilhada?”. A partir daí, o grupo passou a desenvolver um aplicativo que acabasse com essa ociosidade. “A ideia é fortalecer principalmente os pequenos e médios comerciantes pra que eles possam expandir os negócios sem esse risco logístico”, explicou Miguel.

As informações são da Agência Brasil

Fonte: Portal do Trânsito

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Preço do diesel tem leve alta após 5 semanas de queda, diz ANP

 

Preço nas refinarias permanece congelado, conforme acordo durante a greve dos caminhoneiros; já o valor médio da gasolina nas bombas caiu pela sexta semana seguida.

 

O preço médio do diesel nas bombas subiu na semana passada após 5 quedas consecutivas, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (16) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). Já o valor médio da gasolina para o consumidor final teve uma leve queda, marcando o sexto recuo seguido.

Segundo a ANP, o preço do diesel subiu 0,12% na semana passada, de R$ 3,384 para R$ 3,388 por litro, em média.

Já o custo da gasolina nas bombas passou de R$ 4,495 para R$ 4,494, uma queda de 0,02%.

No mesmo período, a Petrobras subiu o preço nas refinarias em R$ 0,01, ou cerca de 0,3%, seguindo sua política de reajuste de preços com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. De acordo com a empresa, as decisões de subir ou baixar os preços nas refinarias dependem de fatores como o câmbio e o preço do barril de petróleo. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos. Já o valor do diesel permanece congelado nas refinarias, conforme acordo feito para encerrar a greve dos caminhoneiros.

No ano, o preço médio da gasolina calculado pela ANP já acumula alta de 9,6% – uma variação bem maior que a inflação esperada para o ano, de 4,15%. Já o diesel tem alta acumulada de 1,86%.

A ANP divulga semanalmente o preço médio por litro do diesel nos postos, com dados coletados em 459 municípios pesquisados. Os valores representam uma média calculada pela ANP. Os preços, portanto, variam de acordo com a região pesquisada.

Etanol e gás de cozinha

Na semana passada, o preço do etanol caiu 0,88%, para R$ 2,808, em média. Foi a quinta semana seguida de queda. Em 2018, o preço médio do etanol já caiu 3,57%.

Da mesma maneira como ocorre com a gasolina e o diesel, o valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região.

Já o preço do botijão de gás de cozinha subiu 0,34% na semana passada, para a média de R$ 68,690. No ano, há alta acumulada de 1,9%.

Fonte: G1

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Comissão aprova a inclusão de bicicletários na Política Nacional de Mobilidade Urbana

 

A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou proposta que determina a instalação de bicicletários nas cidades brasileiras. A proposta inclui a medida na Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/12).

O relator, deputado Leopoldo Meyer (PSB-PR), recomendou a aprovação.

“O projeto aplica uma estratégia que já se mostrou eficiente em outras cidades no mundo: desestimular a adoção de veículos motorizados individuais não por meio da proibição de seu uso, mas da gradual diminuição de pontos de estacionamento”, disse.

O texto foi aprovado na forma do substitutivo adotado pela Comissão de Viação e Transportes para o Projeto de Lei 7909/10 e cinco apensados. O substitutivo aproveitou os pontos básicos de cada uma das propostas.

Conforme o texto, os municípios e o Distrito Federal deverão definir um percentual mínimo dos estacionamentos públicos e privados para bicicletários, com conforto e segurança e respeitando as peculiaridades locais. A dimensão, o posicionamento e a sinalização desses espaços deverão obedecer às normas técnicas vigentes.

Além disso, a construção ou a ampliação de edifícios públicos ou privados de uso público deverá prever a instalação de bicicletários, acompanhados de vestiários e banheiros para utilização dos ciclistas que trabalham nesses locais.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

As informações são da Agência Câmara

Fonte: Portal do Trânsito

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As férias de julho chegaram! Veja cuidados para quem vai viajar com as crianças

 

Antes de pegar a estrada para aproveitar as férias de julho, o condutor deve estar atento às condições de diversos itens necessários para garantir a segurança de todos os ocupantes do veículo, certificando-se do bom estado de pneus, cintos de segurança, extintores e outros equipamentos.“Sempre que se viaja com muitos passageiros, ainda mais com crianças, os cuidados devem ser redobrados”, alerta Celso Mariano.

