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Excesso de velocidade lidera ranking das infrações mais cometidas em 2017

 

Somente este ano, já foram mais de 13 milhões de multas por excesso de velocidade, médias, graves e gravíssimas. Em todo o ano de 2016, foram 14,9 milhões.

 

excesso-de-velocidade-lidera-ranking-das-infracoes-mais-cometidas-em-2017Somente este ano, já foram registradas mais de 13 milhões de infrações por excesso de velocidade nas vias e estradas do Brasil. Em todo o ano de 2016, foram 14,9 milhões de multas aplicadas por esse mesmo motivo. Entre 2010 e 2017, as infrações relacionadas ao excesso de velocidade lideraram o ranking das mais cometidas por motoristas brasileiros.

Outras infrações que estão entre as dez mais cometidas até agosto deste ano estão: dirigir sem cinto de segurança (infração grave, com 284 mil ocorrências); avançar no sinal vermelho (infração gravíssima, com 197 mil ocorrências); e estacionar em local não permitido (infração leve, com 130 mil ocorrências).

As multas relativas a cada infração são definidas de acordo com a gravidade do ato: as gravíssimas são punidas com multa no valor de R$ 293,47 e as graves, com multa no valor de R$ 195,23. Para as infrações médias, a multa é de R$ 130,16, e para as leves, de R$ 88,38.

A primeira diz respeito a velocidades até 20% maiores que o limite permitido (infração média), e a segunda, a velocidades entre 20% e 50% maiores (infração grave).

Rodovias federais

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), no primeiro semestre deste ano foram registrados 8.930 acidentes graves em rodovias federais. Acidentes graves são aqueles que resultam em pelo menos um ferido grave ou um óbito. Esses acidentes resultaram em mais de 41 mil feridos e 3.060 óbitos.

O número de óbitos em rodovias federais caiu 6,8% em 2016, na relação com o ano anterior. Da mesma forma, o número de acidentes graves reduziu 3,9% na comparação com os índices de 2015. Em 2016, ocorreram quase 21 mil acidentes graves em rodovias federais, e no período anterior, esse número foi superior a 21,8 mil.

O número geral de acidentes – com ilesos, feridos leves ou graves – diminuiu 21%: em 2015, foram registradas 122 mil colisões de veículos e, em 2016, este número caiu para 96,2 mil.

Redução dos acidentes

O governo federal coordena algumas ações, programas e projetos de diversas áreas voltados à educação, conscientização e prevenção de mortes e outros danos causados pelos acidentes de trânsito.

As informações são do Portal Brasil

Fonte: Portal do Trânsito

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Feriado terá restrições ao tráfego de veículos de carga em BRs

 

​PRF intensificará fiscalização nas rodovias federais.

 

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Em razão do feriado prolongado de 12 de outubro e do consequente aumento do trânsito de veículos nas rodovias de todo o Brasil, o tráfego de alguns veículos de carga sofrerá restrições em BRs de pista simples, em dias e horários determinados. O objetivo é garantir a fluidez do trânsito e evitar acidentes.

A restrição valerá no dia 12 de outubro, das 6h às 12h, e no dia 15 de outubro, das 16h às 22h. A medida se aplica aos seguintes casos: CVC (Combinações de Veículos de Cargas) com AET (Autorização Especial de Trânsito); CTV (Combinações de Transporte de Veículos) e CTVP (Combinações de Transporte de Veículos e Cargas Paletizadas), portando ou não a AET; bem como demais veículos portadores de AET.

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) também realizará a Operação 12 de Outubro, com reforço concentrado no policiamento ostensivo preventivo em locais e horários de maior incidência de acidentes fatais e de criminalidade, conforme dados estatísticos consolidados pela instituição. A operação especial iniciará na quarta-feira (11/10) e terminará no domingo (15/10).

No último feriado de 7 de setembro, que teve período semelhante a esse, do dia 12 de outubro, a PRF registrou 1.162 acidentes que resultaram em 1.211 pessoas feridas e 108 óbitos. Frequentemente, a imprudência está associada a acidentes graves, geralmente com múltiplas vítimas. Somente no último feriado, foram registradas mais de 45 mil infrações de trânsito nas rodovias federais. Dessas, cerca de seis mil foram de ultrapassagens irregulares, 3.068 condutores sem cinto de segurança e 977 motoristas dirigindo após ingerir bebida alcoólica.

Com o objetivo de reduzir esses índices, a PRF priorizará ações preventivas de fiscalização ao excesso de velocidade, alcoolemia, ultrapassagens proibidas e ao trânsito de motocicletas ou ciclomotores.

 

Fonte: CNT

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BR-010/020/030 DF

Dnit apresenta novo método de dimensionamento de pavimentos asfálticos

 

Novas tecnologias e aspectos climáticos passam a ser considerados.

 

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A partir do ano que vem, as rodovias administradas pelo Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) serão dimensionadas de acordo com um novo método de pavimentação asfáltica. A metodologia, desenvolvida por meio de uma parceria entre o órgão, a Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia) e a Rede Temática de Asfaltos, é uma atualização da técnica utilizada no Brasil, ainda da década de 1960, e inclui tecnologias já adotadas pelas rodovias concedidas.

O método antigo previa apenas o uso do asfalto puro na pavimentação das rodovias nacionais. Tecnologias mais avançadas, como asfaltos de borracha e modificados por polímeros, não eram consideradas. Além disso, as diferentes condições climáticas do Brasil também não eram observadas, conforme apontou o recente estudo da CNT Transporte Rodoviário – Por que os pavimentos das rodovias do Brasil não duram?. Outro ponto essencial é que a técnica não previa o surgimento de possíveis rachaduras e trincas com o passar dos anos. A partir da implementação da nova metodologia do Dnit, apresentada na semana passada no Rio de Janeiro, todas essas variáveis serão mensuradas.

De acordo com a coordenadora do Instituto de Pesquisas Rodoviárias, coordenação do Dnit, Luciana Nogueira Dantas, o grande diferencial do método é o dimensionamento das rodovias de acordo com avanços tecnológicos e com a realidade brasileira.

Como o método foi desenvolvido

Em 2009, a Rede Temática de Asfaltos, formada por várias universidades e pelo Instituto de Pesquisas Rodoviárias, iniciou um novo projeto financiado pela Petrobras. Assim, pavimentou trechos entre 200 e 300 metros em rodovias de todo o país e utilizou diferentes tipos de soluções para monitorar o desempenho de cada um deles em situações climáticas distintas.

A partir desse monitoramento, desenvolveu o método. “Trata-se de uma ferramenta que consegue auxiliar na escolha do melhor tipo de ligante que deve ser colocado em cada situação específica”, explica a coordenadora. Segundo ela, a ferramenta, que pode ser utilizada tanto para o dimensionamento de novas rodovias quanto para as antigas, especifica a espessura necessária de camada de revestimento asfáltico a ser utilizada, o tipo de revestimento que apresentará melhor desempenho, além de mensurar em quanto tempo as fissuras vão surgir.

Conforme o Dnit, embora o custo para a implementação de novas tecnologia seja maior, a vida útil do pavimento também aumenta e a necessidade de manutenção, consequentemente, decresce.

Fonte: CNT

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Mais um boato sobre reajuste no valor das multas se espalha nas redes sociais

 

Mensagem via WhatsApp afirma que muitas infrações de trânsito têm novo valor de multa.

 

mais-um-boato-sobre-reajuste-no-valor-das-multas-se-espalha-nas-redes-sociaisA história é sempre a mesma. Um “alerta” mentiroso que está circulando nas redes sociais afirma que as multas de trânsito sofreram um novo reajuste e teriam novos valores definidos pela Res.333/16. O texto é falso e não deve ser compartilhado. O último aumento real das penalidades aconteceu em novembro do ano passado.