No Brasil é obrigatório o uso de dispositivo de retenção adequado para a idade da criança. Para quem não segue essa regra, a viagem pode nem acontecer, pois se flagrada a irregularidade será proibido seguir viagem em desacordo com as normas, isso além de receber uma multa de R$ 293,47. Mas lembre-se: nesse caso, a multa não é o mais importante. O uso do sistema de retenção adequado e corretamente instalado reduz em até 75% as mortes e em até 90% as lesões em caso de acidente.

A maioria das pessoas sabe que deve utilizar cadeirinhas, mas poucos sabem os motivos dessa obrigatoriedade.

“As crianças são mais frágeis do que os adultos e o cinto de segurança não foi projetado para proteger indivíduos menores de 1,45 m. Por esse motivo, para prevenir lesões nos pequenos, é necessário utilizar o cinto de segurança e um equipamento adequado ao peso, altura e idade da criança, além de homologado por órgãos nacionais ou internacionais de qualidade”, explica Mariano.

Regras de uso dos sistemas de retenção

As normas brasileiras recomendam o tipo de dispositivo conforme a idade da criança, mas como explicado anteriormente, o mais importante não é não levar a multa e sim prezar pela segurança dos passageiros, e por esse motivo o Portal do Trânsito alerta que existem mais aspectos que devem ser levados em consideração, como peso e altura da criança.

De 0 a 13 Kg, ou desde o primeiro dia de vida no trânsito até aproximadamente um ano de idade, o dispositivo adequado é o Bebê Conforto.  Este equipamento deve ser instalado de costas para o movimento do veículo.

Já para crianças de 09 Kg a 18 Kg, com idade de 01 a 04 anos aproximadamente, o dispositivo adequado é a cadeirinha.

Para os maiores, a partir de 15 Kg até 36 Kg, deve ser utilizado o assento de elevação. Os pais devem ficar atentos, pois a criança precisa desse equipamento até atingir 1,45m e estar preparada para usar apenas o cinto de segurança do carro.

Todos os sistemas de retenção vendidos no Brasil estão adequados para instalação apenas no cinto de três pontos dos veículos.

Certificação, peso e altura

Os pais devem ficar atentos também porque não adianta apenas usar o dispositivo de retenção, ele deve ser certificado, instalado corretamente e de acordo com peso e altura da criança. Todas as informações necessárias são encontradas no Manual que vem junto com o equipamento.

Trajetos curtos

Mesmo em trajetos curtos ou quando estiver chegando ao seu destino, não dispense o uso da cadeirinha. Segundo pesquisas, a maioria dos acidentes ocorre nessa situação.

Lesões mais comuns

As lesões mais comuns em crianças de até dois anos, em caso de acidente, são no pescoço. Isso acontece devido ao tamanho da cabeça do bebê e a fragilidade da coluna vertebral.

Entre os dois e quatro anos, as lesões mais comuns são na cabeça. As vértebras dos pequenos não são fortes o suficiente para suportar as desacelerações bruscas que acontecem em caso de acidente.

Já entre os quatro e dez anos, as lesões mais comuns são no abdômen. As crianças têm maior risco de lesão abdominal e hemorragia interna, porque os órgãos ainda não estão suficientemente fixados à sua estrutura abdominal, como nos adultos.

Exemplo

Para o especialista, um exemplo vale mais do que mil palavras.

“Não adianta apenas falar, os pais e demais passageiros também devem sempre utilizar o cinto de segurança, mesmo no banco de trás, para dar o exemplo e criar na criança uma cultura de segurança que deverá ser levada por toda vida”, conclui Mariano.

Fonte: Portal do Trânsito

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Identifique sinais de desgaste dos amortecedores

 

Responsável por controlar o movimento de sobe e desce da mola durante a absorção do impacto, garantindo, assim, conforto e estabilidade do veículo, os amortecedores requerem cuidados adequados e inspeção preventiva.

Segundo Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata, os primeiros sinais de desgaste são ruídos ou impactos acentuados ao passar em buracos, lombadas ou valetas e falta de estabilidade em curvas e pistas irregulares e perda de dirigibilidade. “É preciso ficar atento também a vazamentos de óleo, balanço excessivo em arrancadas e freadas e  desgaste  escamado dos pneus ”, alerta.