O falso texto prega ainda que “as Blitz (sic) vão fazer a festa”. Por exemplo, um carro com películas escuras poderia levar uma multa de R$970,70 (mais a retirada do pátio). Outra multa que teria aumento seria a de dirigir falando ao celular, que passaria para R$ 1.574,00. O valor estipulado, atualmente, pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para quem é flagrado manuseando o celular é de R$ 293,47. Além disso, o texto inverídico cita uma multa de R$ 3.200,00 para quem não renovar a CNH no prazo de 30 dias.

A mesma mensagem já circulou no ano passado e é sempre finalizada com um “repassem para que ninguém seja pego desprevenido”, o que faz com que ela se perpetue.

Além dos valores serem totalmente falsos, o texto cita uma Resolução que nada tem a ver com aumento de multa, não é do ano citado na mensagem e já foi alterada por uma Deliberação. A Resolução 333 na verdade é do ano de 2009, e não 2016, e trata de especificações para os extintores de incêndio em veículos automotores.

Dicas para não cair em armadilhas nas redes sociais

Sempre que receber esse tipo de mensagem é necessário verificar a informação em sites confiáveis. Outra dica é ficar atento aos erros ortográficos, pois geralmente as mensagens falsas contêm muitos erros de português e de digitação.

“As pessoas de má-fé se aproveitam do poder da internet para divulgar informações equivocadas e mentirosas. Antes de compartilhar mensagens que recebemos via redes sociais, devemos sempre verificar a veracidade antes de repassar”, conclui Eliane Pietsak, pedagoga e especialista em trânsito.

No Portal do Trânsito é possível ver os valores corretos das multas, a pontuação e o tipo de infração prevista no CTB.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Redução da velocidade é decisiva para a segurança no trânsito

 

reducao-da-velocidade-e-decisiva-para-a-seguranca-no-transitoTrânsito, mobilidade urbana e segurança viária fazem parte do escopo dos gestores públicos mundo afora. Os acidentes de trânsito, especificamente, constituem um grave problema às cidades e a seus administradores, já que, de acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano, 1,25 milhões de pessoas morrem vítimas destas ocorrências no planeta. Muitos desses registros são associados a altas velocidades, que potencializam o risco de colisões. Não é à toa que a fiscalização e a redução dos limites de velocidade se revelem, cada vez mais, medidas eficazes para conter o número de vítimas, fatais ou não, do trânsito.

A própria OMS agrupa, em outra publicação, as vantagens dessa redução. A principal delas é a queda do número de mortos e feridos em colisões, além de mais tempo para identificar os perigos e menor distância percorrida ao reagir a eles. Outras vantagens são a menor distância de parada do veículo após a freada, maior capacidade dos demais usuários para julgar a velocidade dos veículos e o tempo até a colisão, maior oportunidade para outro usuário evitar uma colisão e menor probabilidade de um condutor perder o controle do seu veículo.

Em contrapartida, conforme explica o diretor e especialista em trânsito da Perkons, Luiz Gustavo Campos, aumentar a velocidade média aumenta a gravidade das ocorrências, em especial quando envolvem pedestres. Prova disso é que, um pedestre tem menos de 20% de probabilidade de morrer se atropelado por um automóvel a menos de 50km/h, e quase 60% se atropelado a 80km/h.

Porém, reduzir a velocidade nas cidades, ou mesmo fazer cumprir seus limites, não é tarefa fácil. Os condutores parecem, por vezes, se render à tentação de pesar o pé no acelerador ao invés de tentar compreender as ameaças por trás dessa conduta perigosa. Mas a responsabilidade de promover a paz no trânsito não recai apenas sobre os motoristas. “Os gestores devem estar preparados para enfatizar que, no trânsito, o todo é mais importante do que as partes. É uma mudança de cultura que só é possível com conscientização e um forte trabalho de formação de cidadãos baseada nessa mentalidade”, salienta Campos.

Entre as ferramentas para viabilizar o controle de velocidade, o especialista enumera: limites de velocidade adequados, soluções de engenharia – de lombadas e estreitamento da via à instalação de equipamentos de fiscalização eletrônica -, fiscalização efetiva e campanhas informativas e de educação. “Na maioria dos casos, é necessária uma combinação de medidas para criar soluções adequadas às realidades e necessidades de cada lugar”, completa.

Para o urbanista e Presidente do Instituto da Mobilidade Sustentável Ruaviva, Nazareno Stanislau Affonso, mais do que a sensibilização do motorista, é preciso que o Estado se mobilize para concretizar propostas que já são factíveis e cujos benefícios são expressivos, como a redução da velocidade. “Conquistar a paz no trânsito exige muita determinação dos dirigentes e o apoio popular vem junto com vidas salvas e ruas acalmadas. Os gestores ainda são muito submissos à ideia de priorizar os carros e não se conscientizaram que, a partir de pequenas medidas da administração, poderão se orgulhar em salvar vidas no trânsito”, opina.

Um exemplo que preconiza o potencial de se salvar vidas ao reduzir os limites de velocidade é a cidade de São Paulo, onde havia sido adotado o padrão de 50 km/h, estipulado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em avenidas com cruzamentos, semáforos e circulação de pessoas. Em grandes avenidas sem semáforo ou cruzamento, os limites haviam sido fixados em 60km/h. Recentemente, a atual administração optou pela volta do limite de velocidade de até 90 km/h em pistas expressas e de 60 km/h nas pistas locais, medida que tem sido alvo de polêmica. Affonso espera que a decisão seja revista ao revisitar os dados da administração anterior, que revelaram queda de 27% nos acidentes de trânsito com vítimas nas marginais de 20 de julho a 30 de agosto de 2015, em comparação ao mesmo período de 2014. “A expectativa é que os gestores urbanos se conscientizem do quão importante é a velocidade deixar de ser uma ameaça no trânsito. Se o poder público efetivar medidas que ataquem o excesso de velocidade e a ingestão de álcool no trânsito, mais de 70% das causas de óbitos nesse contexto serão eliminadas”, argumenta.

Redução da velocidade é objetivo global

O que é tendência para o Brasil – e muitas vezes motivo de divergência -, já compõe a realidade de muitos países, que enxergaram as vantagens da redução da velocidade para além da segurança viária. Entre elas, a fluidez do trânsito, a economia de combustível e os menores índices de poluição do ar e de ruídos.

Em Nova Iorque, em 2014 o limite na área urbana passou para 40 km/h e, em Londres, desde 2008, a administração da capital conduz um trabalho gradativo para diminuir a velocidade máxima para 32km/h em ruas e avenidas estratégicas. Em ambas as cidades os óbitos caíram. Conforme o Global status report on road safety de 2013, embora mais da metade dos países do globo apliquem o limite máximo de velocidade urbana de 50 km/h, eles representam apenas 47% da população mundial. Entre eles, México, Nicarágua, Cuba, Equador e Paraguai se destacam por combinarem leis nacionais que estabelecem a velocidade máxima de 50 km/h e por permitirem que autoridades locais as alterem, caso elas julguem pertinente para acalmar o tráfego.

As informações são da Assessoria de Imprensa

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Deputado propõe interromper venda de carros com recall

 

Montadoras defendem que os recalls são normais, enquanto deputados cobram punições mais severas e maior rigor nas leis.

 

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Uma audiência pública realizada ontem (3) na Câmara dos Deputados debateu os frequentes recalls de veículos, os chamados realizados para que os consumidores façam o reparo de produtos com defeitos. E a proposta do deputado federal Alexandre Valle (PR-RJ) é radical: parar a comercialização de carros que já tenham recall anunciado.

“Precisamos parar imediatamente a comercialização de todos os veículos que entram em recall. As seguradoras não podem fazer o seguro, não pode transferir o veículo, não pode vender. Não adianta achar que vai mandar cartinha e vai resolver o problema. Não vai, pessoas estão morrendo por falhas mecânicas”, defende Valle, relator da subcomissão especial que trata da regulamentação dos recalls.