Caso seja identificado algum destes indícios, é preciso levar a uma oficina de confiança para avaliação do conjunto de suspensão.

“Se houver necessidade da substituição dos amortecedores, os proprietários de veículos devem conferir se as peças possuem o selo do Inmetro, que atesta a qualidade das peças”, comenta.

Além da certificação do Inmetro, Silva explica que os amortecedores Nakata contam com sistema de vedação de alta resistência, conferindo durabilidade; possuem tecnologia a gás, com gás nitrogênio à baixa pressão que não deixa faltar óleo no ciclo de abertura e fechamento da haste, evitando falhas no amortecimento. “Para suavizar os impactos no final do curso de abertura da suspensão em condições severas e melhorar o conforto, há o stop hidráulico”, conclui.

Medidas simples como evitar sobrecarga, trafegar em pistas irregulares na velocidade adequada e  fazer inspeções periódicas em todos o sistema de suspensão a cada 10.000 km podem aumentar consideravelmente a vida útil do sistema.

As informações são da Assessoria de Imprensa

Fonte: Portal do Trânsito

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Doenças oculares dificultam renovação da CNH

 

Ceratocone e catarata são as mais frequentes, depois dos óculos desatualizados. Saiba identificar os sinais de risco

 

Acidentes de trânsito são considerados um grave problema global de segurança e saúde pública pela OMS (Organização Mundial da Saúde). No Brasil, o número de pessoas que perdem a vida por esta causa vem crescendo.  É o que revelam os relatórios do DPVAT, seguro social que cobre acidente no país. Só nos cinco primeiros meses deste ano foram mais de 100 pessoas/dia. Aumentou 7%, passando de 15,6 mil indenizações de janeiro a maio de 2017 para 16,7 mil este ano.

De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, perito em medicina do trânsito e membro da ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego) o  uso de óculos desatualizados é um dos fatores que contribui com este crescimento. Isso porque, a maioria dos brasileiros só faz exame oftalmológico quando vai renovar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

“A nossa legislação é clara: Para dirigir é necessário ter, no mínimo, 50% de acuidade visual. O problema é que as alterações no grau dos óculos ou lentes de contato são lentas e passam despercebidas. Por isso, pessoas que enxergam próximo ao limítrofe estabelecido pelo Detran correm mais risco de serem reprovadas no exame de  renovação da CNH”, alerta.

O resultado é que além de colocarem a própria vida e a de outras pessoas em risco por descuido com a saúde ocular, têm de arcar com o custo de mais de um exame no Detran e ficam um tempo privadas de dirigir.

Queiroz Neto afirma que a dificuldade de enxergar aumenta em até três vezes a chance de acidentes. Isso porque, 85% de nossa integração com o meio ambiente depende da visão.

“Um motorista que enxerga 100% e trafega em uma estrada a 90 km/hora tem 3,2 segundos para processar as informações de uma placa de sinalização. Para quem enxerga 66% a leitura tem de ser feita em  2,5 segundos e com 50% de acuidade visual o tempo de leitura cai para 1,6 segundos”, exemplifica.

Os sinais de que já está na hora de consultar um oftalmologista são:

  • Não ter o tempo suficiente para ler algumas placas do trajeto.
  • Aperta os olhos para ler.
  • Sentir desconforto na claridade.
  • Dificuldade para acompanhar palestras ou as legendas de um filme.
  • Dor de cabeça, geralmente no final do dia, depois de longo tempo de esforço visual.

Independente destes sinais, até 40 anos o médico recomenda um exame oftalmológico a cada 18 ou 24 meses. A partir dessa idade, surge a presbiopia e o risco de outras doenças oculares. Por isso a consulta deve ser anual.

Pesquisa aponta doença ocular que mais causa acidentes entre jovens

Engana-se quem pensa é só o envelhecimento que pode atrapalhar a visão dos motoristas. Pesquisa realizada por Queiroz Neto com portadores de ceratocone mostra que a doença dificulta a direção de 1 em cada 5 jovens, 1 em cada 8 tem dificuldade para conduzir à noite e o mesmo índice não consegue dirigir independente do horário. Por isso, entre jovens é a doença que mais causa acidentes.