Como é hoje

Atualmente, a lei prevê apenas que esta informação esteja no documento do veículo após um ano do início da convocação, mas ela ainda não vale em todo o país. A divulgação por parte das fabricantes deve ser feita pelos meios de comunicação e redes sociais.

Mas para Ana Carolina Guimarães, do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, além de colocar a informação do recall no documento do veículo, o próximo passo seria fazer com que o Denatran forneça às montadoras o endereço dos proprietários atuais de veículos que precisem de recall para que elas façam uma comunicação direta ao consumidor.

Ela destaca que, nos últimos 10 anos, o número de recalls aumentou 200%. E segundo o Procon, dos 130 recalls de todos os produtos industrializados convocados no ano passado, 105 correspondiam a correções em carros.

Maior rigor na fiscalização

Para Ricardo Morishita, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, é preciso fiscalizar de maneira rotineira as montadoras para saber se elas estão ou não vendendo carros que já tenham problemas conhecidos. Ele lembrou o caso mais recente dos airbags defeituosos fornecidos pela empresa Takata para várias montadoras.

A deputada federal Christiane Yared (PR-PR) também cobrou mais rigor nas leis de fiscalização e na punição às montadoras. “Saúde e segurança devem ser prioridades na relação com o consumidor. Quem fugir dessa regra está cometendo crime e deve ser pessoalmente responsabilizado. Neste país em que pagamos caríssimo por um carro, não vamos aceitar que a punição recaia apenas sobre o consumidor”, afirma.

O lado das montadoras

Conforme publicado na Agência Câmara Notícias, em sua defesa, as montadoras disseram que a lei atual é boa e que todo produto pode ter defeitos. Os carros, segundo as empresas, são produtos complexos com no mínimo 5.000 itens cada um.

Carlos Eduardo Lemos, vice-presidente da Associação Nacional dos Veículos Automotores, defende que realizar recall é “normal e representa relações de consumo maduras”, e o reparo dos veículos após a fabricação deve ser encarado como positivo pela sociedade. “Veículos são produtos industriais complexos, em permanente evolução tecnológica. São mais de 5 mil itens integrados, que poderão apresentar falhas ou defeitos nunca desejados pelos produtores”, exemplificou.

Quem quiser pode consultar todos os recalls em andamento no site portal.mj.gov.br/recall.

 

Fonte: ICarros

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Reforçar a importância do uso da cadeirinha será meta da Criança Segura

 

Em treinamento realizado nos EUA, organização desenvolveu plano de advocacy para reduzir o número de morte de crianças em acidentes de trânsito no Brasil.

 

reforcar-a-importancia-do-uso-da-cadeirinha-sera-meta-da-crianca-seguraEntre os dias 15 e 24 de agosto, a coordenadora nacional da Criança Segura, Gabriela Guida de Freitas, participou do treinamento “Alliance Advocate”, oferecido pela Global Alliance of NGOs for Road Safety, em Memphis, nos Estados Unidos. Participaram dessa formação 14 representantes de organizações de 14 países nos cinco continente.

O objetivo desse curso era orientar os participantes sobre como utilizar da melhor maneira as ferramentas de advocacy e relacionamento institucional para aperfeiçoarem suas ações de mobilização em seus países de origem a fim de alcançarem transformações significativas em favor de um trânsito mais seguro.

Ao final da formação, os alunos tiveram que apresentar um plano de ação criado a partir dos aprendizados adquiridos durante o treinamento. Os planos de ação, baseados em evidências da realidade de cada país, serão postos em prática pelas organizações com o objetivo de produzirem impacto  mensurável na redução das mortes no trânsito.

A Criança Segura criou um plano de ação com o objetivo de reforçar a importância do uso correto dos dispositivos de retenção veicular (bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação).

A estratégia criada – e que será adotada pela organização em suas ações de advocacy – baseia-se em três frentes de atuação: educar a sociedade sobre a importância do uso desse equipamentos e como instalá-los corretamente; influenciar a redução de impostos para a fabricação e venda desse tipo de dispositivo, para baratear o seu preço final e aumentar o acesso da população em geral a eles; aprimorar a lei que trata sobre a obrigatoriedade do uso do bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação no Brasil.