O oftalmologista comenta que o ceratocone afina e altera a curvatura da córnea, lente externa do olho responsável pela refração. Dependendo do quanto avança, torna a visão bastante embaralhada para perto e longe. Isso explica porque a doença responde por 70% dos transplantes no Brasil. A boa notícia é que a pesquisa do médico também revela que o crosslink interrompe a progressão do ceratocone em 88% dos que passaram pelo cirurgia e melhorou a visão de 45%.

Queiroz Neto ressalta que embora a cirurgia tenha como proposta interromper o avanço da doença associando a aplicação de radiação ultravioleta com riboflavina (vitamina B12) a melhora da visão resulta da  maior resistência que o procedimento oferece à córnea. ”Quanto menos o ceratocone progride maiores são as chances de enxergar melhor. Já operei  pacientes que ganharam até duas linhas de visão na carta de Snellen após o crosslink”, afirma. Para ele a cobertura da cirurgia pelos planos de saúde a partir deste ano pode diminuir a fila de transplante, embora muitos jovens ainda desconheçam o procedimento. A pesquisa também revela que 20% têm medo de passar pela cirurgia e por isso não se dão a chance de ter mais independência e qualidade de vida.

Catarata desabilita maiores de 60

Queiroz Neto afirma que a partir dos 60 anos o risco é a catarata, doença que torna o cristalino opaco e responde por 49% dos casos de cegueira  tratável no mundo. Para ele o acesso à cirurgia, a menor frequência entre as avaliações oftalmológicas para esta faixa etária prevista na legislação e a disponibilização de informações aos médicos peritos sobre os efeitos da doença na visão do condutor, podem resultar no diagnóstico precoce da catarata .

Os primeiros sinais da doença elencados pelo médico  são:

  • Mudança frequente do grau dos óculos.
  • Perda da visão de contraste.
  • Visão de halos ao redor da luz.
  • Dificuldade de enxergar à noite ou em ambientes escuros .
  • Aumento da fotofobia (aversão à luz) a ponto de gerar cegueira momentânea causada por faróis contra.

A má notícia é que a espera no SUS pela cirurgia pode demorar mais de um ano e por isso muitos condutores acabam colocando a vida em risco no trânsito. A boa é que a cirurgia de catarata reduz em 50% o risco de acidentes. “Por isso, quem precisa dirigir, principalmente à noite, deve passar pela operação que substitui o cristalino opaco por uma lente intraocular logo no início da doença”, conclui.

As informações são da Assessoria de Imprensa

Fonte: Portal do Trânsito

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Fórum de Mobilidade debaterá modernização das redes de transporte

 

Evento, que ocorrerá no dia 18 de julho, reunirá pré-candidatos à Presidência da República e especialistas do setor metroferroviário

 

No dia 18 de julho ocorrerá, em Brasília, o Fórum de Mobilidade ANPTRilhos, evento que reunirá pré-candidatos à Presidência da República, representantes do setor de transportes, especialistas do setor metroferroviário do Brasil e exterior, autoridades e governadores para debater e propor ações para a ampliação e a modernização da rede de transporte de passageiros sobre trilhos do Brasil.

Na abertura do evento, o jornalista André Trigueiro, editor-chefe do programa Cidades e Soluções, da Globo News, fará a palestra “O Futuro da Mobilidade”. André Trigueiro é pós-graduado em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ, onde leciona a disciplina Geopolítica Ambiental, e autor de diversos livros sobre sustentabilidade e meio ambiente, temas diretamente ligados à mobilidade urbana.

Promovido pela Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos, o evento contará também com os pronunciamentos dos pré-candidatos à Presidência da República e três painéis que terão como temas: Déficit de Mobilidade sobre trilhos e soluções para acelerar os investimentos; Estruturação da mobilidade urbana e soluções para a sua integração e desenvolvimento; e Bases para o desenvolvimento da mobilidade.

As inscrições para participar do evento são gratuitas e devem ser feitas no site do Fórum de Mobilidade ANPTrilhos (clique para acessar).

Serviço: 
Fórum de Mobilidade ANPTrilhos
Dia: 18 de julho de 2018
Local: Centro de Eventos e Convenções Brasil 21
Endereço: Setor Hoteleiro Sul, Q. 3, BL E, 01, Brasília, DF
Horário: das 8h30 às 18h30

As informações são da Agência CNT de Notícias

Fonte: Portal do Trânsito

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