Com isso, a entidade espera diminuir o número de morte de crianças de até 10 anos no trânsito no país. Atualmente, essa é a principal causa de óbito por motivo acidental de meninos e meninas brasileiros dessa faixa etária.

Segundo dados do Ministério da Saúde, de 2011 (ano em que foi criada a Década de Ações para Segurança Viária e também o ano seguinte do início da obrigatoriedade do uso das cadeirinhas no Brasil) até 2015, as mortes de criança no trânsito como um todo, incluindo pedestres, passageiros de véiculos, motocicletas e bicicletas, tiveram uma redução de 23% no país.

No entanto, quando analisamos separadamente apenas os óbitos de crianças como passageiras de veículos, notamos que houve aumento de 2% no mesmo período. Isso se deve em parte ao fato do aumento da frota de veículos no país, mas também resulta da má instalação ou até mesmo da falta do uso dos dispositivos de retenção, o que demonstra que ainda há muito a ser trabalhado para sensibilizar a população e o governo sobre a importância desses equipamentos de segurança.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Para especialista, novo processo de formação de condutores transformará CFCs em escolas de ensino da condução

 

especialista-processo-formacao-condutores-transformara-cfcs-escolas-ensino-conducaoNo último mês de julho, o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) publicou uma minuta que traz conteúdo para substituição da Resolução 168/04 do CONTRAN, que trata do processo de formação e especialização de condutores no Brasil.

O novo texto apresenta propostas para o processo de formação de condutores de veículos automotores e elétricos, a realização dos exames, a expedição de documentos de habilitação, os cursos de formação, especializados e de reciclagem, fundamentado em teorias e práticas pedagógicas que sejam capazes de promover um trânsito mais seguro, no qual os condutores tenham condições de receber a devida formação.

O Portal do Trânsito entrevistou Roberta Mantovani, Consultora em Educação para o Trânsito e integrante da Câmara Temática de Educação e Habilitação do Contran, e que participou ativamente da formulação do novo texto legal.

Mantovani explicou que o trabalho de construção da “nova 168” foi muito intenso muito participativo por parte de todos os integrantes da Câmara.

“Foi um desafio, pois mexe com a vida de muita gente, mas que entendemos como essencial para a sociedade”, explica.

Além disso, a especialista diz que a atualização do processo é uma oportunidade para a qualificação de todo o sistema de formação de condutores. “Em qualquer área de trabalho, é preciso estudar e se adequar. Na formação de condutores não é diferente. Uma instituição que se coloca como sendo de ensino, vai sempre precisar ter seus profissionais se atualizando, aprofundando seus conhecimentos, buscando qualificação e aperfeiçoamento”, diz.

Questionada sobre o possível aumento nos custos do processo de habilitação e aumento no número de condutores dirigindo sem habilitação, Mantovani disse que esse é um enfrentamento que o País precisa fazer. “É preciso intervir na questão da melhoria da segurança viária e a formação de condutores é um dos aspectos que pesam nessa melhoria”, garantiu.

A especialista destacou a necessidade de fazer essa reflexão e questionamentos. “O que um jovem busca no CFC para fazer o processo de habilitação: Ele busca aquela cartinha ou busca aprender a conduzir com segurança?”, pergunta.

Para concluir Mantovani cita a importância do processo de Consulta Pública que já foi finalizado (a entrevista aconteceu antes desse encerramento) e destacou o papel do CFC e do instrutor nesse futuro cenário.

 

Fonte: Portal doTrânsito

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Obrigatoriedade do extintor deve ser votada nesta semana

 

Projeto propõe a volta do equipamento como item obrigatório nos veículos, mas divide opiniões de especialistas.

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Após o amplo debate sobre a volta da obrigatoriedade dos extintores de incêndio nos veículos na Câmara dos Deputados, a proposta deve ser votada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania nesta semana. Durante a audiência realizada no dia 27 de setembro, a volta do equipamento dividiu opiniões.

O Projeto de Lei 3404/15 de autoria do deputado Moses Rodrigues (PMDB-CE) propõe alterar o Código de Trânsito Brasileiro para incluir novamente entre os equipamentos obrigatórios nos veículos o extintor de incêndio com carga do tipo ABC.

Vale lembrar que o item não é mais exigido desde 2015. Por isso, se for aprovada, a lei deve incluir um prazo para adequação dos carros. No texto atual isso não está descrito, o que tornaria sua obrigatoriedade imediata.

Como é hoje

Atualmente, a Resolução nº 556 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 17 de setembro de 2015, torna facultativo o uso do extintor de incêndio para automóveis, utilitários, camionetas, caminhonetes e triciclos de cabine fechada.

Contudo, é bom destacar que, quem optar por manter o extintor no veículo deve seguir regras como estar com o equipamento dentro do prazo de validade, em condições de uso e com o lacre inviolado. Além disso, o único tipo permitido atualmente é o ABC, por ser capaz de combater fogo em todos os combustíveis sólidos, líquidos, gasosos e elétricos.

Transitar sem o extintor ou com o equipamento fora do prazo de validade, que é de cinco anos, é uma infração grave passível de multa de R$ 195,23 e cinco pontos na carteira de habilitação.

Opiniões contrárias

Conforme noticiou a Agência Câmara Notícias, durante a audiência, o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Elmer Vicenzi, explicou que a eficácia dos extintores foi questionada e seu custo para o consumidor não justifica o benefício de torná-lo obrigatório. “A flamabilidade dos veículos diminuiu em mais de 50%, e a tecnologia fez com que essa adequação da segurança fosse adotada. Em outras palavras, os carros mais novos não queimam como os antigos”, disse.

Da mesma opinião, o vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Afavea), Carlos Eduardo Lemos, argumentou que o avanço fez os extintores se tornarem desnecessários.

Por outro lado, para o assessor técnico da Associação Brasileira das Empresas Vistoriadoras de Extintores Veiculares (Abravea), Jair Louzano Filho, a decisão foi equivocada e não leva em conta o fato de que a frota brasileira de veículos não é renovada e não é toda feita por carros de última tecnologia. “E apesar da tecnologia aperfeiçoada, os carros novos pegam fogo, assim como o combustível”, defende. “No Brasil não é o uso do extintor no próprio carro, mas a solidariedade de usar seu extintor para apagar o fogo em outro veículo, que salva vidas.”

Lei em outros países

Em vigor no Brasil desde 1970, a obrigatoriedade do extintor de incêndio é mais comum em países da América do Sul, como Argentina, Chile e Uruguai. Entretanto, nos EUA e na maioria dos países da Europa o uso do equipamento é facultativo, já que as autoridades locais consideram que a falta de treinamento e o despreparo para o manuseio geram mais risco às pessoas do que o próprio incêndio.

 

Fonte: ICarros

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Preço da gasolina volta a subir e renova maior valor do ano

 

Valor médio do etanol e do diesel nas bombas também terminou a semana em alta, segundo levantamento da ANP.

 

O valor da gasolina para o consumidor voltou a subir nesta semana, pela sétima vez seguida, e renovou o maior valor do ano, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pela Agência Nacional do Petróleo.

De acordo com o levantamento, o valor médio por litro passou de R$ 3,879 para R$ 3,884, um aumento de 0,12%.

Na mesma semana, a Petrobras reduziu os preços em 1,45% nas refinarias. O repasse ou não da diminuição para o consumidor depende dos postos.

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Outros combustíveis

O preço do diesel também subiu na semana, de R$ 3,177 por litro, em média, para R$ 3,201 – uma elevação de 0,75%. Na mesma semana, o preço do combustível nas refinarias foi reajustado em 2,21% pela Petrobras.

Já a alta no preço do etanol foi de 0,49%, de R$ 2,624 por litro para R$ 2,637.

Fonte: G1

 

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